A festa de despedida de Lost
Vi aqui.
Vi aqui.
O Essential Mix de número 500 leva a assinatura da dupla belga Aeroplane e foi gravado ao vivo em Liverpool.
Aeroplane – 500th Essential Mix (Live from Circus Liverpool) (MP3)
Aeroplane – “We Can’t Fly”
OTP PArty Breaks #1 – “Lifetime Groove”
Radiorama – “Vampires (Remix)”
Marta Acuna – “Dance, Dance, Dance”
Lucio Battisti – “Ancora Tu”
Aphex Twin – “IZ-US”
Friendfly Fires – “Paris (Aeroplane Remix)”
Flight Facilities – “Crave You”
Human League – “Don’t You Want Me”
Black Van – “Yearning”
Les Rythmes Digitales – “Sometimes”
Casco – “Cybernetic Love”
Fox The Fox – “Precious Little Diamond (Shep Pettibone Remix)”
Patrick Cowley – “Right on Target”
Goldfrapp – “Alive (Joakim Remix)”
Lime – “Unexpected Lovers”
Children of the Mission – “Tears”
Outra criação do espanhol, desta vez em vídeo.
A primeira chama-se Psychosith, a segunda Force by Forcewest.
Outro trabalho do Hexagonall – mas é meio inglório tentar resumir Tarantino a uma imagem icônica por filme, daí…
Curtiu o trabalho do cara com os pôsteres do Tim Burton? O espanhol Hexagonall também fez umas versões minimalistas para clássicos – velhos e novos – do cinema. Separei uns aqui:
Vai aí, Vinícius.
O Vinícius publicou uma que eu já tinha visto – e que ele pescou no Lucio, que entrou no jogo sem saber. Não sei quanto a vocês, achei uma carta apenas OK. Tudo bem que no post original do site dele a tal da Kesha aparece usando outras camisetas de banda e tal, mas mesmo assim… A minha vem a seguir.
Antes de cair no repertório de Lady Gaga, “Telephone” foi dispensada pela Britney Spears…
Apesar de eu preferir a voz da Britney (que voz? você se pergunta – essa mesma, respondo) à de Gaga, a versão da última é melhor porque o rapzinho ridículo que Britney faz no final é substuído pela aparição de Beyoncé, naquela hora em que a música dá uma quebradinha e fica mais lenta, meio gangsta.
E Alice é pior – e melhor – do que eu esperava. Consegue mostrar que Tim Burton, quando quer, não fala nada com nada, passa o filme inteiro delirando na possibilidade vazia de um diretor de arte assumir a direção de um filme. Visualmente Alice é lindaço, delírio psicodélico vitoriano detalhista, quase artesanato digital. Mas cadê a história? Em vez de nos importarmos com os personagens e com o que acontece com eles, tem-se a sensação de estar num parque temático sobre Alice no País das Maravilhas – e na versão Disney, só que humanizada. Se na Fábrica de Chocolates Burton já tinha exagerado no açúcar ao misturar sua história com a do filme, em Alice dá pra sentir a gana do merchandising em cada flor falante, em cada bicho colorido que aparece do nada. Pelo menos a minha queria Mia Wasikowska não compromete, como eu havia lido por aí.
Mas vou falar melhor do filme depois, estou terminando de ler algo que tem a ver com o assunto do filme e achei melhor falar dos dois ao mesmo tempo. Em breve…