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Soirée Aux Sonique

Esta terça é dia de colar no Sonique, ali na Bela Cintra, pra uma GB-relâmpago. A noite é conduzida pelo compadre Thiago Ney, que ainda convocou os Killer on the Dancefloor pra sacudir ainda mais os ânimos, os quadris e as pernas. A Gente Bonita entra em ação às 23h e vamos até o comecinho da madruga, mas a casa abre antes e, o melhor, ninguém paga pra entrar. Win/win situation.

Gente Bonita @ Sonique
Penúltimo desfile dos hits da temporada Primavera 2009/Verão 2010
DJs residentes: Thiago Ney
DJs convidados: Luciano Kalatalo & Alexandre Matias (Gente Bonita Clima de Paquera) e Killer on the Dancefloor
23h
Terça-feira, 16 de março de 2010
Local: Funhouse – Rua Bela Cintra, 461 – Consolação – São Paulo, SP
(11) 2628-8707
Entrada gratuita

Spin de graça

A Spin já foi a revista de música mais importante dos Estados Unidos, quando a Rolling Stone assumiu o ar yuppie e fingia que o rock inglês era um modismo passageiro. Do meio dos anos 80 até quase o fim dos anos 90, a revista não só detectava tendências como consagrava nomes em ascensão, além de ser editada com uma verve estritamente pop, sem pretensões intelectuais, jornalísticas ou deslumbradas. Ela consolidou tanto o rock alternativo dos EUA quanto o pop inglês no início dos anos 90 e tornou-se o contraponto ideal para a caretice da Rolling Stones. Depois, já neste século, se perdeu entre o R&B e o new metal (como o tablóide inglês NME, que só agora parece sair dessa crise), até arriscou um flerte com o indie mainstream, mas perdeu completamente a mão. O melhor é que a revista fechou com o Google Books e agora todas suas edições estão disponíveis online – e de graça.

Parkourmania

Opa, continuação de B-13 a caminho. Pra quem não viu, o filme original foi o veículo encontrado por Luc Besson para vender o parkour (esse jeito de sair pulando pelas coisas que a Madonna hypou no clipe de “Hung Up”) e, como a maioria dos filmes de ação que levam a assinatura do sujeito, é bonzaço. Não apenas por começar citando uma cena de Vale Tudo (a novela do Gilberto Braga, sério), mas por pegar o gancho do gênero e optar por dois heróis que raramente usam armas brancas ou de fogo – usando apenas seus próprios corpos e objetos encontrados aleatoriamente como acessórios para a porradaria.