Você já deve ter visto o Wilco e o Fleet Foxes cantando “I Shall Be Released”, mas não custa voltar ao tema.
Vale conferir também o texto que acompanha esse vídeo. Bonzão.
Desta vez com Dr. Seuss. Uma espécie de Monteiro Lobato/Vila Sésamo dos anos 50 dos americanos, Theodor Seuss Geisel, mais conhecido pela alcunha de doutor Seuss (pronuncia-se “suss”), escreveu livros infantis e criou personagens que entraram de tal forma no subconsciente americano ao ponto de ainda serem adaptados para o cinema em grande escala na última década (tanto o Grinch de Jim Carrey, o Gato de Mike Myers e a animação do Horton são adaptações de sua obra). Quando ouvi o disco de homenagem do ToTom ao Dylan, lembrei deste projeto Dylan Hears a Who, cujo autor se autobatizara de Mocking Dylan (“tirando um barato de Dylan”, numa tradução livre), lançado em 2007, que foi desativado a pedido dos detentores dos direitos autorais do próprio doutor. Felizmente, eis a internet e tanto o torrent com as seis músicas é facilmente encontrado online quanto os próprios MP3, espalhados em blogs. Este abaixo eu tirei do Obscure Sound, que ainda tem outras duas músicas por lá. E a fórmula é simples: e se Dylan regravasse as canções do Dr. Seuss? Como o humor de Seuss é cheio de trocadilhos e listas, não fica muito distante da própria obra do bardo americano. Se liga:
Desta vez, tocado: cortesia da banda holandesa 1614, que toca “All Along the Watchtower” com o solo de “Stairway to Heaven” no vídeo abaixo.
Desta vez foi o Rodrigo quem apareceu para dar a contribuição dele ao cenário: pincei duas músicas inéditas que foram tocadas no festival e que estavam entre os vídeos da cobertura completa que ele fez do festival em seu site. Uma do Klaxons…
…e outra do Friendly Fires:
E se… (Spoilers embaixo, se você não terminou de ver a quinta temporada de Lost, zarpa).
Olha o que essa leitora do Teorias Lost cogitou:
jacob e esau/paul/samuel são na verdade do futuro e não do passado.
um futuro onde o homem, unindo conhecimentos antigos de diferentes culturas (egípcia-hindu-budista) aliados à física, já desvendou totalmente os mistérios do espaço-tempo, da matéria e da mente. eles não são deuses ou entidades, são homens com um conhecimento intelectual avançado que não possuímos hoje.além deles, a ilha também é um local vindo do futuro.
jacob, ‘esau/paul/samuel’ e a ilha viajaram ao passado, fugindo da destruição total da humanidade (previsto pela equação de valenzetti) talvez provocada por eles mesmos.esau/paul/samuel acredita que eles devem permanecer na ilha sozinhos, isolados do resto do mundo, eternamente. (eternamente no sentido literal. eles vieram de uma época onde a vida eterna -da mente- se tornou uma realidade…também por esse motivo ele possui uma vontade enorme de matar jacob, mas não o faz…pq simplesmente é impossível fazer)
jacob, acredita que pode fazer algo ele mesmo para que a humanidade não chegue a um fim no futuro…e por isso decide manipular pessoas para evitar o fim. (o diálogo inicial dos dois dá a entender que aparentemente ele já fez isso várias vezes, de outras formas e sempre acontece a mesma coisa).
Bom, hein? Ela fala mais lá no Teorias – vamos dividir audiência, por favor, termine de ler no blog do Leco.
Não é brincadeira, não. A caixa da quinta temporada da série em Blu-ray vem acompanhada de uma fita de vídeo contendo os filmes de orientação Dharma. Vi lá no Dude We Are Lost – que também avisa que a caixa não será lançada no Brasil. E uma dica: GRANDE PARTE – e não só quem já comprou player de Blu-ray – dos fãs de Lost compraria essa caixa SÓ para ter uma cópia dessa fita, mesmo que nunca a assistam. Afinal é uma relíquia, um objeto de decoração, puro fetiche táctil, uma versão portátil do parque temático Lost que a Disney quer construir ano que vem.
Existe a possibilidade deste tipo de produto ser exclusivo para a nova mídia justamente para obrigar os fãs a comprarem o player, funcionando como isca. Tenho minhas dúvidas. O momento para o Blu-ray é péssimo devido à digitalização inevitável, mas a indústria ainda vai insistir alguns anos em vender discos para pagar as contas. Já a possibilidade do suporte se transformar em um objeto de decoração e, no fim das contas, arte, está lançada e não é de hoje – e estamos às vésperas de ver a mesma indústria que hoje fabrica discos aos milhões patrocinar artistas para produzirem objetos carésimos, personalizadíssimos e de tiragem minúscula (vinculados a franquias de filmes/jogos/músicas que serão, nos finalmentes, gratuitos). Se Damien Hirst pode, por que não a cultura pop?
É, bicho…