E.T. pela primeira vez
Demais.
Demais.
É boa: um meio termo entre o hit de pista e a balada de rádio, “Love On Top” conecta a música pop de hoje com uma série de referências clássicas do tempo em que a canção ainda regia o mercado.
O cabeça do Wikileaks esteve em Londres, durante o OccupyLSX (LSX = London Stock Exchange, a bolsa londrina), e falou sobre a importância do anonimato dentro de todo esse movimento Occupy.
O Filipe foi a San Francisco ver as novidades da Zynga pra capa dessa edição do Link e aproveitou pra fazer a peregrinação Steve Jobs, uma trajetória que, daqui a pouco, vai ter excursões turísticas organizadas na cidade – é questão de tempo. Veja o mapa que ele fez:
Recomendo a leitura do texto do Douglas Rushkoff que publicamos na edição dessa semana do Link:
As novas tecnologias estão causando grandes estragos nas cifras de emprego – dos sistemas de cobrança eletrônica de pedágio a automóveis sem motoristas controlados pelo Google, que tornam os taxistas obsoletos.
Cada novo programa de computador está basicamente fazendo alguma tarefa que antes era o trabalho de uma ou mais pessoas. Com o agravante de que o computador, em geral, faz isso com maior rapidez, maior precisão, por menos dinheiro e sem nenhum custo de assistência médica.
Gostamos de acreditar que a resposta apropriada é treinar as pessoas para trabalhos de níveis mais elevados. Em vez de coletar pedágios, o trabalhador treinado ajustará e programará robôs coletores de pedágio. Mas as coisas não funcionam realmente assim, já que não são necessárias tantas pessoas quanto as que os robôs substituem.
E aí o presidente Obama vai à televisão nos dizer que a grande questão de nosso tempo é empregos, empregos, empregos – como se a razão para construir ferrovias de alta velocidade e consertar pontes fosse recolocar pessoas no mercado de trabalho. Vejo algo de retrógrado nessa lógica. E me pergunto se não estaremos aceitando uma premissa que merecia ser questionada.
Temo até fazer essa pergunta, mas desde quando o desemprego é um problema de fato? Entendo que todos queremos pagamentos – ou ao menos dinheiro. Queremos comida, moradia, roupas e tudo que o dinheiro compra. Mas será que todos queremos realmente empregos?
E o Bombay Bicycle Club pegou carona no hype da Lana Del Rey e acaba de lançar uma versão minimalista para “Video Games”, com a cantora folk – e apadrinhada pelo grupo – Lucy Rose como vocalista convidada.
Bombay Bicycle Club – Video Games (MP3)
Não vazou não: ela que deixou baixar. Aqui.
Daqueles momentos em que a realidade supera a ficção. Aqui tem mais.
Misturei as galerias do Big Picture, do Boston Globe, com as do InFocus, da Atlantic.
• BaZynga: empresa faz seu primeiro grande evento e tenta ficar independente do Facebook • Para ofuscar erros do começo, Zynga tenta vender uma nova imagem de empresa inovadora • Personal Nerd: Trajetória de Jobs vira roteiro • Vida Digital: Art404 – Isto não é um HD • “Desde quando o desemprego é um problema?” • O momento “The Office” do QG da Blackberry • Web ocupada • Skype e Microsoft, morre criador da linguagem C, pirataria, fim do Buzz… •