Para Nossa Tristeza: “No Culto Orando”
O Gordinho da Palomba abaixo é sério candidato ao troco do mal ao maior hit gospel de 2012.
O Gordinho da Palomba abaixo é sério candidato ao troco do mal ao maior hit gospel de 2012.
Carol já vem me adulando há um tempão sobre eles (culpa do Drive), Camilo linkou há pouco e agora há pouco o disco novo dos Chromatics bateu bonito, disparando como melhor candidato a disco do ano até agora. Dá uma sacada.
Depois do Iron Maiden, o Ian deu a dica do Silvio Santos cantando Racionais MCs.
Não custa lembrar que tem Racionais no Sesc Pompéia no fim do mês – e é claro que os ingressos já acabaram.
Hoje é um dia de alto nível na melhor sexta-feira de São Paulo, pois recebo o dono do blog mais fino dOEsquema – Claudio Silvano, do Anorak – comanda a ambiência da noite ao meu lado, confrontando finesse e baixão calão na mesma pista de dança. Já sabe o caminho das pedras, né? Ou passa no site do Alberta e ou na página do evento no Facebook. E quem quiser mandar nome pra lista de desconto é só enviar para o email para o noitestrabalhosujo@gmail.com, até às 20h. Vamos se acabar!
Se a onipresença de Selton Mello incomoda, imagina se você é o irmão menos famoso dele. Eis a história – e a sina – de O Inferno de Danton, do casal gaúcho Vinícius Perez, que escreveu, e Niege Borges, que ilustrou.
Na apresentação da história, Vinícius justifica que a escolha de seu tema não veio da tripudiação:
Danton não é o saco de pancada de uma piadinha sádica. Pelo menos não só isso. Ele é o representante do irmão do meio, o fantasma de uma humilhação na quinta-série, o paladino daquele sentimento constante de inadequação que fica sempre por perto tentando te sabotar. É até bom que isso se perca e que alguns entendam como um bullying (palavra do público essa, eu não ousaria fazer isso com vocês) com o ator: só quer dizer que as passagens quase autobiográficas do autor não são percebidas. O lado ruim são os medos consequentes disso: magoar o Danton Mello de verdade e ser processado pelo Danton Mello de verdade. Não exatamente nessa ordem: ser processado tira mais o sono (o autor se preocupa mais com a sua situação monetária do que com os sentimentos de terceiros, mas ainda assim se preocupa com os sentimentos de terceiros).
Deus, eu tô escrevendo uma carta de desculpas pro Danton (e como é vergonhoso escrever sobre si em terceira pessoa).