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The Regrettes 2019: “Come on and jump”

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Quando o punk pop é tão inofensivo- e delicioso – que torna-se irreversivelmente pop – e o clipe que as Regrettes fizeram para sua ótima “I Dare You” apenas amplifica a onda boa que o grupo emana.

Demais.

Só o baixo de Abbey Road

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Tiveram a manha de isolar só as partes do contrabaixo do Paul McCartney no disco mais clássico dos Beatles, saca só:

Todo o show: Yo La Tengo no Sesc Pompeia, 2001

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Que momento! No início do século estávamos aprendendo a receber artistas internacionais de pequeno e médio porte no Brasil ao mesmo tempo em que aprenndíamos como funcionavam as cenas independentes fora do país exatamente no momento em que a internet tornava-se uma chave importante para quem trabalha com música por aqui. Neste sentido, os shows que o Yo La Tengo fez no Sesc Pompeia em 2001 (bem como vários outros realizados pela lendária produtora mineira Motor Music), foi um dos marcos mais importantes para quem frequentava São Paulo. O grupo estava lançando seu hoje clássico And Then Nothing Turned Itself Inside-Out e emendou versões de músicas dos Seeds, do Velvet Underground, do Jackson Browne e seu costumeiro rosário de hits. Eu estava começando a cogitar a possibilidade de me mudar para cá e este show (que o blog Pequenos Clássicos Perdidos disponibilizou na íntegra no início do ano) foi um dos momentos cruciais deste período. Que noite!

“Green Arrow”
“Everyday”
“Sugarcube”
“Drug Test”
“Tears Are in Your Eyes”
“From Black to Blue”
“Shaker”
“Cherry Chapstick”
“Saturday”
“You Can Have It All”
“Sudden Organ”
“Deeper Into Movies”
“Tom Courtenay”
“Back in Context”
“Can’t Seem to Make You Mine”
“I Found a Reason”
“Double Dare”
“Somebody’s Baby”
“The Summer”
“Our Way to Fall”

A terceira temporada de Stranger Things está quase aí

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A saga retrô está prestes a ter seu terceiro capítulo revelado e parece ter conseguido fazer a transição da infância à adolescência e se transformar em um filme de terror dos anos 80 – de vez. O último trailer nos enche de referências – e esperanças.

Samuca e a Selva no CCSP

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O grupo Samuca e a Selva mostra o repertório de seus discos Tudo que move é Sagrado, este em homenagem ao letrista do Clube da Esquina, Ronaldo Bastos, e Madurar nesta quinta-feira, às 21h, no Centro Cultural São Paulo (mais informações aqui).

O dia em que o Art Popular virou Os Bambas

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Conheci o Leandro Lehart no início do ano passado, quando ele levou o show em que visita o grupo Fundo de Quintal apenas como voz e violão ao Centro Cultural São Paulo, mas já acompanhava sua carreira à distância, ciente que mais que líder de um grupo de pagode dos anos 90, ele também era um dos grandes conhecedores da história do samba. Esta aproximação tornou-se amizade e pude conhecê-lo de perto: workaholic mas sempre de alto astral, exigente mas sempre preocupado com os outros, paciente e cheio de histórias para contar, um poço de conhecimento musical, uma generosidade rara para um artista de sua magnitude comercial e um monte de ideias na cabeça. Uma delas transformava o Art Popular em uma banda de samba dos anos 60, Os Bambas, que contaria a história do samba em um filme que havia escrito. Ele tinha tudo pronto, uma febre criativa que bateu nele no fim do ano passado e o fez surgir com roteiro, premissa, figurino, nomes dos personagens, repertório, tudo. Os Bambas era uma comédia musical que estrearia nos cinemas no final deste ano. Mas percebi que ele poderia queimar uma etapa importante: transformar aquele material num espetáculo. Assumir que Os Bambas eram uma banda de verdade que faria shows pelo Brasil e que o Art Popular poderia se tornar algo ainda maior com essa transformação. E assim ele me convidou para fazer a direção artística deste show, que estreia nestas quinta, sexta e sábado em apresentações gratuitas no Itaú Cultural (mais informações aqui). É só o começo da viagem! Obrigado Leandro por permitir fazer parte disso.

Todo o Disco: Luiza Lian fala sobre Azul Moderno

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Nesta quarta-feira, dia 19 de junho, às 20h, é dia de dissecar mais um álbum com a presença de seu autor no Lab Mundo Pensante, ali no Bixiga – e desta vez converso com Luiza Lian sobre seu segundo disco, o belíssimo Azul Moderno, um mergulho remixado em questões espirituais e existenciais. É o quarto encontro da série Todo o Disco neste ano, e, por duas horas, conversamos sobre o disco – na primeira hora conversamos sobre a concepção, a composição, a produção e o lançamento para na segunda hora ouvirmos o disco com comentários faixa a faixa da própria Luiza. As inscrições podem ser feitas por aqui e você pode confirmar sua presença aqui. O Lab Mundo Pensante está sorteando um ingresso em sua conta no Instagram, basta acessar o link e seguir as coordenadas.

Alice Caymmi no CCSP

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Alice Caymmi começa a mostrar seu novo álbum, Electra, um estudo de piano e voz pela canção brasileira pela primeira vez em duas apresentações nesta terça e quarta no Centro Cultural São Paulo, a partir das 21h (mais informações aqui).