Bom dia!
Sim, clicando aqui você vê exatamente o que o título desse post anuncia! Cuidado se for abrir no trabalho, hein…
Olha o setlist do show do Franz no Glastonbury no fim de semana…
“The Dark Of The Matinée”
“No You Girl”
“Do You Want To”
“Turn It on”
“Michael”
“Walk Away”
“Bite Hard”
“Take Me Out”
“What She Came For”
“The Fallen”
“40′”
“Outsiders”
“Jacqueline”
“Ulysses”
“Lucid Dreams”
“This Fire”
Foda, hein? Dá pra contar nos dedos as bandas que nasceram nessa década e que mandariam tantas músicas foda num mesmo show. O Discotheke botou o vídeo do show inteiro, filmado da BBC, pra download lá.
E se o seriado tivesse sido criado dez anos antes? Um exercício em forma de mashups, com:
Full House
Step by Step
Friends
Mais uma homenagem de Maurício de Sousa a Michael Jackson.
Viram a capa da Q? Não é agilidade editorial – mesmo porque quando uma revista não é semanal, ela quase sempre é pensada sempre a médio/longo prazo (revista é, conceitualmente falando, o extremo oposto do “tweet”). A Q vinha pensando nessa capa há pelo menos três meses e tinha como gancho os 50 shows que Michael Jackson faria em Londres – e a tiragem havia acabado de chegar ao distribuidor inglês quando a notícia de sua morte foi confirmada. O autor da foto, o fotógrafo John Wright, teve apenas um minuto e meio para realizar seu trabalho e disse ao site da Sky News que “ele parecia exatamente como você esperaria que Michael Jackson parecesse: cabelo liso, jaqueta militar, óculos escuros o tempo todo. Ele estava usando muita maquiagem e não tinha a pele mais saudável que eu já vi”, explicou, “minha principal lembrança é a de como ele era educado – esqueça tudo que aconteceu, se você fosse um de seus pais, ficaria orgulhoso de como ele tinha sido criado”.