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Quem quer ir no show da Mahmundi neste sábado?

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Dona de um dos melhores discos de 2016, a carioca Mahmundi apresenta-se no Sesc Pompeia no sábado (mais informações aqui) e descolou um par de ingressos pra cá – quem quiser concorrer é só sugerir nos comentários quem seria uma boa dupla para ela fazer uma colaboração futura. E se você não ouviu o disco dela ainda, faça-se esse favor:

A promoção foi encerrada no início deste sábado.

The Gouster: um disco inédito de David Bowie nos anos 70

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Embora lançada após sua morte, a caixa de David Bowie – Who Can I Be Now? (1974 – 1976) não é um mero caça-níqueis querendo faturar em cima dos fãs viúvos e sim parte de um processo de reedição e relançamento que havia sido iniciado no ano passado, quando ainda vivo ele comemorou o lançamento da festejada caixa David Bowie – Five Years (1969 – 1973), sobre seus primeiros anos.

A nova compilação reúne, em doze CDs e treze vinis, o período intermediário de Bowie no meio dos anos 70, quando exercitou diferentes personas entre discos como Diamond Dogs, Young Americans e Station to Station. A caixa ainda traz dois discos ao vivo (David Live e o impressionante Live Nassau Coliseum 76, um pirata que já havia sido oficializado na caixa dedicada ao disco Station to Station, uma de suas obras-primas) e uma coletânea com material que só saiu em singles ou em coletâneas, batizada de Re:Call 2. Ela será lançada no final do mês que vem.

Mas a joia da caixa é o disco The Gouster, que Bowie queria lançar quando ainda morava na Califórnia, em 1974. Em uma coleção de sete longas faixas, ele exercitava todo seu lado Thin White Duke deixando o soul norte-americano preencher suas veias em músicas que ultrapassavam os cinco minutos. Gravado ao lado de Tony Visconti, que conta a história do disco perdido no encarte da caixa, The Gouster foi deixado para trás e Bowie mudou-se para Nova York. Lá ele recriou aquele disco, tirando algumas músicas e acrescentando outras, além de mudar os arranjos de algumas, transformando-o no clássico Young Americans.

Mas The Gouster é outra história, saca só:

Nick Cave e o desconhecido

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“A maioria de nós não quer mudar, de verdade. Quer dizer, por que deveríamos? O que nós queremos é fazer algumas modificações no modelo original”, diz Nick Cave no trailer de seu próximo projeto, o disco-filme Skeleton Tree/One More Time With Feeling, este último dirigido pelo neo-zelandês Andrew Dominik (autor de O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford e O Homem da Máfia). É o primeiro projeto em que o autor se refere à morte de seu filho de 15 anos, que despencou de um desfiladeiro no meio de uma viagem de LSD em julho do ano passado. Ele continua:

“Mas o que acontece quando um algo ocorre e é tão catastrófico, que você simplesmente muda? Você muda de uma pessoa conhecida para uma pessoa desconhecida. E quando você olha para você no espelho, você reconhece a pessoa que você era, mas a pessoa dentro daquela pele é outra pessoa.”

Tenso.

O disco será lançado no dia 9 de outubro e o filme será exibido no dia anterior (mais detalhes no site de Cave), em diversos cinemas (ainda não há referência à exibição no Brasil, basta checar no site oficial).

Começo suntuoso

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O cantor e compositor Paulo Carvalho lança o primeiro single de seu disco cercado por feras – além do arranjo para uma orquestra de vinte músicos feito por Arthur Verocai, produção de Kassin e piano tocado por Marcelo Jeneci – e sua “Qual o Porquê?” ganha um ar suntuoso atípico para começos de carreira. É pra ficar de olho…

O Terno 2016: “Com culpa eu não sei do quê”

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O trio paulistano O Terno terminou de gravar seu terceiro disco e começa a mostrar o que vem por ai – e o primeiro single, “Culpa”, que já está para download no site do Natura Musical, aponta um rumo sessentista diferente daquele que o grupo experimentava até então – acenando para o Brill Building de Burt Bacharach e o soul branco daquela década emulado pelas garotas do Haim. A nova música vem com clipe que, além da banda, conta com a participação do produtor do disco, o vizinho Guilherme Jesus Toledo, do estúdio Canoa.

Mas pode ser que esse ar comportado seja só uma forma de despistar para o que vem por aí…

Mallu Magalhães 2016: “Eu vou torcer pra ser só você e eu”

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“Casa Pronta” é a primeira música de Mallu Magalhães desde seu disco Pitanga, de 2016, e é uma bela bossa nova à espera de seu rebento com marido Marcelo Camelo, que assina o vídeo. Tocada só ao violão, a faixa traz a cantora bem à vontade com sua voz e anunciando dois shows no país, os primeiros desde que o casal mudou-se para Portugal: dia 27 de agosto, às 22h, no Tom Brasil em São Paulo e dia 2 de setembro, às 22h, no Vivo Rio, no Rio de Janeiro.