Quando o conceito de “novas divas da MPB” encontra o revivalismo anos 80
Podia ser um quadro do Hermes e Renato. Ou trilha sonora de novela das sete. Mas é um comercial de iogurte. Dica da Bean.
Podia ser um quadro do Hermes e Renato. Ou trilha sonora de novela das sete. Mas é um comercial de iogurte. Dica da Bean.
Ou você não reconhece o Também Sou Hype só pela sigla?
Eis o nome da vez no hip hop brasileiro, repare.
Eis a opinião do Mario AV sobre o tema, que, a meu ver, é uma discussão superestimada e umbilical num nível que nem os blogs da fase 1 da blogosfera eram. Pra mim, jornalismo tem mais a ver com o lado não-ficção de qualquer livraria do que uma técnica que pode ser aprendida em aulas – somos todos escritores, porra. A Ana também discorre bem sobre o tema (adoro como ela cita o Clark, o Tintim e o Zé Bob no meio da história, como quem não quer nada) e o Scotto levanta outra questão, de outra ordem (Multi quem deu a dica):
“Eu era a favor da formação profissional para exercer a atividade jornalística. Hoje sou decididamente contra o diploma. E me convenci disso agora, quando o Supremo decidiu pelo liberou geral. O rancor com que velhos jornalistas não diplomados escrevem sobre o assunto – a alegria e o gozo incontrolável com que saudaram a decisão – revela com que recalque viveram todos estes anos. Abaixo o diploma! Não podemos deixar estas pessoas mergulhadas eternamente no ressentimento, na amargura interminável da frustração. É uma questão de humanidade.”
E o filme é engraçadaço, nota 8. Só a elite da Hollywood pop atual: Spielberg, Michael Bay, Shia, Megan, Orci e Kurtzman, Turturro – tem até o Dwight. Filme de ação superlativo em tudo, daqueles que o som importa tanto quanto as imagens, cheio de piadinhas de seriado, frases de efeito e referências pop – e isso sem esquecer que o um filme inspirado em uma linha de brinquedos, o que torna tudo mais bizarro (fico pensando que, no futuro, filmes vão lançar coleções de moda, cenas musicais ou personalidades desconhecidas – uns já fazem isso, percebam). Uma das máquinas do filme – o Devastator – parece uma metáfora pro próprio filme: um robô-gigante formado por diferentes pedaços de máquinas que devora tudo que vem pela frente. Eu me amarro em filme assim, que usa efeito especial sem complexo de culpa.