Enquanto a manhã da terça-feira que assistiu ao atentado terrorista da história (que completa dez anos domingo que vem) terminava em Nova York, em Berlim, na Alemanha, a noite começava com um show do Radiohead, em plena turnê do disco Kid A. O texto abaixo saiu de um post do site de fãs da banda, o At Ease Web, e foi escrito na época:
“I’ve just returned from Radiohead’s show in Berlin. The band did play after the airplanes hit the World Trade Center. At first, Thom didn’t mention what was going on, except for: “What can you say after a day like today. I guess, there is nothing to say”. A couple of songs later Thom said that he was trying not to say anything and apologized for being mute. He then realized that the crowd was probably not aware of what went on in the USA, so Thom & Ed tried to explain the situation. But, I guess that for the people who didn’t know (and I think that a lot of people didn’t have a clue), really couldn’t comprehend those facts. Before ‘You and whose army’ Thom said: “I guess this one is for the Bush administration”. The band ended the show with Street Spirit with the words: “I hope President Bush won’t start World War III”.
Eis o setlist daquele show:
“National Anthem”
“Hunting Bears”
“Morning Bell”
“My Iron Lung”
“Karma Police”
“Permanent Daylight”
“Climbing Up The Walls”
“No Surprises”
“Dollars and Cents”
“Airbag”
“Packt like sardines in a chrusd tin box”
“Fake plastic trees”
“I might be wrong”
“Pyramid song”
“Paranoid Android”
“Idioteque”
“Everything in it’s right place”
“Like spinning plates”
“Lucky”
“You and whose army”
“How to disappear completely”
“Talk show host”
“Street Spirit”
O single já tinha impressionado – e parece que os moleques do Girls acertaram a mão no disco todo. Dá um confere (tem pra download aqui também).
Demais.
Por essa, ninguém esperava.
No dia 8 de setembro de 1966, estreou na TV americana o primeiro episódio de Jornada nas Estrelas – um dos grandes pilares da cultura pop e da popularização da ficção científica, independentemente de você gostar dela ou não. Para celebrar a data, o site Space fez uma linha do tempo contando a história da franquia.
Via na Goma.
Mandou bem.
O criador de Guerra nas Estrelas é a prova viva de que o conceito de obra aberta, em que seu autor pode revisitá-la quantas vezes quiser em toda a carreira, não é necessariamente algo legal. A prova está nas novidades que adicionou ao blu-ray de sua clássica saga, que chega em breve ao varejo. O ponto crítico é em Retorno de Jedi, em que, mais uma vez, Darth Vader grita “nããããããããããããããããããoooooooooooo!”:
No mesmo filme, ele também mexeu nos ewoks. Repara no olho bizarro:
E como se não bastasse isso, olha o grito que o Obi-Wan dá para assustar os caras que tão em cima do Luke, no Episódio IV:
Que porra é essa… Vi lá no Io9.
O pior são as vozinhas. Outra dica da Helô.