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MSTRKRFT 2009

Autores de um dos melhores discos de 2006, a dupla canadense mais barulhenta do século está pronta para voltar a atordoar o planeta com disco novo, Fist of God, em março. E essa capa é uma das melhores que já vi em tempos de MP3… Quem deu a dica foi o Doc Lee.


MSTRKRFT – “Bounce

Nerds x De Leve

Olha que mico:

E justo com o De Leve, que é um dos caras mais tranqüilos que eu conheço nesse metier – além de ser um dos primeiros caras a usar a internet como forma de divulgar o próprio trabalho… Não gostou, vaia, tudo bem. O artista tem todo o direito de ser vaiado – e sabe disso. Agora, partir pra porrada? Ameaçar o cara via YouTube? Truculência é pior que burrice, hein. Com tanta sarna pra se coçar, nego fica perdendo o tempo e querendo arrumar briga por causa de falso moralismo? Brincadeira…

Whitest Boy Alive – Rules

Com uma curta mensagem em seu MySpace, o quarteto Whitest Boy Alive fez um balanço de seus dois primeiros anos de vida e anunciou o lançamento de seu segundo disco, batizado de Rules. No novo álbum é mais perceptível a forma como o vocalista e guitarrista sueco Erlend Øye, que também é metade do Kings of Convenience, transformou a banda em seu principal veículo – deixando a dupla e sua carreira solo em segundo plano. Inicialmente eletrônico, o novo disco é uma jóia que não fica preso a um único gênero. A maioria das faixas seguem uma fórmula que mistura jazz funk dos anos 70, eletrônica minimal, bossa nova, twee e um clima meio lounge – sem nunca pender mais para um lado ou outro. O resultado é um disco pop com quase 100% de aproveitamento das canções – com refrão, groove discreto, melodia, bons arranjos e um vocal sempre agradável e ensolarado, embora seja um sol quase sueco. Muito bom.


Whitest Boy Alive – “Keep a Secret


Whitest Boy Alive – “Intentions

Hot Chip x Joy Division

Já o Hot Chip, não tem erro: eles sempre dão um jeito de deixar as músicas que regravam com a cara deles – e elas quase nunca são ruins. E ao fazer cover de Joy Division – tarefa ousada – seguem seu padrão. Mexem pouco na música, acrescentam, retiram ou substituem um ou outro instrumento novo, sem mexer em nada na canção original, embora a paisagem de timbres esteja tão diferente do original que a voz fina de Joe Goddard não soa heresia para quem gosta do tom funéreo do coronel Curtis.


Hot Chip – “Transmission (cover de Joy Division)

O toque de Midas ao contrário de Diplo, quando o assunto é remixar hit

Já falei: é dar hit pro Diplo pra música desandar. Dessa vez é com “Circus”, faixa-título do último da Britney. De novo, sem criatividade, ele vai lá e põe de novo a batida do funk junto com algum efeitinho meio Miami, distorcendo alguns vocais e engasgando umas sílabas… O lance do cara é pegar músicas ruins, fracas, fuleiras e dar um levantada na moral delas justamente com o remix – mas se a música já é boa, o resultado é quase sempre óbvio e sem graça. Vale aquele questionamento do John Waters, sobre cinema, mas que funciona que é uma beleza nesse caso: “Por que só fazem remakes de filmes bons? Por que não melhoram os péssimos?”.


Britney Spears – “Circus (Diplo Remix)

Por que eu amo Monty Python

Os criadores do South Park, David Hyde Pierce (do Frasier), Jimmy Fallon (SNL), Judd Apatow (Superbad), Hank Azaria (Simpsons), entre outros, falam de sua paixão sobre o grupo que melhor traduz o termo humor inglês.