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Manhã cremosa

Não fui no hype do DJ Cremoso porque parecia só uma piadinha, uma brincadeira… Mas com essa inusitada versão arrocha para um dos hits do Xx, tive de dar o braço a torcer. No entanto, resta a dúvida… Quem é o DJ Cremoso? Alguém se anima arriscar?


Xx – “Shelter (DJ Cremoso Remix)” (MP3)

Hall & Oates – “Private Eyes”

Csus4 C Csus4 C
I see you and you see me
Ab Bb
Watch you blowing the lines when you’re making a scene
Csus4 C Csus4 C
Oh girl you’ve got to know
Ab Bb
What my head overlooks, the senses will show
C Dm
To my heart
Am Em
When it’s watching for lies
Ab F/G
You can’t escape my

G/A Am
Private eyes
Em Am
They’re watching you
Em Dm7 F/G
They see your every move
G/A Am
Private eyes
Em Am
They’re watching you
Em Dm7
Private eyes
Bb
They’re watching you, watching you, watching you…

Am6 Am / Am6 Am G/B

Am (4x)
Ab (3x)
G

Dm Dm/A
Ooh why you try to put up a front for me
Dm Dm/A
I’m a spy but on your side you see
Gm
Slip on into any disguise
Gm E Am (no chords)
I’ll still know you, look into my private eyes
They’re watching you, they see your every move
F/G G/A Am
Oh babe, private eyes
Em Am
They’re watching you
Em Dm7
Private eyes
F/G
They’re watching you
Em Am
Private eyes

Csus4 C Csus4 C
You play with words you play with love
Ab Bb
you can twist it around baby that ain’t enough
Csus4 C Csus4 C
cause girl I’m gonna know
Ab Bb
if you’re letting me in or letting me go
C Dm
don’t lie
Am Em
when you’re hurting inside
Ab F/G
‘cause you can’t escape my

G/A Am
Private eyes
Em Am
They’re watching you
Em Dm7 F/G
They see your every move
G/A Am
Private eyes
Em Am
They’re watching you
Em Dm7
Private eyes
Bb
They’re watching you, watching you, watching you…

Hall & Oates – “I Can’t Go For That (No Can Do)”

Am7 D
Easy ready willing overtime
Am7 F G
When does it stop, where do you dare me to draw the line
Am7 D
You got the body now you want my soul
Am7 F G
Don’t even think about it say no go
Now i’ll do anything you want me to
bridge: [A] i [Amaj7] i’ll do any [A7] thing that you want me [Dmaj7] too [D6] and
A Amaj7 A7 Dmaj7 D6
I’ll do almost anything that you want me to
A Amaj7 A7 Dmaj7 D6
I’ll do almost anything that you want me to
Dm9
But i can’t go for that
Am
No can do

Am7 D
I can’t go for being twice as nice
Am7 F G
I can’t go for just repeating the some old lines
Am7 D
Use the body now you want my soul
Am7 F G
Oo forget about it say no go
A Amaj7 A7 Dmaj7 D6
Yeah I’ll do almost anything that you want me to
A Amaj7 A7 Dmaj7 D6
I’ll do almost anything that you want me to
Dm9
But i can’t go for that
Am
No can do.

D6 x x 0 2 0 2
Dm9 x x 3 2 1 0

Retrospectiva #t-girls

Eu e o Vinícius dedicamos este fim de semana a recapitular as meninas com camisetas legais que juntamos desde o dia 10 de março deste ano, quando postei a gata (Megan Fox) que deu origem à série, postando, no Twitter, todas as cartas que jogamos até aqui. Será que as #tgirls chegam aos trending topics? Será que teremos muitos unfollows? Será que vão me tachar de machista, desocupado, misógino ou será que estamos resgatando a beleza feminina, o prazer da cultura pop e a simplicidade da camiseta? Só tem um jeito de saber…

Games retrô

Estou colaborando com outros cadernos do Estadão, onde trabalho. Sempre que me pedem, arrumo um texto sobre o universo do Link para outros cadernos – e vou, como faço com meus textos no Link, republicando por aqui. Quem chamou desta vez foi o caderno Metrópole, que fez uma matéria sobre revival de games. A minha análise segue a seguir:

Games complicados obrigaram os fãs a voltaraopassado

Aos 40 anos de idade, o cinema começava a ser uma indústria. O som gravado, também. Os games, no entanto, não levaram tanto tempo.Entre a criação do primeiro videogame (Spacewar!, em1961) e a comercialização do primeiro jogo (Pong, em 1972) passaram-se apenas 11 anos. E, em menos de 10 anos, o Atari transformava os games primeiro numa novidade, depois numa febre e, finalmente, numa indústria.

Esse mercado seguiu crescendo de forma assustadora. Na década seguinte, os jogos ganharam imagens e narrativas complexas e deixavam de ser simples e intuitivos.

Com isso, a indústria criou um fã de games xiita e intransigente, que carregava todo o estereótipo negativo do termo “nerd” – antissocial, passivo, sem amigos. E, sem querer, abandonou o público que não queria aprender golpes complicados nem ver monstros em altíssimas definição – só queria se divertir com um controle na mão.

E foi esse público que começou a resgatar os antigos jogos, graças a programas chamados “emuladores” – que, como o nome entrega, recriavam os ambientes digitais frequentados por quem era criança ou adolescente nos anos 80. Enquanto o mercado apostava na sofisticação e na dificuldade, os próprios fãs de games voltaram à simplicidade lúdica de jogos como Pac-Man, Tetris, Prince of Persia, Zelda e Super Mario por conta própria.

E assim anteciparam a grande revolução dos games da primeira década do século 21, que foi o resgate do videogame como mera diversão – tendência que começou com o Wii da Nintendo, passou pelos jogos causais lançados para celular e culminou com a chegada dos games sociais em sites como Facebook. Videogame, afinal, é só uma brincadeira.