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Daft Punk 2013: Giorgio Moroder

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E na contagem regressiva para o lançamento do novo disco do Daft Punk, a dupla francesa começa a mostrar seus comparsas na realização do novo trabalho. E o primeiro deles é o mestre Giorgio Moroder, o cara que tornou o sintetizador dançável. Veja abaixo:

 

The Knife: END EXTREME WEALTH

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E aí, conseguiu digerir o disco novo do The Knife? Não é fácil, mas tem compensado. Pra quem não pescou ainda, segue a íntegra de Shaking the Habitual.

O disco tem como tema um de seus conceitos a ideia que acabar com a riqueza extrema pode melhorar a vida no planeta – e para isso, postou em seu site uma história em quadrinhos irônica mas bem didática sobre a questão que querem discutir – que reproduzo abaixo. Se alguém quiser traduzir, colo o texto logo abaixo. O Rená traduziu (valeu!), colo as legendas embaixo de cada quadrinho:

 

Robert Smith, David Bowie e heróis

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Excelente a entrevista que a querida Tramontina fez com o Bob Smith, que se apresenta no Brasil essa semana, depois de 17 anos da última vez. Destaco o trecho em que ela pergunta sobre os heróis do homem-Cure:

Sempre fui inspirado por David Bowie, Jimi Hendrix e Alex Harvey, o cantor escocês. Todas estas pessoas me inspiraram ao longo dos anos –grandes guitarristas, grandes compositores, grandes cantores. Eu me inspiro em grandes escritores também. Há escritores realmente bons, mas eles não são verdadeiros heróis. Eu desisti de saber mais sobre as pessoas que poderiam ser meus heróis há muito tempo porque elas sempre me decepcionam. Eles sempre fazem algo, em algum momento, que me faz pensar: “Ah, p***, que inferno! Isso é terrível!” E isso tira do coração o seu amor por eles. Então, eu meio que estou dividido entre querer saber sobre as pessoas que eu admiro, na esperança de que eles serão indivíduos realmente bons, e temendo que eles, na verdade, vão me chocar por serem idiotas, mesmo que eles façam uma bela arte.

A primeira vez que eu encontrei David Bowie eu o entrevistei para uma estação de rádio. Nós tivemos uma discussão sobre o valor da arte, e se seria o próprio artista a validade daquilo ou a obra em si. Eu disse que o artista é inteiramente responsável pela arte e, portanto, você tem que respeitá-lo e amar o artista se você respeitar a arte. E Bowie argumentou que o trabalho artístico era tudo o que importava, e não a pessoa. Na verdade, eu não acho mesmo que muitas pessoas estão qualificados para serem grandes. Você tem que saber que muitos artistas realmente grandes são totalmente idiotas na vida real. É um truque. Se eu tenho herói é David Bowie, mas eu discordo completamente de suas opiniões sobre a própria arte, assim como para outras coisas na vida. Então, como é que ele pode ser o meu herói? É muito difícil. E o herói, para mim, é a pessoa que você gostaria de ser. Então eu não tenho um herói. Eu nunca tive ninguém que eu acho que é realmente grande. E eu ainda não tenho certeza se há um ser humano sobre a Terra para ser isso.

A entrevista é inteirinha boa e vale conferir na íntegra.

E a principal atração no 17° Festival da Cultura Inglesa é… Kate Nash!

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Mas, ao contrário das duas edições anteriores (que tiveram como principais atrações o Gang of Four e o Franz Ferdinand), este ano eu não estou na curadoria do evento, que ficou a cargo apenas do compadre Lucio, que escalou Kate Nash como principal atração, outras vão ser anunciadas em breve. Outra grande novidade da edição deste ano é que o evento sai do Parque da Independência, no Ipiranga, e vai para o Memorial da América Latina, além de seguir com edições no interior. A edição 2013 do evento em São Paulo acontece no dia 23 de maio junho.