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Link – 29 de março de 2010

Vem aí a lei que vai mudar a webMarco Civil hackeado mostra a participação dos brasileirosE depois, o que acontece com o Marco Civil?O que aborda o projeto de leiOlha o nível das leis sobre internet no BrasilO que os olhos não veem, o Photoshop desenhaA arte do século 21, no iPhone e via FacebookKit Kat na mira • Samsung, TV 3D e E-Book • Bom, bonito e… vai, caro ele não éDo bloco para o celularMegarretrôBonitinho, mas…Fone para ouvir baixinhoÉ só começarPossantinhoBlackberry maduroAndroid DuracellQuem seremos nós na internet? Qual o login que escolheremos?4 cantosMuitas opções na PaulistaCartas marcadas no CentroLocalize-se no FoursquareVida Digital: Mary Lynn Rajskub

Vida Fodona #205: Escorregadio

Começamos com guitarras, caímos no suíngue do violão, vamos pro mangue dub e depois para a pista de dança, pra terminar loucomanso.

Velvet Underground – “One of These Days”
Gang of Four – “Not Great Men”
Engenheiros do Hawaii – “Sopa de Letrinhas”
Paul Simon – “Me And Julio Down By The Schoolyard”
Novos Baianos – “Swing de Campo Grande”
Kaada – “All Wrong”
Tom Zé – “Toc”
Bonsucesso Samba Clube – “Derrapar”
Supremes – “Come Together”
Franz Ferdinand – “Outsiders”
Justice – “Let There Be Light (Fred Falke + Alan Braxe Marathon Mashup)”
Terry Poison – “Comme Ci Comme Ça (Twelves Remix)”
LCD Soundsystem – “Drunk Girls”
Brand X – “Chillin on the Plane”
Chromeo – “Night By Night (Midnight Conspiracy Remix)”
Shins – “Sleeing Lessons (RAC mix)”
Bonifrate – “Céu & Chão”

É por aqui.

OViolão: Burro Morto – “Navalha Cega”

Agora é a vez dos paraibanos do Burro Morto de refazer sua “Navalha Cega” com ênfase acústica. Filhotes bastardos do mangue beat com a influência da nova cena instrumental paulistana (seja Hurtmold ou Instituto), os quatro esticam ainda mais o tema original, puxando referências tanto na música caipira quanto no rock progressivo. Coisa fina.


Burro Morto – “Navalha Cega

Se preocupar com a vida alheia: um esporte brasileiro


Big Julgamento Brasiu, de Cris Dias

A ópera-sabão dos Nardoni é só a continuação em escala macro do novelismo brasileiro, uma das facetas mais tediosas e deprimentes do país, que faz milhões estacionarem no Big Brother ou na Caras e torcer para anônimos ou famosos se darem mal. Faço minhas (quase todas) as palavras da Ana:

VÃO ARRUMAR ALGO PRA FAZER. PELO AMOR DE DEUS. Vão trabalhar, vão ler pra ver se entra algo nesses espaços ocos que vocês chamam de cabeça, vão cuidar dos filhos de vocês para que eles não caiam da janela, vão cozinhar, vão votar no BBB. Vocês são a CABEÇA VAZIA do CORPO que é a SOCIEDADE

Eu até entendo que ela quer dizer que votar no BBB é melhor do que participar desse circo (e é), mas não custa olhar um pouco mais de longe e perceber que, no fundo no fundo, dá no mesmo.

Mas a parte de cuidar dos próprios filhos eu fiz questão de negritar. Eis uma preocupação que, graças à rotina, parece apenas uma amolação. Toda a merda dos Nardoni não aconteceu por outro motivo.

Obama fingindo interesse em assuntos chatos


“Ahnn…”


“Hmmm…”


“Quem diria…”


“Posso imaginar…”


“É mesmo?”


“Nossa…”


“Certo.”


“Puxa vida…”

Dá pra imaginar o presidente americano pensando nessas frases para desconversar taxista chato ao ter que lidar com todo tipo de visita oficial. As imagens acima são apenas algumas de uma extensa galeria reunida pela revista New York. Mas boto fé que até nessa o Lula bateria o Obama.