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Trabalho Sujo apresenta: Soños

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Maior satisfação receber o querido Thomas Harres na segunda sessão da série Trabalho Sujo Apresenta na Unibes Cultural, nesta sexta-feira, dia 19 de julho, a partir das 20h. O espetáculo Soños é um mergulho interior simbólico, um espelho dos céus, uma reverência à lua e ao tempo, em que Thomas Harres, músico e produtor musical, convida ritmistas para uma imersão coletiva percussiva no universo dos tambores das mais diversas origens. Na noite do dia 19 a Lua adentra o reino das águas em Peixes e Júpiter e Marte incendeiam os céus no fogo sagitariano e ariano respectivamente. Essa noite vamos mergulhar de encontro aos abismos vulcânicos submarinos, que criam a terra fresca e recém nascida da lava vulcânica que pulsa no coração da terra. Os tambores anunciam esse nascimento lento e poderoso do planeta que leva o nome de sua carne! Com a participação de Larissa Braga, Fumaça, Pablo Carvalho, Pacato e Thiago Silva, além de visuais de Alberto Harres. Os ingressos estão sendo vendidos neste link e você pode confirmar a presença no evento aqui.

Vida Fodona #597: Surrupiado pelo David Lynch

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Retomando o prumo.

Karina Buhr – “Sangue Frio”
Booker T & The MGs – “Green Onions”
Virgínia Rodrigues – “Asas”
Chico Bernardes – “Distante”
Fujiya + Miyagi – “Collarbone”
Chaz Bundick Meets The Mattson 2 – “Star Stuff”
Kinks – “Picture Book”
Beth Carvalho – “Salve a Preguica, meu Pai”
Curumin – “Sertão Urbana”
Yo La Tengo – “Blue Line Swinger”
Pavement – “The Hexx”
Supercordas – “Sobre o Frio”
Mopho – “Já Não é Mais”
Avalanches – “Electricity”
Poolside – “Harvest Moon”

Falando enquanto bebo

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Bati um papo com a Paloma Klisys do canal Vai de Cevada – o assunto era as coisas que faço (e fomos da curadoria de música ao Vida Fodona passando pelo livro que escrevi sobre o PC Siqueira), mas no meio do caminho conversamos sobre o que desse na telha. E bebendo cerveja, o que é mais estranho (quem me conhece, sabe).

Marcos Paiva Sexteto + Kivitz + Max B.O: Slamousike

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Quando o contrabaixista Marcos Paiva definiu o conceito de Slamousike, espetáculo que ele apresenta nesta terça-feira no Centro da Terra com seu sexteto e os MCs Max B.O e Kivitz, ele tinha plena convicção que a sobreposição entre jazz e rap ia para além do casamento musical. Observava os dois gêneros – cada um à sua maneira – como vertentes musicais radicais que funcionavam como músicas de protesto negro e o parentesco musical das duas culturas encontra-se no palco do teatro do Sumaré a partir das 20h (mais informações aqui). Bati um papo com ele sobre as origens do espetáculo e as inevitáveis conotações políticas desta fusão musical.

Velvet Underground a cores!

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É disso que as lendas são feitas: os poucos registros em vídeo do Velvet Underground em sua breve existência ajudam a aumentar a aura que o torna uma das bandas mais importantes dos últimos cinquenta anos. Por isso é sempre motivo para comemorar quando surge algum trecho da banda em vídeo – e foi o que acabou de acontecer nos Estados Unidos, quando, ao digitalizar parte do acervo da Southern Methodist University, em Dallas, foram descobertas imagens do grupo ao vivo – e a cores – em um show em 1969.

Os registros trazem a banda em sua formação final, com Doug Yule substituindo John Cale. Mas três de seus pilares iniciais estão lá: o cantor e compositor Lou Reed, o guitarrista Sterling Morrison e a baterista Maureen “Mo” Tucker. A banda foi chamada para participar do Dallas Peace Day, um protesto contra a guerra do Vietnã realizado no dia 15 de outubro daquele ano e, infelizmente, a maior parte dos registros não tem som. Os que tem mostram a banda tocando “I’m Waiting for the Man”, “Beginning to See the Light” e “I’m Set Free” e uma entrevista com Sterling Morrison. Mas só de ter imagens em movimento e a cores da banda já é um achado e tanto, saca só:

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Vi no Dangerous Minds.