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Cine Ensaio: Melhores filmes e séries de 2021

No primeiro Cine Ensaio de 2022, eu e André Graciotti recapitulamos o ano anterior escolhendo nossos filmes e séries favoritos do período – e como não consegui acompanhar muitas novidades, deixei pro André falar melhor de suas escolhas, comentando alguns filmes e seriados que consegui assistir em 2021.

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Aparelho: O bom, o mau, o feio e o PARANÁ

Começamos falando de velho oeste, mas logo descambamos para a política, em mais uma sessão do Aparelho em que eu, Vlad e Tomate lamentamos a cara de pau de muitos que achavam que era tranquilo tirar uma presidenta eleita para abrir caminho para o elenco mais torpe do pior filme de terror do mundo. Inevitavelmente chegamos ao Iron Maiden quando perguntamos: quais integrantes da banda de metal apoiariam a Lava-Jato?

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Altos Massa: Ninguém precisa de coach

O primeiro programa de 2022 também é uma oportunidade para que eu e Pablo Miyazawa discorramos sobre a natureza do Altos Massa, à medida em que começamos a vislumbrar um futuro sem a pandemia – trazendo séries para a primeira pauta do ano. Mas antes de traçar os novos rumos do programa e puxar outros assuntos também discutimos o que fizemos até aqui e isso nos fez cair na discussão sobre a essa lógica do coach, que faz as pessoas acreditarem que precisam pagar para ter esse tipo de incentivo pessoal.

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Crime Caqui vem chegando…

O disco de estreia das Crime Caqui está chegando e nesta sexta elas soltam mais um single, que pode ser ouvido em primeira mão aqui no Trabalho Sujo. “‘Feito pra Durar’ é uma música que dói porque nos identificamos com o sentimento humano de que nada dura para sempre”, explica a baterista Fernanda Fontolan sobre a música composta pela vocalista Yolanda Oliveira. “Percebemos como nos tempos atuais os amores líquidos têm predominado os afetos, a vontade de querer se entregar porém com o medo de se prender a um território a ser compartilhado e não mais inteiramente seu.” A canção vai de encontro às primeiras músicas da banda sorocabana e, mesmo com as guitarras marcantes, vai criando um clima etéreo que culmina com o synth tocado por May Manão, que deixa a guitarra de lado nesta música. “Tem vezes que a gente já sabe que uma coisa não vai durar”, continua Yolanda. “Ainda assim, acontece uma saudade estranha de como tudo poderia ter sido mesmo sem ter sido; o afeto às vezes é muito contraditório, você se apaixona mas não quer se machucar, você se envolve com uma pessoa e não consegue ficar vulnerável, porque dá medo”. E pergunta: “O que dói mais, ficar ou ir embora?” A faixa, produzida pela mesma Mônica Agena que assina a produção do álbum tem cara de faixa de abertura de disco – e deixa aquele gostinho de quero mais. Ouça abaixo.

 

Um quarto de século sem o Doutor Charles Zambohead

No dia 2 de fevereiro de 1997, Chico Science deixava este plano para abraçar a imortalidade. E para lembrar do mestre nestes 25 anos sem ele, conversei com Jorge Du Peixe, Lúcio Maia, Paulo André e H.D. Mabuse, todos amigos de longa data e chapas na construção da utopia que foi o mangue beat, sobre a importância do mangueboy original para nossa música, em mais uma colaboração para o site da CNN Brasil.  

Don L, Marina Sena e Juçara Marçal: os melhores de 2021 segundo a APCA

Saiu o resultado do prêmio de 2021 da Associação Paulista de Críticos de Arte, da qual faço parte da comissão de música popular ao lado de Roberta Martinelli, Marcelo Costa, Adriana de Barros, Pedro Antunes e José Norberto Flesch: o artista do ano é o rapper Don L, a cantora Juçara Marçal é dona do disco do ano, com seu épico Delta Estácio Blues, e Marina Sena ficou com o prêmio de artista revelação do ano. Não tem muita conversa, né?

Bom Saber #078: Jéssica Petit

No Bom Saber desta semana o papo é com a socióloga e filósofa pernambucana Jéssica Petit, que tem usado sua conta no Instagram para ampliar a conversa sobre a filosofia nos dias de hoje, quando discussões raciais, de classe, de gênero e até mesmo sobre a vida acadêmica se sobrepõem umas às outras causando esta sensação de estagnação, ampliada ainda mais pela situação pandêmica a qual estamos sendo submetidos há quase dois anos.

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