Depois de fazer trilhas sonoras para documentários (como a trilha para Atomic: Living In Dread and Promise, lançada como álbum há dois anos), a banda escocesa de pós-rock Mogwai finalmente chega ao cinema ao ser chamada para participar da trilha sonora para o filme norte-americano Kin, um policial com Zoë Kravitz, Dennis Quaid e James Franco no elenco, que chega aos cinemas em agosto. A faixa “Donuts” segue o que se espera do trabalho da banda: um épico instrumental barulhento e melódico, zen e violento, simultaneamente desesperador e esperançoso.
Fenômeno na internet e parte da nova safra de artistas indie folk que flertar com a MPB, Pedro Salomão apresenta-se neste domingo, às 18h, no CCSP (mais informações aqui).
Rumo mais uma vez para o Ceará, desta vez para acompanhar o festival Maloca Dragão, que acontece no Centro Cultural Dragão do Mar – e que terá shows de nomes como Letrux, Soledad, Rincon Sapiência, Richie Ramone, entre outros. Mais informações no site do festival.
O Abba, mítico grupo de pop sueco que dominou o inconsciente coletivo entre os anos 70 e 80 e colocou seu país no mapa da música mundial, anunciou, nesta sexta-feira, uma improvável volta da formação original. O anúncio foi feito através da conta do Instagram da banda:
A volta partiu de uma turnê virtual do grupo em que os avatares da banda – ou “abbatars”, como o grupo se refere – se apresentavam cantando seus clássicos para plateias ao vivo. A ideia fez que os casais que formam a banda (Agnetha Fältskog e Björn Ulvaeus e Anni-Frid Lyngstad e Benny Andersson) cogitassem a ideia de compor e se reunir como uma banda mais uma vez. São duas novas canções – uma delas chamada “I Still Have Faith In You” – que estrearão no final do ano em um especial para o canal norte-americano de TV NBC.
Última sexta de abril e a noite pede uma acabação feliz ao lado dos amigos – dia de mais uma edição das Noites Trabalho Sujo no Clube V.U., quando eu coordeno aquela saudável mistura de rap, rock clássico, R&B, música brasileira, dance music, indie rock e música pop para fazer todo mundo dançar sem parar. O convidado de hoje é o grande Lucas Breda, que estreia nas Noites Trabalho Sujo trazendo máximas deste século para não deixar ninguém fora da pista. Vamos lá? Até a meia-noite ninguém paga para entrar!
Noites Trabalho Sujo no Clube V.U.
Toda sexta-feira, a partir das 22h
No som: Alexandre Matias e Lucas Breda
Rua Lavradio, 559, Barra Funda
R$ 10 ou R$ 50 de consumação
Entrada gratuita até à meia-noite
Tel. 3661-2095
Um dos nomes mais ativos da cena carioca, o baterista Marcelo Callado – integrante do grupo Do Amor e ex-baterista de Caetano Veloso – lançou seu segundo disco solo no fim do ano passado, coletando canções de diferentes épocas de sua carreira num ousado álbum duplo. Musical Porém, lançado fisicamente apenas em vinil (além de estar nas plataformas digitais), é uma viagem por diferentes gêneros musicais e formatos de composição em que o músico mostra toda sua amplitude musical. O disco começa a ser mostrado visualmente com o clipe de “Fica”, que ele mostra em primeira mão no Trabalho Sujo:
Aproveitei para bater um papo com o Marcelo sobre este novo disco e saber o que mais ele anda aprontando.
Como Musical Porém começou?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/marcelo-callado-como-musical-porem-comecou
O disco sempre foi pensado como tendo diferentes facetas musicais?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/marcelo-callado-o-disco-sempre-foi-pensado-como-tendo-diferentes-facetas-musicais
O fato do disco em vinil ser duplo divide o álbum em quatro capítulos específicos.
https://soundcloud.com/trabalhosujo/marcelo-callado-o-fato-do-disco-em-vinil-ser-duplo-divide-o-album-em-quatro-capitulos-especificos
Como aconteceram as participações especiais?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/marcelo-callado-como-aconteceram-as-participacoes-especiais
Como você relaciona esse disco com seus trabalhos anteriores?
Marcelo Callado: Como você relaciona esse disco com seus trabalhos anteriores?
É um disco influenciado por outros discos?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/marcelo-callado-e-um-disco-influenciado-por-outros-discos
Por que lançar em vinil em vez de CD?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/marcelo-callado-por-que-lancar-em-vinil-em-vez-de-cd
Como é esse disco ao vivo? Quem mais toca contigo?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/marcelo-callado-como-e-esse-disco-ao-vivo-quem-mais-toca-contigo
E o que mais você anda fazendo, além deste seu disco solo?
https://soundcloud.com/trabalhosujo/marcelo-callado-e-o-que-mais-voce-anda-fazendo-alem-deste-seu-disco-solo
Musical Porém: Faixa a faixa
Aproveitei a conversa com Callado para que ele dissecasse o disco faixa a faixa:
O papa da música ambient, Brian Eno, revisita sua obra musical de suas instalações áudio-visuais desde 1986 na caixa Music for Instalations, que abrange sua obra neste departamento desde 1986 até hoje. O trabalho é o minimalismo zen que compõe obras como esta “Kazakhstan”:
A caixa, com seis discos, é descrita desta forma por seus produtores.
“Music for Instalations é uma coleção de músicas novas, raras e previamente não lançadas, todas gravadas para Brian Eno utilizar em suas instalações a partir do período de 1986 até hoje (e além). Durante esta época, ele surgiu como o expoente mais importante da música ‘generativa’ em todo o mundo e é reconhecido como um dos principais artistas de instalações áudio-visuais de sua época. Os experimentos visuais de Brian Eno com luz e vídeo provaram ser um território fértil em que muito de seus outros trabalhos cresceram, cobrindo uma abrangência ainda maior de tempo que suas gravações e concorrendo com sua recente produção musical nas décadas mais recentes. Estas obras amplamente aclamadas foram mostradas em todo o planeta – da Biennale de Veneza ao Palácio de Mármore em São Petersburgo ao Parque Ritan em Pequim e nas velas da Casa de Ópera de Sidney. Produzida por Brian e seu velho colaborador Nick Robertson, esta caixa belamente apresentada com seis CDs, limitada e numerada edição de luxo, vem um livro de 64 páginas com capa de Plexiglass apresentando fotografias raras ou nunca vistas, além de um novo ensaio escrito por Eno.”
Mais informações sobre a caixa no site do próprio Brian Eno. Eis a capa e a ordem das faixas nos seis discos:
Music From Installations (nunca lançado):
“Kazakhstan”
“The Ritan Bells”
“Five Light Paintings”
“Flower Bells”
77 Million Paintings (nunca lançado):
“77 Million Paintings”
Lightness – Music For The Marble Palace (lançado apenas como um CD limitado vendido pela loja online de Brian Eno):
“Atmospheric Lightness”
“Chamber Lightness”
I Dormienti / Kite Stories (lançado apenas como um CD limitado vendido pela loja online de Brian Eno):
“I Dormienti”
“Kites I”
“Kites II”
“Kites III”
Making Space (lançado apenas como um CD limitado vendido pelo site da Lumen):
“Needle Click”
“Light Legs”
“Flora and Fauna / Gleise 581d”
“New Moons”
“Vanadium”
“All The Stars Were Out”
“Hopeful Timean Intersect”
“World Without Wind”
“Delightful Universe”
Music For Future Installations’ (nunca lançado):
“Unnoticed Planet”
“Liquidambar”
“Sour Evening (Complex Heaven 3)”
“Surbahar Sleeping Music”