Bridget Graham + Nirvana
Bracin achou que eu tinha perguntado da vez do jogo porque eu perdi a chance de publicar as fotos da Bridget Graham com a camiseta do Nirvana. Mas eu nem tinha visto essas (belas) fotos.
Já já eu jogo a minha mão.
Bracin achou que eu tinha perguntado da vez do jogo porque eu perdi a chance de publicar as fotos da Bridget Graham com a camiseta do Nirvana. Mas eu nem tinha visto essas (belas) fotos.
Já já eu jogo a minha mão.
Cadê o Galvão Bueno pra gritar que “Michel Teló é o Brasil em Cannes”? O site da Contigo, de onde tirei a foto acima, diz que Teló virou até Trending Topic na França!
Ulalá, era Dilma!
…é impressão minha ou é a primeira vez que ele se posiciona politicamente num quadrinho?
Um trechinho do show que não pude ir…
…deve ter sido foda.
E saiu o trailer do próximo filme de Paul Thomas Anderson, com Philip Seymour Hoffman, Laura Dern e Joaquin Phoenix.
Ao que tudo indica, o filme é vagamente baseado na história do criador da Cientologia, L. Ron Hubbard (vivido por Hoffman) e seu braço direito (vivido por Phoenix). Segundo o site The Wrap, Anderson mostrou o filme para Tom Cruise (o cientólogo mais conhecido do mundo e protagonista do filme Magnólia, de Anderson), que teve alguns “problemas”, com alguns trechos.
Aparentemente, promete.
E hoje temos o grande Zé Rolê a.k.a. Psilosamples no Prata da Casa. O show – de graça – começa às 21h e os ingressos começam a ser distribuídos uma hora antes. Vamos? Abaixo segue o texto que escrevi sobre o trabalho dele para o projeto…
Zé Rolê vem de Pouso Alegre, no interior de Minas Gerais, para acrescentar um ar rural e caipira antes impensável à música eletrônica brasileira. Pilotando um computador em que recorta e picota pedaços de sons para compor seus beats tortos – e estes trechos de áudio podem ser violas caipiras, sanfonas, pífanos, diálogos, vozes aleatórias, percussão acústica e artificial a sons puramente sintéticos e eletrônicos, tranformando seu trabalho solo – batizado de Psilosamples – numa espécie de visita alienígena à roça brasileira. Seu primeiro disco, Mental Surf, vem sendo cotado como um dos principais lançamentos de 2012. Mais psicodélico que dance music, o trabalho não abandona o ritmo, unindo a cadência da música de raiz à levada hipnótica que o coloca na prateleira da IDM de artistas como Aphex Twin e Autechre – mas numa versão brasileira e sensivelmente matuta.