Lost: A ilha dos birutas
A camiseta do dia do site Tee Fury (que disponibiliza uma camiseta por dia – que desaparece do site no dia seguinte) homenageia outro seriado que se passava em uma ilha bizarra, A Ilha dos Birutas (Gilligan’s Island).
A camiseta do dia do site Tee Fury (que disponibiliza uma camiseta por dia – que desaparece do site no dia seguinte) homenageia outro seriado que se passava em uma ilha bizarra, A Ilha dos Birutas (Gilligan’s Island).
Lembra daquele Juan Osbourne que transformou a nuvem de tags das falas de Jack e Locke nos rostos dos dois? Agora ele fez o mesmo com a Kate.
Agora sim a sexta temporada decolou! Descobrimos a relação entre as duas realidades e, mais uma vez, Desmond – o Dr. Manhattan do eletromagnetismo – é o nosso salvador. Happily Ever After não só retomou o gás da temporada como agradou a gregos e troianos com uma série de aparições inesperadas, links na mosca e sacadinhas internas. Topa recapitular tudo?
Ronaldo Evangelista & Alexandre Matias – Comentando Lost: Happily Ever After (MP3)
De Lost! Bora?
E por falar em Vaticano, tem papa mais assustador que esse?
Deve até ter, mas não na era das comunicações em massa. A galeria acima é uma versão reduzida da que foi feita no Buzzfeed – e vale passar pelo site nem que seja só para ler as legendas das fotos.
Lá pelos seis minutos.
É, amigo…
Não é exatamente Lost (será?), mas a Science pergunta se o nosso universo foi criado dentro de um wormhole e está entre dois universos diferentes (hmmm)…
Eis meu texto de abertura do especial que fizemos pós-iPad no Link desta semana.
Sem teclado, nem mouse
A chegada do iPad é mais um degrau nas mudanças na forma de lidar com o computador. Touchscreen e sensores de movimento são só algumas das tecnologias que já existem
iPad, iPad, iPad. Desde o lançamento do tablet da Apple parece que não se fala em outra coisa quando o assunto é tecnologia, cultura digital ou comunicações. Lançado no início deste mês, o aparelho correspondeu às expectativas que o acompanham desde quando ele era só um rumor que ganhou força no final do ano passado, e só na primeira semana quase meio milhão de iPads foram vendidos.
Longe de ser uma unanimidade, o aparelho sublinha uma mudança maior do que a festejada pela Apple e seus fãs. Afinal, ele é um dos primeiros candidatos a substituir o computador pessoal abrindo mão de dois acessórios que o acompanham desde sua criação: o mouse e o teclado.
Essa mudança começou, não custa frisar, com o iPhone: foi o celular da Apple que levou ao abandono do conceito de telefone, substituído pelo de computador de bolso – o que alterou, inclusive, a forma como a internet se organiza, com a popularização dos aplicativos.
Mas entre o iPhone e o iPad, outras empresas apresentaram novidades que estão mudando completamente a forma de interação com as máquinas digitais.
Touchscreen e sensores de movimento aos poucos tornam a interação com o que está na tela mais intuitiva, menos burocrática e mais natural, liberando as mãos de quem tem de lidar com os aparelhos, sejam eles celulares, notebooks, netbooks ou tablets. Nesta edição, aproveitamos o furor em torno do iPad para falar sobre isto.