Enterra!
Lembrei de “I Wish“, do Skee-Lo.
Lembrei de “I Wish“, do Skee-Lo.
A Spin já foi a revista de música mais importante dos Estados Unidos, quando a Rolling Stone assumiu o ar yuppie e fingia que o rock inglês era um modismo passageiro. Do meio dos anos 80 até quase o fim dos anos 90, a revista não só detectava tendências como consagrava nomes em ascensão, além de ser editada com uma verve estritamente pop, sem pretensões intelectuais, jornalísticas ou deslumbradas. Ela consolidou tanto o rock alternativo dos EUA quanto o pop inglês no início dos anos 90 e tornou-se o contraponto ideal para a caretice da Rolling Stones. Depois, já neste século, se perdeu entre o R&B e o new metal (como o tablóide inglês NME, que só agora parece sair dessa crise), até arriscou um flerte com o indie mainstream, mas perdeu completamente a mão. O melhor é que a revista fechou com o Google Books e agora todas suas edições estão disponíveis online – e de graça.
Bem legal essa escultura de papelão da artista plástica mexicana Ana Serrano. Tem outras lá no site dela.
Opa, continuação de B-13 a caminho. Pra quem não viu, o filme original foi o veículo encontrado por Luc Besson para vender o parkour (esse jeito de sair pulando pelas coisas que a Madonna hypou no clipe de “Hung Up”) e, como a maioria dos filmes de ação que levam a assinatura do sujeito, é bonzaço. Não apenas por começar citando uma cena de Vale Tudo (a novela do Gilberto Braga, sério), mas por pegar o gancho do gênero e optar por dois heróis que raramente usam armas brancas ou de fogo – usando apenas seus próprios corpos e objetos encontrados aleatoriamente como acessórios para a porradaria.
Não pergunte…
Cada maluco…
Este é o desafio proposto a si mesmo pelo designer Gideon’s Life, que já postou duas temporadas em seu Flickr (a primeira está aqui, a segunda, aqui). Bem massa.