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O disco do N*E*R*D sai ainda em 2017

Se você já fechou sua lista de melhores do ano, pense duas vezes: Pharrell avisou que o novo disco de sua banda, o N*E*R*D, que já revelou um single ao lado da Rihanna, sai ainda esse ano. Eis sua capa, que o rapper twittou outro dia – bem como o título, a ordem das faixas e quem participa do álbum – que inclui nomes como Ed Sheeran, André 3000, M.I.A., Wale e Kendrick Lamar, entre outros:

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01) “Deep Down Body Thirst”
02) “Lemon” (feat. Rihanna)
03) “Voilà” (feat. Gucci Mane and Wale)
04) “1000” (feat. Future)
05) “Don’t Don’t Do It” (feat. Kendrick Lamar)
06) “Kites” (feat. Kendrick Lamar and M.I.A.)
07) “ESP”
08) “Lightning Fire Magic Prayer”
09) “Rollinem 7’s” (feat. André 3000)
10) “Lifting You” (feat. Ed Sheeran)
11) “(Secret Life of Tigers)”

E esse disco novo da Charlotte Gainsbourg…

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O novo disco de Charlotte Gainsbourg chama-se Rest e tem o baixo pesado e o clima etéreo que paira em boa parte da obra do pai Serge, mas com uma personalidade própria e uma vibe anos 80 que fica entre o tecnopop e o dreampop – uma cama perfeita para sua voz pequena se aninhar.

Nação Zumbi tocando Specials

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“A gente sempre curtiu Specials, muitas pessoas não notam”, me explica Jorge du Peixe, vocalista da Nação Zumbi, sobre a versão que a banda fez para “Do Nothing”, dos Specials, mais uma versão de seu disco Radiola NZ, que chega às plataformas digitais nessa sexta-feira, e que a banda descolou em primeira mão aqui para o Trabalho Sujo, bem como a capa do disco, feita pelo artista gráfico Shiko.

Além de Specials, Secos e Molhados e da versão para “Refazenda” do Gilberto Gil, o disco ainda contará com versões para “Não Há Dinheiro Que Pague” de Roberto Carlos, “Tomorrow Never Knows” dos Beatles (que o grupo já toca ao vivo há tempos), “Sexual Healing” de Marvin Gaye, “Dois Animais na Selva Suja da Rua” do Taiguara, eternizada por Erasmo Carlos, “Balanço” de Tim Maia) e “Ashes to Ashes” (David Bowie). “E é o volume 1, vamos fazer outros discos de versões no futuro, com tempo”, explica o vocalista.

Betina: “Tudo começa e termina aqui”

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Não tinha ouvido o Carne de Sereia, disco de estreia da Betina que foi lançado no ano passado, mas logo no começo do ano ela mesma fez questão de corrigir isso e me deixou um disco, que eu ouvi mais do que achei que iria ouvir e ela me procurou pra saber se eu não queria lançar o clipe da faixa-título, que ela fez ao lado das dançarinas Gabriela Ziriguidum e Julianne Trevisol. O clipe encerra o ciclo de seu disco e ela agora foca no segundo álbum, que deverá sair no ano que vem.

Entre o pop e o clássico

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Transformei minha viagem para a Inglaterra no meio do ano (com direito a Beatles, Velvet e Pink Floyd) num ensaio que escrevi para a ótima revista Helena, da Biblioteca Pública do Paraná. O texto pode ser lido online e há uma versão estendida que deverá ser publicada dia desses… As ilustrações são do Dahmer.

Twin Peaks no Cinemascope

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A Joyce Pais me chamou pra conversar sobre o acontecimento mais importante de 2017 em seu canal no YouTube, o excelente Cinemascope.

A vez de Prins Thomas

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Outra metade da dupla noruguesa Lindstrøm & Prins, Prins Thomas prepara-se para lançar seu quinto álbum, batizado apenas de 5, o primeiro por seu próprio selo, Prins Thomas Musikk. Ele já havia mostrado a faixa “Æ” e agora compartilha o remix que o espanhol Pional fez para a faixa “Å”.

Ouça o primeiro single do disco e veja a capa e o nome das músicas do disco, que será lançado ainda este mês. Segundo Thomas, o disco é influenciado pelo grupo indie escocês Teenage Fanclub, uma bronquite, a dupla eletrônica inglesa Plaid, o guitarrista de jazz norte-americano Pet Metheny e as saudades de casa durante períodos de turnê.

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“Here Comes The Band”
“Villajoyosa”
“Bronchi Beat”
“Αθήνα”
“Æ”
“Ø”
“Lunga Strada”
“London Til Lisboa”
“Å”
“Venter på Torske”
“Aske Hermansen”

Elza Soares remixada

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O já clássico Mulher do Fim do Mundo que Elza Soares lançou em 2015 recebeu o tratamento remix no meio deste ano e a famigerada caça pela lista dos melhores do ano me fez encontrá-lo depois de passar batido pelo meu radar. Entre os remixares estão desde cúmplices do disco original (como Kiko Dinucci e Guilherme Kastrup), passando por ousados convidados como Badsista, Gilles Peterson, Ricardo Dias Gomes (da banda Do Amor), Psilosamples e Omulu, entre outros.

“Coração do Mar (Laaraji Remix)”
“Mulher do fim do mundo (Omulu Remix)”
“Pra Fuder (Gilles Peterson & Simbad Remix)”
“Firmeza (Marginal Men & Badsista Remix)”
“Maria da Vila Matilde (DJ Marfox Remix)”
“Pra Fuder (Nidia Minaj Remix)”
“Luz Vermelha (Kiko Dinucci Remix)”
“O Canal (Izem Remix)”
“Solto (Ricardo Dias Gomes Remix)”
“Luz Vermelha (Psilosamples & Érica Alves Remix)”
“Firmeza (Kastrup re-edit)”

Lee Ranaldo no Centro Cultural São Paulo

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É com a maior satisfação que anuncio a vinda de Lee Ranaldo ao Brasil para um bate-papo e um show acústico no Centro Cultural São Paulo, no próximo dia 12, na Sala Jardel Filho. Pela segunda vez no Brasil neste ano, o ex-guitarrista do Sonic Youth vem sozinho prestigiar o lançamento de seu primeiro livro em português: JRNLS80s, lançado pela novíssima editora Terreno Estranho, e que reúne os diários que Lee escrevia na década que forjou a reputação de seu antigo grupo, um prefácio escrito por Amanda Mont’Alvão e Vinicius Castro (do ótimo site Sounds Like Us), um texto do reverendo Fábio Massari sobre o show do grupo que ele viu em Londres em 1987 e uma introdução escrita pelo próprio Lee para a edição brasileira. O livro já está em pré-venda, bem como os ingressos para o show e você encontra mais informações neste link.