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O que você está ouvindo

Materinha pra Simples que tá na banca, sobre os sites Pandora e Last.fm

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Qual é a música?

Last.fm e Pandora são sites, rádios online, agregadores de conteúdo, comunidades online ou sistemas de recomendação de música? Conheça a nova geração de players da indústria musical

A crise na indústria da música, já deu pra perceber, não é tão generalizada quanto parece. Na verdade, um segmento sofre mais do que outros. São as gravadoras de disco que, depois da digitalização da música nos anos 80, lentamente vem perdendo poder, uma vez que seu principal bem – a capacidade de levar música em discos (seja de vinil ou de plástico) por todo o planeta – tornou-se irrelevante quando a equação “música digital + banda larga” começou a atingir níveis mais populares – e incluir mais gente neste processo.

A derrocada das grandes gravadoras multinacionais tem a ver com a má administração destas empresas nas últimas décadas (quando, em vez de investir em catálogos para o futuro, diretores regionais apostaram em sucessos instantâneos que ninguém quer ouvir dez anos depois), mas está mais ligada à mudança de paradigma básica que veio em decorrência à popularização da web, no começo dos anos 90: de que ninguém mais vai determinar, de forma tão vertical e autoritária quanto antes, o gosto do mercado. Cada vez mais as pessoas se tornam conscientes de seu papel não apenas como consumidor final (o sujeito que fica no fim do funil da indústria, esperando receber coisas) mas também como agente desta mesma indústria da música. E, assim, o papel das gravadoras, de “atravessador musical” – aquele sujeito que diz que música ou artista você deve consumir agora – vem se tornando literalmente irrelevante.

Mas crise na indústria do disco não quer dizer crise na indústria da música – são duas coisas distintas, é bom separar. De um lado, você tem cada vez menos gente disposta a entrar em uma loja e comprar produtos que só podem ser experimentados naquele ambiente (seja no fone de ouvido pendurado na gôndola da megastore ou os 30 segundos na playlist em streaming da loja virtual); do outro, você tem diversos artistas e produtores musicais indo conversar diretamente com seu público, sem esperar que alguém lhes diga como se portar ou o que vestir. Separada da indústria fonográfica, a carreira de um artista ganha uma profundidade inédita e cada fã pode se tornar tão importante quanto um radialista, um crítico musical em um jornal ou um diretor artístico um dia foram.

Logo, estamos dentro de uma outra situação nova – uma vez que o artista não precisa de uma grande gravadora para atingir seu público, as multinacionais deixam de ser os alvos de ataque destes artistas, que preferem atirar para todos os lados – dando MP3s, fazendo shows, colocando clipes no YouTube, criando produtos de merchandising (de camisetas a wallpapers para celular), abrindo faixas para remixarem, vertendo músicas em ringtones ou truetones… Existem um milhão e uma maneiras de se conversar com seu público hoje – e as novas bandas, artistas e DJs estão experimentando todas.

Dentro desta maré alta de nova música, como descobrir algo novo? Entre rankeadores automáticos, novas bíblias do bom gosto e personal ipodders, duas iniciativas – uma inglesa e outra norte-americana – mostram como é possível se entender neste novo cenário musical ao mesmo tempo em que ajudam a explicar que este mais tem a ver com o ouvinte do que com o artista. Ambos são, ao mesmo tempo, rádios online, sites de comunidade e agregadores de conteúdo – e não são nada disso, ao mesmo tempo. Pandora e Last.fm começaram de formas bem diferentes e disputam um lugar neste mercado rankeando gente a partir de artistas e gostos musicais.

Ambos partem do mesmo pressuposto: que, ao mostrar suas preferências musicais online, você abre a possibilidade para encontrar músicas e artistas que nunca havia pensado em conhecer. Num mundo em que cada vez mais gente produz música e mais música do passado sendo disponibilizada o tempo todo, este tipo de guia parece ser a melhor solução pra qualquer um que compre um MP3-player e pergunte-se por onde começar.

“Passei dez anos anteriores tocando em bandas de rock e escrevendo música pra filmes”, explica Tim Westergren, que fundou o Pandora ao lado de Jon Kraft e Will Glaser em janeiro do ano 2000. “Durante essa época passei a me dedicar a descobrir uma forma de ajudar músicos independentes a encontrar sua audiência mais facilmente. Eu tinha a idéia para o genoma baseado em minha própria experiência em tentar entender o gosto das pessoas e recomendar-lhes músicas”.

O genoma a que Westergren se refere é o projeto inicial do Pandora, que, como o próprio Projeto Genoma Humano, tentava rastrear semelhanças e diferenças entre artistas e estilos musicais para facilitar a vida de quem quer se aprofundar em certos nichos – a diferença é que, ao contrário dos engenheiros genéticos, a idéia não era corrigir ou solucionar problemas, mas agilizar o trabalho para fãs de música em geral. “Achei que tava dando certo ha alguns anos, quando finalizamos a primeira versão do genoma e criamos um sistema de recomendações”, continua Tim. “Isso foi muito antes do Pandora ser lançado. Contudo, após alguns meses após o serviço começar a funcionar que eu percebi que poderia se tornar algo realmente importante, que poderia potencialmente mudar o curso da indústria da música”.

O Pandora funciona da seguinte forma: escolha uma música ou artista de sua preferência que, em seguida e como numa rádio, o próprio site toca outras músicas que tenham a ver com a sua primeira escolha. A partir destas músicas, o site vai traçando seu perfil musical, já que você vai dando “sim” ou “não” para cada uma das músicas escolhidas.

Já o Last.fm funciona de outra forma: você instala um plug-in em seu player de MP3s (portátil ou não) e o programa cria um ranking das músicas mais ouvidas por você. Um não, vários: músicas mais tocadas, artistas mais tocados, artistas mais tocados na semana, no mês, no ano, e por aí vai. E, diferente do Pandora, você tem a opção de adicionar “amigos” e pessoas com afinidade musical próxima da sua. Os primeiros você acresce como em programas de rede social, como Orkut ou MySpace; os segundos são indicados pela própria Last.fm a partir dos seus rankings – comparando com o de pessoas que têm gostos parecidos com o seu. A partir deste, o próprio site indica que outras músicas você pode gostar – em alguns casos, até mesmo dando o MP3 para download.

“Fundei a Last.fm em 2002, com Felix Miller e Richard Jones”, conta Martin Stiksel, um dos CEOs do serviço. “Tínhamos uma gravadora onde bandas e artistas sem contrato podiam hospedar sua música e fomos soterrados por música boa, mas tínhamos um problema: ninguém conhecia nenhum daqueles artistas. Por isso, tivemos que desenvolver um sistema que conecta música desconhecida com os ouvidos certos, para promover a música certa para as pessoas certas”.

“Nosso objetivo é te ajudar em sua vida musical”, continua Martin, dando uma piscadela num emoticon, “nós podemos te ajudar a encontrar música nova e interessante, a redescobrir velhos favoritos, entrar em contato com outras pessoas que gostam das mesmas músicas que você, recomendar shows que você deve gostar de ir. Há tanta música e tanta oferta, por isso é importante achar boas recomendações sobre o que é interessante para você”.

O site começou a mostrar-se eficaz no meio de 2003. “Finalmente vimos que nossa forma de recomendar música para as pessoas estava funcionando de fato, era nossa ‘prova de conceito’. Até então, só achávamos que ele ‘poderia’ funcionar”, continua Martin. “O site acertou na veia desde esse início, muitas pessoas perceberam que poderiam mostrar como seu gosto musical era cool e ver o que os seus amigos estão ouvindo”.

Ambos concordam que um dos principais pontos desta decadência da indústria do disco é a falta de contato com o público. “O marketing de música definitivamente deve olhar mais o que as pessoas estão ouvindo de verdade em vez de fazer pesquisas de mercado com pessoas e pranchetas”, explica Martin.

“A melhor música dos últimos anos realmente saiu do underground da música independente e não foi inventado pelas gravadoras num laboratório”, ele continua. “Por isso, sim, o marketing de música deveria ouvir mais os ouvintes e fãs de música”. “Eu concordo com isso”, emenda Tim. “E acho que o interesse também é cada vez maior nas canções, à medida em que ela vêm se tornando cada vez mais a unidade de música através da qual a maior parte das pessoas interage”.

“Acho que na década passada assistimos a um declínio – não do fato de as pessoas gostarem menos de música, mas em como elas se sentem conectadas à atual cena musical”, continua Tim. “Acho que isso já começou a mudar e que a música digital está guiando está revigoração”.

“Um dos principais fatores era que a produção musical estava se tornando muito barato e acessível para qualquer um”, Martin segue. “Hoje você pode fazer em seu laptop o que, no passado, só era possível ser feito se você se chamasse ‘Pink Floyd’ ou algo do tipo. Isso propulsionou uma explosão de produção musical caseira e interesse por esta nova música”.

“Além disso, temos o fato que as gravadoras não estão gastando tanto dinheiro em criar novos superastros quanto o que elas gastam em relançar seus catálogos”, continua o CEO da Last.fm. “As gravadoras não estão nem aí para seu público e essa tendência sempre se manteve. Só agora ela está lentamente mudando. As pessoas estão escutando mais música do que nunca e mais música diferente do que nunca. A música nunca foi tão facilmente portátil do que hoje e você pode conseguir música a qualquer hora do dia. Por isso, estamos vivendo na melhor época para fãs de música”.

Cosplay de gente normal

Matéria que saiu na Bizz de outubro do ano passado, quando dos dez anos da morte de Renato Russo. O Ricardo juntou uma galera pra falar com gente que conviveu de perto com o sujeito e eu falei com o Bonfá, no depoimento abaixo.

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Marcelo Bonfá desconversa, divaga e foge do assunto – ele mesmo admite, pede pra chamá-lo de volta – mas sabe que a ausência de novos discos com o nome de sua antiga banda na prateleira de lançamentos está ligada diretamente ao fato de a família de Renato Russo apenas ter desenvolvido o interesse pela obra da Legião Urbana após a morte do cantor. “Eu sei que é isso que você quer ouvir”, diz, com o riso no o canto da boca, “mas não é culpa da família, e sim de gente com outros interesses que se aproximaram deles”.

“O ponto central dessa história dos relançamentos é a questão do espólio do Renato. A família dele, que nunca acompanhou a Legião Urbana, logo após seu falecimento já estava sendo procurada por pessoas que não pareciam interessadas na história da banda. A marca, a patente “Legião Urbana” foi registrada logo após a morte dele, quando a gente ainda estava mal por conta de toda a história. Chamamos uma coletiva para anunciar que a banda não existia mais – até porque o próprio Renato falava que se apenas um de nós, ele, eu ou o Dado, saísse da banda, a Legião não iria existir mais – e, ao mesmo tempo, tinham pessoas registrando o nosso nome.

Falando propriamente de Legião, lançamos apenas discos quando fomos procurados pela EMI para disponibilizar este material. Mas eles nos chamaram, apresentaram a proposta, a gente se envolveu, escolheu o que achava melhor… Acho que, assim, este processo funciona. Só que nesse meio-tempo, a família do Renato conseguiu tirá-lo da editora que tínhamos, eu, ele e Dado, a Corações Perfeitos, que é a editora de todas as músicas da banda. Assim, a gente só teria direito às músicas que assinamos em conjunto, não às que ele assinou sozinho.

Mas quando fazem algo como o tributo que o Multishow fez que, teoricamente, era sobre o Renato, vieram só nos avisar. A gente pensou, ‘claro, tudo bem, faz sobre o Renato…’, mas aí, em cima da hora vêm nos pedir autorização pra liberarem ‘Soldados’ e ‘Pais e Filhos’, prum projeto que a gente só foi avisado. Aí querem que a gente libere e pronto. E se a gente não libera, tentam criar uma coisa com a Plebe e com o Rappa, pra fazer a gente parecer chato, amargurado.

O próprio Renato falava em lançar uma caixa com o material não-lançado da gente, coisas ao vivo, ensaios, gravações caseiras, e o nome seria apenas Material. Era mais ou menos a idéia do Música P/ Acampamentos, só que mais aprofundada, numa caixa mesmo. Mas depois de toda essa confusão, essas picuinhas, a gente preferiu deixar isso pra lá. Tá tudo na internet mesmo, o fã hoje consegue tudo de graça. Eu não acho legal, eu acharia interessante se eu pudesse receber sobre esse tráfego de MP3s, porque afinal de contas, é uma obra minha, é parte da minha vida, eu tenho direito, mas… eu não vou processar meus fãs, isso é burrice. Então deixa…

Se eu tivesse que contar a história da Legião, como um Anthology dos Beatles, como você falou, uma versão oficial, eu preferia fazer isso em vídeo, do que compilar faixas que nem são faixas direito.

Eu sigo fazendo meu trabalho, o Dado o dele, e é claro que a gente tem que falar de Legião, não dá pra fingir que não aconteceu nem ficar chateado com voltarem a uma parte da minha vida, sempre. Paciência. Lancei meu disco solo, que não tem referências ao Legião porque não é o Renato, eu e o Dado, sou só eu. E tenho trabalhado com vídeo e imagem, concentrando o meu trabalho no meu site (www.marcelobonfa.com.br). E, é claro, ainda sou lembrado pela Legião, o tempo todo. As pessoas param pra tirar foto comigo, gente de banda muito nova vem conversar, eu não posso fugir disso. E não posso dizer que não gosto. É um carinho verdadeiro. Quando percebi que podia conciliar isso com a minha carreira, comecei a fazer shows em eventos dedicados à banda, como convidado especial. É claro que eu canto músicas da Legião, tenho que cantar, mas canto as minhas também. É engraçado, porque eu me sinto naquelas convenções de Star Trek só que as pessoas não estão fantasiadas. São pessoas comuns, gente normal. Esse é o nosso público”.

Você sabe o que vem depois de TERA?

Se o Giga tá ficando portátil e o Tera é a unidade que os sites tiram onda entre si, anotaê a tabelinha dos 10 elevado a X potência que teremos que nos acostumar, nos próximos anos…

Prefix Symbol(s) Power of 10 Power of 2
kilo- k or K Note 1 103 210
mega- M 106 220
giga- G 109 230
tera- T 1012 240
peta- P 1015 250
exa- Note 2 E 1018 260
zetta- Note 2 Z 1021 270
yotta- Note 2 Y 1024 280

Fonte: Wikipedia

Tacafogo!!

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E continuamos nossa saga de manter o verão 2007 tão quente quanto nossas noites, daí a terceira Gente Bonita Clima de Paquera nem espera janeiro acabar, pra fechar nossa tríade de fins de semana pegando fogo na noite de São Paulo. Mais uma vez, Alexandre Matias e Luciano Kalatalo abolem fronteiras entre décadas, gêneros musicais e canções e incendeiam a pista do Audio Delicatessen, que já ficou pequena no penúltimo finde e deve repetir a excelente performance do dia treze. Então cadastre seu nominho na nossa lista e não reclame se tiver que pagar a inteira: que agora é R$ 20 – mas a meia, na nossa mão, continua cincão.

It’s we!

Gente Bonita Clima de Paquera
Nos CDJs: Luciano Kalatalo & Alexandre Matias
Sexta-feira, dia 26 de janeiro
23h (Sem hora para acabar)
Local: Audio Delicatessen – Rua Mourato Coelho, 651 – Vila Madalena
Telefone: (11) 3097 0880 e (11) 3816 1220.
Preço: R $ 20 na hora / ou R $ 5 para você que é Gente Bonita, é só se cadastrar na lista www.gentebonita.org

Vida Fodona #068: Eu podia até falar mais um pouco disso mas deixa pra lá

Mais Simian, mais Supercordas, mais Hot Chip, hits do verão 2007, celebrando a volta do Led dos anos 90, Prince desenterrado, pós-punk paulistano, groove pra criançada, dica do público da festa, funkeira atlântica, psicodelia pop, suingue marcial, disco-rock da Noruega e Chemical Brothers novo.

– “Slippin’ On Down (feat. Bob Arkin)” – Fantastic Plastic Machine
– “Sobre o Calor” – Supercordas
– “The Beach Party” – Hot Chip
– “Hold Me My Daddy” – XTC
– “Babyface” – U2
– “The Ballad of Dorothy Parker” – Prince
– “Mediocridade Afinal” – Smack
– “Classificação” – Trio Soneca
– “Snoop’s Bounce” – Snoop Doggy Dogg + Rage Against the Machine
– “Giggin’ Down 103rd” – 103rd St. Rhythm Band
– “The Sweet Escape (feat. Akon)” – Gwen Stefani
– “Fa-Fa-Fa” – Datarock
– “Piggy in the Middle” – Simian Mobile Disco
– “Electronic Battle Weapon 8” – Chemical Brothers

Chegaquê.

Contra-ataque

Resenhinha que saiu hoje na Ilustrada. Tem entrevista com o autor do livro aqui nesse link.

Livro reconta a história sob a ótica iconoclasta

A expressão “contracultura” nos remete aos anos 60 de passeatas, hippies, drogas, rock sério e sexo livre, tempos de uma transição entre o Technicolor da psicodelia e o vermelho e preto de maio de 68. Esta lembrança desdobra-se mais adiante nos pais e filhos desta geração clássica – antes, os beats, o jazz e o blues, James Joyce e os xamãs; e depois, a cultura rave, clubber, nerd e geek, o hip hop e o ativismo político eletrônico. “Contracultura Através dos Tempos” amplia ainda mais este escopo, e reconta a história da humanidade do ponto de vista da quebra dos valores tradicionais e do espírito inquieto das épocas de mudanças. O livro (assinado pelo nome de batismo – Ken Goffman – do ativista e escritor R.U. Sirius) determina um Prometeu hedonista e um Abraão iconoclasta como pais desta cultura da mudança. No cânone, judaísmo, a Paris do século 19, Thoreau e Whitman, trovadores medievais, taoísmo, zen e sufismo, Sócrates e o Iluminismo, apontam para a acid house, a internet, o ambientalismo e a Nova Esquerda, numa grande árvore genealógica desta história paralela. O prefácio de Timothy Leary é só a cereja.

CONTRACULTURA ATRAVÉS DOS TEMPOS – DO MITO DE PROMETE À CULTURA DIGITAL
Cotação: Quatro estrelas
Autores: Ken Goffman (R.U. Sirius) e Dan Joy
Editora: Ediouro
Quanto: R$ 54,90 (432 págs.)

Verão 2007

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Sem lugar pra desfilar o bronzeado das férias? As baladas “mudernas” fogem da raia assim que o sol aparece? Tá faltando música nova no seu verão 2007? Tanto tempo na horizontal faz a gente ficar desacostumado, mas Gente Bonita Clima de Paquera vem lhe salvar do marasmo. Seguimos neste novo janeiro rasgando hits de todas as épocas e gêneros cutucando diferentes pontos do imaginário sonoro pop da massa, groove na cabeça e bate-estaca no coração. De novo no Bar Treze, Alexandre Matias e Luciano Kalatalo juntam todas as músicas que você quer ouvir numa só noite, sem lugar pra fronteiras, xiitas e guetos. Só existe uma categoria nesta noite: a primeira categoria. Música boa pra dançar e pra começar o ano com seus dois pés certos. E não esqueça de colocar seu nome na nossa lista: www.gentebonita.org

Hoje, sexta-feira, dia 19 de janeiro de 2007
Discotecagem: Luciano Kalatalo e Alexandre Matias
Local: Bar Treze – Rua Alagoas, 852 Higienopólis (em frente à Faap)
Telefone: 11 3666-0723
Horário: A partir das 23h
Preço(s): R$ 10,00 e R$ 5,00 (com nome na lista – é só se cadastrar no
site: www.gentebonita.org)

Vida Fodona #067: Blá-blá-blá, não-sei-o-quê

Tributo aos Smiths com guitarras, saudações matinais, pedidos do público, oitentismo nerd, Beck ao vivo, outro remix do MSTRKRFT, a nova do LCD, aquela do CYHSY e Pixies!

– “Carro Branco” – Os Lobos
– “Bom Dia” – Kamau
– “Crowded Avenue” – Honeycut
– “Nicotine & Gravy” – Beck
– “How Soon is Now?” – Afghan Whigs
– “There is a Light That Never Goes Out” – Nada surf
– “This Charming Man” – Death Cab for the Cutie
– “Debaser” – Pixies
– “Work Work Work (Pub Club Sleep)” – Rakes
– “The Skin of My Yellow Country Teeth” – Clap Your Hands Say Yeah
– “She Blinded Me with Science” – Thomas Dolby
– “Time to Get Away” – LCD Soundsystem
– “Jean” – Tok Tok
– “Work On You (MSTRKRFT Remix)” – ParaOne

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