E o cúmulo da vergonha alheia de hoje…
…está à venda! Sim, é um casaco que imita um galã dos anos 70 sem camisa. Pela madrugada!

Você podia dormir sem essa, dizaê! Vi no Dangerous Minds.
…está à venda! Sim, é um casaco que imita um galã dos anos 70 sem camisa. Pela madrugada!

Você podia dormir sem essa, dizaê! Vi no Dangerous Minds.

Existem subculturas para tudo, isso é óbvio, mas algumas beiram a alucinação. É o caso dos bronies, denominação a pessoas adultas que gostam de Meu Querido Pônei a ponto de fazerem encontros para celebrar os valores da grife para meninas. São pessoas que conseguem ser ao mesmo tempo completamente esquisitas e incrivelmente amáveis (mesmo tendo algo de doentio), pelo menos a partir do que é visto no trailer do documentário Brony, abaixo:

Alguém reuniu num único vídeo todas as vezes que Woody Allen gaguejou em seus filmes. Deu quase 45 minutos!
Vi lá no Bruno.

O Boing Boing descolou o áudio do Frank Zappa – que, antes da leitura, ressalta que “não sou o tipo de pessoa que lê livros, já disse isso muitas vezes, não gosto de ler” – lendo um trecho do Almoço Nu de William Burroughs, principalmente por exercer a liberdade de poder dizer qualquer coisa, mesmo que seja falar do “homem que ensinou seu cu a falar”. A leitura foi feita na Nova Convention de 1978, evento dedicado à obra do velho Burroughs, e Zappa sequer foi citado na matéria do New York Times da época, que listava outros convidados do evento – como John Cage, Philip Glass, Patti Smith, Robert Fripp, Blondie, Robert Anton Wilson, Laurie Anderson, Terry Southern, Brion Gysin, Timothy Leary e o próprio Old Bill. Imagine só.

O designer brasileiro radicado na Argentina Fabricio Lima completou 30 anos e resolveu fazer uma lista de 30 coisas que ele sabe sobre ele mesmo – que vieram primeiro na forma de gifs e depois viraram o vídeo abaixo:


Enquanto isso, em 1998…

…porque se você parar pra pensar…

O encontro prometia, mas a primeira faixa de Bo$$ in Drama com a Karol Conká exagera na dose de Nicki Minaj e Azealia Banks quando deveria ficar mais atento à conexão feita entre o rap brasileiro e a música baiana pré-axé music. Afinal, os traços de samba-reggae são o espírito básico de “Toda Doida” – à exceção do irresistível e aprovadíssimo breque reggaeiro mais pro fim da faixa. Mas esse registro da noite paulistana em canção, parece ser apenas o primeiro de muitos encontros da dupla, por isso vamos ver o que mais pode sair daí…