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Vida Fodona #362: Vida Fodona anos 90

Sei lá, deu vontade…

Girls Against Boys – “Superfire”
Scott Weilland – “Desperation #5”
Beck – “Nicotine & Gravy”
Ween – “Freedom of ’76”
Los Amigos Invisibles – “La Playa Azul”
Chico Science & Nação Zumbi – “Amor de Muito”
Imperial Teen – “Imperial Teen”
Sebadoh – “Forced Love”
Yo La Tengo – “Decora”
Júpiter Maçã – “As Tortas e as Cucas”
Cornershop – “Sleep on the Left Side”
New Radicals – “You Only Get What You Give”
Cake – “Never There”
Dr. Dre – “Let Me Ride”
Beastie Boys – “So What Cha Want”
Blur – “Look Inside America”
Supergrass – “Moving”

Vem!

O rock paulista dos anos 80

O Sonho Não Acabou é um bom documentário feito por uma turma de estudantes de jornalismo sobre um tema batido (o rock brasileiro dos anos 80 – seria esse gênero a nova bossa nova de toda uma geração?), mas específico (o ponto de vista de São Paulo). O filme é apenas correto, mas conta com bons depoimentos e destrincha bem o cenário do indie rock paulistano daquela época (uns vão dizer “pós-punk”, outros “rock alternativo”…) que, por um acaso do destino, viu-se projetado ao topo da indústria fonográfica da época, no susto – e chega a conclusões interessantes, como a constatação pós-apocalíptica – e teatral – de Ciro Pessoa de que o Restart é só o fim de um processo (“pop-punk-rock”, como ele diz, “são truques de composição”) e a triste realidade que, desde o Acústico, os Titãs viraram “MPB”. Mas por que ninguém entrevista o Paulo Ricardo? Veja abaixo:

 

Oscar Niemeyer (1907-2012)

Agora foi: morreu o cara que imaginou a cidade em que nasci. Todo o respeito para um dos maiores artistas do Brasil.

Abaixo, o Roda Vida com o arquiteto em 1997 e a íntegra do documentário A Vida é um Sopro:

 

Novas Freqüências entrevista Queremos entrevista Novas Freqüências

Dois compadres cariocas chegam a São Paulo depois de emplacar seus respectivos projetos em sua cidade natal. É certo que o Rio de Janeiro melhorou com a existência do Queremos (plataforma de crowdrefunding tocada pelo sócio Bruno Natal – dono do URBe – e outros amigos) e do Novas Freqüências (festival de nova música eletrônica do vizinho Chico Dub) e agora as duas marcas tentam começar a entrar no jogo de xadrez da noite paulistana, sempre em mutação. A iniciativa – começar em São Paulo com um festival de música de vanguarda – é corajosa e as duas grifes ficaram frente a frente para uma entrevista mútua, abaixo. O festival já está rolando no Rio de Janeiro essa semana e acontece em São Paulo no sábado, a partir das 18h, no Beco – com apresentações de Pole, Actress e Hype Williams. Vale conferir:

 

Dave Brubeck (1920-2012)

Outro mestre que se vai, com a singular característica de que sua obra mais popular também é a mais importante, como se Abbey Road ou Revolver tivessem provocado a beatlemania ou se Kind of Blue, In a Silent Way e o Bitches’ Brew fossem um mesmo disco. Time Out é o nome da obra-prima do quarteto do pianista que faria aniversário no dia seguinte à sua morte e é um dos melhores discos de todos os tempos. Ponha os fones, aperte o play e celebre a existência do mestre Brubeck.

E um aviso: se você ainda não tem esse disco em vinil, espere que logo logo vai aparecer uma versão deluxe de chorar…

Como foi a Noite Trabalho Sujo especial Beatles

Mais uma Noite Trabalho Sujo memorável, daquelas que vão ficar na cabeça e no coração por um bom tempo – pois além de tocarmos apenas Beatles (sem versões, sem carreira solo, sem remix), eu, o Danilo, o Mutley, o Wilsera e a Babee tivemos a manha de não repetir nenhuma música sequer por toda a madruga. Foi épico, como dá pra sacar pelas fotos da Bárbara, aí embaixo. A próxima festa tem o Pattoli tocando junto com a irmã dele, a Bia, e a Noite Trabalho Sujo está na eleição de Melhor Noite de 2012 segundo o Guia da Folha. Vota lá!