O novo monstro de J.J. Abrams
Depois de esmerilhar o mundo pop com o Episódio VII, o nerd-mor J.J. Abrams surpreende a todos com um “parente cossaguíneo” de Cloverfield. Esmiucei o trailer no meu blog no UOL.
Depois de esmerilhar o mundo pop com o Episódio VII, o nerd-mor J.J. Abrams surpreende a todos com um “parente cossaguíneo” de Cloverfield. Esmiucei o trailer no meu blog no UOL.
Tank Girl, cyberpunk, super sentai, vintage 80s, videogame, Law & Order e J-pop se encontram no clipe de “Kill V. Maim” da nossa querida Grimes, que junta ícones de sua infância para atualizar seu conceito de psicodelia dance. Seu Art Angels, um dos melhores discos do ano passado, é todo assim – vamos ver onde ela nos leva a partir disso…
Mas que é uma viagem boa isso é.
Um dos produtores mais ousados da música pop, o australiano Flume – nascido Harley Streten – está prestes a lançar seu segundo disco, batizado apenas de Skin, o primeiro desde sua estreia, em 2012. Ele liberou uma música nova, gravada com a vocalista nova-iorquina Kai, “Never Be Like You”…
…e um preview do disco completo.
O disco está “quase terminado”, mas ainda não tem data de lançamento.
Semana que vem estreio mais um curso sobre música, desta vez para falar de apreciação musical, na Livraria Cultura. Chamei a Céu, o Jeneci e a Tiê para conversar sobre a importância de ter tempo para ouvir música, de perceber as conexões entre os artistas, a importância da ficha técnica e outros detalhes que parecem se perder na correria da internet.
Na próxima quinta converso (28) com a Céu, na primeira quinta do mês que vem (4) com a Tiê e no meio de fevereiro (dia 22) com o Jeneci. As aulas acontecem a partir das 20h na Livraria Cultura do Shopping Iguatemi e as inscrições podem ser feitas pelo site da Livraria Cultura. Abaixo, a ementa do curso:
A velocidade e a disputa por atenção dos tempos digitais pode estar nos fazendo perder a capacidade de apreciação musical, entre programas de streaming, aplicativos e vídeos online. Mas é possível, mesmo na agitação frenética dos dias de hoje, parar para escutar um artista com atenção, procurar conexões entre gêneros e estilos musicais, conhecer o trabalho de quem assina as fichas técnicas dos discos e aumentar seu vocabulário musical. No curso Educação Musical, o jornalista Alexandre Matias, que cobre música e tecnologia há vinte anos em seu site Trabalho Sujo, mostra como ampliar seus conhecimentos musicais e afinar sua fruição artística em conversas com artistas já estabelecidos neste novo cenário brasileiro, que explicam como passaram de fãs e ouvintes a apreciadores e conhecedores de música. Marcelo Jeneci, Céu e Tiê compartilham suas experiências pessoais com discos e artistas, raros ou populares, mostrando como deram este salto e como isso influenciou suas escolhas artísticas. São duas horas de bate-papo entre os dias 21 de janeiro e 4 de fevereiro, cada dia com um dos artistas.
28/01
Céu é uma das principais artistas da música brasileira deste século. A cantora é pioneira ao desbravar os mercados digital e internacional após a popularização da internet. Ela foge da tradição de cantoras brasileiras que começaram pela bossa nova e MPB ao trazer elementos de reggae, dub, música latina e africana em sua obra e está prestes a lançar seu quarto disco, no início de 2016.04/02
Tiê começou tocando com Toquinho, mas logo bandeou-se para sua geração de contemporâneos e em pouco tempo colaborava com Jorge Drexler, Helio Flanders, Tulipa Ruiz e Marcelo Jeneci. Seu terceiro disco, Esmeraldas, de 2014, acena para um lado mais pop e foi produzido por Adriano Cintra (ex-Cansei de Ser Sexy).22/02
Marcelo Jeneci começou tocando acordeão com Chico César e fazendo arranjos para Vanessa da Mata e Arnaldo Antunes, mas logo se firmou como cantor e compositor no disco ‘Feito pra Acabar’, de 2010. Seu disco mais recente, ‘De Graça’, de 2013, foi indicado ao Grammy Latino de melhor álbum de música brasileira.
Entre as muitas entrevistas de David Bowie que foram desenterradas no YouTube nas semanas após sua morte, me chamou atenção essa que ele deu ao apresentador francês Guillaume Durand logo após o lançamento de seu disco Heathen. Neste trecho (infelizmente só com legendas em francês), Bowie fala da importância que Nietzsche, Einstein e Freud tiveram no início do século 20 e como a frustração com o que foi conseguido até o meio do século passado deu origem aos anos 60 que pariram o artista. Ele também fala sobre envelhecer e sobre o tom de pessimismo que perpassa toda sua discografia.
Se alguém se dispor a transcrever o texto em inglês ou traduzi-lo para o português, é só colaborar nos comentários abaixo:
As operações do primeiro encontro Noites Trabalho Sujo de 2016 começam celebrando o novo giro ao redor do sol do cientista-fundador do evento, o pesquisador sênior Alexandre Matias, que reuniu um time de pós-acadêmicos catedráticos para por em prática experiências realizadas entre frequências sonoras e o comportamento humano. Como sempre, ele conduz seus experimento ao lado dos doutorados Luiz Pattoli e Danilo Cabral, que expõem os presentes a graves distorcidos e frequências expansoras de consciências. Antes desta apresentação, haverá uma exibição das graduandas Karen Ercolin e Priscilla de Castro, que aquecem os presentes com execuções de testes recentes. No outro lado do complexo de pesquisas Trackertower, localizado na altura calculada do centro histórico da maior cidade do continente sulamericano, os pesquisadores do instituto Easytiiger Records, ativam ondas sonoras rumo ao psicoentrosamento coletivo, contando com as engrenagens sônicas dos doutores Guto Nunes e André Palugan, que demonstram o experimento Sam y Mayo, do revertor de psicoses Carlos Costa e o cientista de campo André Sakr, recém-chegado de uma série de apresentações nos Estados Unidos da América do Norte. Na área comum das instalações, o pesquisador lisérgico Ricardo Spencer exibirá uma pesquisa sobre a interrelação entre os registros feitos em discos de vinil e como diferentes áreas do cérebro podem ser ativadas a partir de sequências específicas de ondas sonoras. Durante a madrugada será realizado pontualmente um experimento único de sicronização nesta apresentação, quando tentaremos uma invocação espiritual de um velho cientista. A participação no experimento requer a confirmação anterior por correio eletrônico através da endereço noitestrabalhosujo@gmail.com até às 18h da data da realização, que acontece às 23h45 do dia 16 de janeiro de 2016. Contamos com sua presença, consciência e compreensão.
Noites Trabalho Sujo @ Trackers
A primeira de 2016!
Sábado, 16 de janeiro de 2016
No som: Alexandre Matias, Luiz Pattoli e Danilo Cabral (Noites Trabalho Sujo), André Sakr, Carlos Costa, Sam y Mayo (Easytiiger Records), Ricardo Spencer, Karen Ercolin e Priscilla de Castro.
A partir das 23h45
Trackertower: R. Dom José de Barros, 337, Centro, São Paulo
Entrada: R$ 30 só com nome na lista pelo email noitestrabalhosujo@gmail.com (e chegue cedo – os 100 que chegarem primeiro na Trackers pagam R$ 20 pra entrar)
O trio californiano PillowTalk deu uma acelerada na balada “If This World Were Mine”, um dos mágicos duetos de Marvin Gaye e Tammi Terrell, e a deixou no ponto para a pista, transformando-a nesse hit maneiro “Good Lovin'”:
Não lembra do original?
Muitos veículos me chamaram para comentar a morte de David Bowie, como o canal Band News…
LEGADO DE BOWIEA âncora Caroline Nogueira conversou na última segunda-feira com o jornalista de Cultura Pop, Alexandre…
Publicado por BandNews TV em Terça, 12 de janeiro de 2016
…o programa Metrópolis da TV Cultura…
http://bandnewstv.band.uol.com.br/videos/ultimos-vides/15733663/entrevista-com-jornalista-de-cultura-pop-alexandre-matias.html
…o boletim Giro UOL:
Falei quase a mesma coisa em todos, afinal não tem muito o que inventar…