Entre os lançamentos de Frank Zappa que ainda não viram a luz do dia (e que começam a ser desenterrados a partir deste ano), a obra mais esperada pelos fãs do idiossincrático compositor é o registro das três noites que Zappa e seus Mothers fizeram entre os dias 8 e 10 de dezembro de 1973 no Roxy, em Los Angeles. Os três shows foram gravados em multicanais e com várias câmeras na casa, mas apenas algumas músicas na íntegra e alguns trechos em vídeo daquelas apresentações vieram a público (principalmente no disco Roxy & Elsewhere, lançado no ano seguinte).
Até agora. Eis que o canal do compositor no YouTube libera o seguinte trailer:
Agora compare com as imagens e a qualidade de som das versões piratas que existem por aí:
O DVD Roxy The Movie deverá ser lançado no final de outubro, segundo o site JamBase (que conseguiu a capa acima), mas infelizmente ainda não trará os shows na íntegra.
Fui a Brasília, passei pelo Rio e voltei.
Tame Impala – “Nangs”
Miley Cyrus + Flaming Lips – “Karen Don’t Be Sad”
Boogarins – “Avalanche”
Letuce – “Aristoteles Laugh”
BNegão & Os Seletores de Frequência – “Dias da Serpente”
Toro y Moi + Washed Out – “Want”
Modjo – “Lady (Hear Me Tonight)”
Major Lazer + MØ – “Lost”
Boss in Drama + Karol Conká – “Lista VIP”
Weeknd – “Can’t Feel My Face”
Max Romeo – “Chase the Devil”
Sinkane – “Yacha (Peaking Lights Dub Mix)”
Massive Attack – “Group Four”
Guilherme Arantes – “O Melhor Vai Começar”
Eis a capa do terceiro disco da cantora Bárbara Eugênia, o ótimo Frou Frou, que ela me chamou para escrever o release. O disco deve ser lançado ainda este mês e está com campanha para se materializar fisicamente através do site Embolacha. Atualmente ela viaja pela Europa em um rolê/turnê antes de entrar no modo disco novo – e volta ao Brasil no mês que vem para fazer shows do novo disco, produzido por ela e pelo baterista do Cidadão Instigado Clayton Martin.
O novo disco solo de Lou Barlow, chamado de Brace the Wave, sai por esses dias. E além das duas músicas que ele já havia mostrado (“Moving” e “Wave”), ele vem agora com um clipe da última faixa do disco, “Repeat”, todo pé no chão e de coração partido:
Mais um clipe tirado do disco novo do Unknown Mortal Orchestra. Desta vez a faixa escolhida é a excelente “Can’t Keep Checking My Phone”, que vira uma espécie de supertrunfo de esquitices na mão do diretor Dimitri Basl: “Sua letra é tão elusiva que eu decidi que uma só idéia não faria justiça à faixa, então minha abordagem foi apresentar várias ideias como se fosse um jogo de cards, como Marte Ataca, que tem uma descrição rápida acompanhada de ilustrações. Neste caso o jogo é sobre ocorrências, síndromes e fenômenos estranhos”, explica o diretor na descrição do vídeo no YouTube. É a tal psicodelia 2015…
Mais uma música da Florence + the Machine que é salva por um remix – e desta vez é o Hot Chip quem consegue o feito (apesar de manter o refrão insuportável).
O outro remix você lembra né? Aquela esticada de mestre que o Nicolas Jaar deu em “What Kind of Man” no início do ano.
Nosso português favorito vai lançar o primeiro livro – e é de gastronomia! Faça 50 pratos (49 são iguarias…) existir e bancar mais uma áudio-temporada da série de Bruno Aleixo. Eis o conceito do livro:
Livro onde falo dos meus 49 pratos preferidos. Inclui textos apreciativo-descritivos, contextualização histórica, críticas e receitas.
Já muitas vezes me têm perguntado pelos 50 pratos do Jogo dos 50 Pratos. Só são conhecidos 3: carapaus à espanhola (calhou-me a mim), jardineira (calhou ao Manuel João Vieira) e cocó (calhou ao Nuno Markl). Sobram 47. Alguns bons, outros mais ou menos, metidos à força só para perfazer os 50.
Resolvi escrever um livro sobre eles. Como são, onde os comi a primeira vez, que recordações me trazem, porque é que gosto deles, como se fazem, etc. Tudo isto vai lá estar. E com ilustrações feitas por mim, em esferográfica, sobre guardanapo ou toalha de mesa.
Bónus: por cada 25 livros vendidos, faço um episódio de Aleixo FM para a internet
SOBRE O PROMOTOR
Sendo uma personalidade influente da vida portuguesa, já estava na altura de lançar um livro sobre mim. O povo assim o pediu. E nada diz mais sobre o carácter dum homem do que aquilo que ele põe no prato, sobretudo a nível de quantidade.Vivo em Coimbra. Tenho 58 anos mas pareço mais novo. Estudei na Faculdade de Direito mas sei falar sobre assuntos relativos a todas as outras faculdades (mais que muita gente que la tenha tirado o curso).
Considero-me uma autoridade a nível de cozinha na óptica do utilizador. Sou a pessoa que Portugal precisa neste momento, uma vez que sou imune às pressões da Era da Gourmetização em que vivemos. Já ameacei e/ou insultei, à conta disso, diversos jornalistas.
Mais informações no site do crowdfunding. Abaixo, Bruno explica a aposta que originou o nome do livro: