E por falar em chupada…
O Chernobyl mandou um email todo feliz comemorando que havia desmascarado o Justice – e mostrou que “D.A.N.C.E.” saiu de um trecho de “Me Against the Music”, aquele dueto da Madonna com a Britney. Se liga:
O Chernobyl mandou um email todo feliz comemorando que havia desmascarado o Justice – e mostrou que “D.A.N.C.E.” saiu de um trecho de “Me Against the Music”, aquele dueto da Madonna com a Britney. Se liga:
E essa que o Woo levantou: saca o vídeo de “I am a Gummy Bear” (uma música do fim de 2007, criada pelo mesmo na esteira do insuportável Crazy Frog) e vê se não parece DEMAIS com “Love Lockdown” do Kanye West. Bernardo que mandou essa.
Cada louco com a sua mania…
É velho, mas é bom lembrar.
Lindaço. Pena que acaba no começo dessa década – e de uma forma abrupta.
Dica da Ju.
Não me peçam pra seguir a tal reforma ortográfica, não consigo cogitar sequer o fim do trema – tão querido -, que dizer escrever “Coréia” sem acento. Mas como nunca me incomodei com quem escreve “êle” com circunflexo, creio que a poucos irei incomodar. Mesmo porque essa tal reforma me lembra aquela história dos kits de primeiros socorros que eram obrigatórios em todo carro – e que depois descobriram que não serviam pra nada. Imagino a quantidade de livros que estão sendo escritos (ou reescritos) para encaixar-se nessa nova regra… E ao mesmo tempo, me pergunto, na ingenuidade: se existem 210 milhões de pessoas que falam português no mundo e a idéia é padronizar o idioma, por que não adotamos as regras de onde está a imensa maioria?
Stephane Kardos é um francês que trabalha na Disney e publica alguns desenhos em seu blog, pra passar o tempo. O detalhe é que essas imagens aí de cima ele fez usando o programa Brush – equivalente ao PaintBrush – do iPhone. Tem outras nesse set do Flickr.
Calma, que isso é fake – ainda.
Daqui a pouco teremos o primeiro anúncio de uma nova série de produtos da Apple que não contará com a presença de Steve Jobs e a boataria sobre os motivos da ausência do fundador da empresa no tradicionalíssimo discurso na MacWorld em janeiro que ele teve de escrever uma carta aberta ontem explicando os motivos que obrigaram-no a se ausentar da feira esse ano:
As many of you know, I have been losing weight throughout 2008. The reason has been a mystery to me and my doctors. A few weeks ago, I decided that getting to the root cause of this and reversing it needed to become my #1 priority.
Fortunately, after further testing, my doctors think they have found the cause—a hormone imbalance that has been “robbing” me of the proteins my body needs to be healthy. Sophisticated blood tests have confirmed this diagnosis.
“Desequilíbrio de hormônios” que muita gente vem especulando ser eufemismo pra câncer, mas Jobs não toca no assunto.
Enquanto isso, cresce a boataria sobre o que pode ser o grande anúncio da empresa para 2009. As apostas incluem a ampliação do sistema de entretenimento digital que a empresa aos poucos está montando ao redor do iTunes (linkando Apple TV, locações digitais de filmes e seus portáteis numa mesma experiência), o anúncio do fim do DRM nas faixas vendidas via iTunes, servidores de mídia com conexões sem fio, a entrada da empresa na área de software online e o lançamento de um novo tablet, criado a partir do sistema operacional do iPhone.
Eu aposto em dois itens: um Mini Macbook, que seria versão da empresa para os netbooks/mininotebooks que começaram a desequilibrar o mercado em 2008, e o iPhone Nano aí em cima. O pequeno notebook já era especulado antes mesmo do lançamento do Macbook Air na Macworld em que fui no ano passado e alguns jornalistas com que conversei comentavam que o próprio Air tinha sido uma solução feita às pressas para apresentar um produto novo que combinasse a miniaturização do hardware Apple e os ataques que ecologistas fizeram à empresa. Que seria um meio-termo entre o Macbook e esse subnotebook que a empresa lançaria agora – reempacotando o produto da forma que só eles sabem fazer. Foi assim que, com o iPod e o iPhone, eles transformaram o MP3 player e o celular em itens que não eram apenas ícones de status, mas de cooleza, “mudernidade”. O iPhone Nano, que seria uma versão mais simples e mais barata para o telefone da Apple, já estaria sendo fabricado na China – enquanto versões fakes começam a aparecer antes mesmo do produto existir (que mundo lóki!).
Tudo isso porque a Apple está em uma bela sinuca de bico. Afinal, ela sempre se orgulhou em ser uma empresa de nicho e que esse pequeno e fiel séquito lhe garantiria o status necessário para se manter no mercado. Mas a partir do momento em que o iTunes, o iPod e o iPhone começaram a lhes dar o gostinho da popularidade global em escala massiva, a empresa parece ter gostado da brincadeira e está disposta a entrar no mercado. Afinal, por maior que seja o sucesso do iPhone, ele não chega nem perto das centenas de milhões de telefones que produzem, cada uma das cinco principais fabricantes do mercado (Nokia, LG, Samsung, Motorola e SonyEricsson). E também não custa lembrar que o sucesso do iTunes se deve à miopia administrativa do setor fonográfico. Idéias, a Apple tem. Resta saber se tem fôlego para brigar com os grandes.