Pra quem torce pela derrocada da cantora, má notícia: ela segue cantando e muito, independente de drogas, cachaça ou coisas do tipo (que época politicamente correta tosca essa que estamos vivendo, né… Antigamente não tinha essa polícia toda em cima de quem usa o quê ou pra quê, mas enfim…). O vídeo foi feito num celular – e nem isso consegue diminuir o talento de Amy.
Fui lá ver a palestra do sujeito, mas não gostei… E o Link tá cobrindo a Campus Party desse ano com um blog direto do evento.
Como vocês já sabem o que eu acho da reforma ortográfica, é lógico que já aderi a essa campanha:
E vou além – troco o trema pela crase! Sei usá-la muito bem, mas a abolição da crase seria o fim do martírio de muita, mas muita gente (fora o martírio de quem sabe usar crase e vê a coitada numas vogais improváveis). E se acham pouco, ainda cederia o “h” do verbo “haver” – aí nunca teria erro, é sempre “a”.
Música sem músicos! Eis o Songsmith, a resposta da Microsoft para o Guitar Hero. E aí: surge uma nova era para quem não sabe fazer nada com música mas quer cantar ou liberou geral música ruim?
Mais um: o Barata Obama.
Blog brasileiro pegando no pé do sujeito: Obama on Drugs.