Mallu Magalhães 2013

E o Tiago aproveita o post sobre o DVD do Camelo pra avisar que Mallu já está tocando músicas novas em seu show, saca só aí embaixo:

E o Tiago aproveita o post sobre o DVD do Camelo pra avisar que Mallu já está tocando músicas novas em seu show, saca só aí embaixo:


Vi sexta, filmaço, além de grande habilidade do J.J. Abrams em conduzir uma grife alheia. Consigo imaginar alguns fãs mais ferrenhos da série praguejando de raiva ao ver os elementos clássicos de toda sua mitologia querida recriados em versões mais comerciais e de digestão mais fácil (ou apenas mais pop, dependendo do ponto de vista). Mas não há como não aplaudir a homenagem que o novo filme faz a uma cena específica da série original (no trecho escondido nesse link – não clique se não quiser ter uma espécie de spoiler, deixe pra ver depois que assistir o filme, confie). E é fácil ver o novo elenco envelhecendo nestes papéis – Zachary Quinto especificamente já pode ser considerado autor de um Spock irrepreensível, digno da criação de Leonard Nimoy, mas Chris Pine amadurece bem seu Kirk (o filme, no fim das contas, é sobre isso) e todo elenco coadjuvante (o Scotty de Simon Peg, a Uhura de Zoe Saldana, o Bones de Karl Urban, o Sulu de John Cho) dá uma nova personalidade irresistível à tripulação da Enterprise. Benedict Cumberbatch, no entanto, desequilibra bem o filme para seu lado. Seu personagem é o mais distante do Sherlock meio Sheldon que inventou para a versão da série de Steve Moffat e o peso de sua atuação é fundamental para o novo filme. Mais sério e ainda mais agitado que a primeira releitura da série feita por J.J. Abrams em 2009, Além da Escuridão estabelece um novo patamar para as franquias de blockbuster do século 21: é a primeira sequência de um filme dessa escala que supera o título original. Nada mal, JJ.

Vou desligando as máquinas por um instante, ficar um tempinho fora do ar, na marcha lenta, até o fim do mês. Posso reaparecer vez por outra, mas naquele ritmo lento – férias, afinal. Vão me avisando das novidades aí nos comentários, que eu volto à ativa no início de junho.
Até mais e, pra quem sentir saudade, há todo um arquivo de posts esperando para ser fuçado. Escolha um mês no menu da direita e vai na fé. Outra boa opção é fuçar nos outros blogs dOEsquema. Só gente fina. Boa viagem pra gente.

Entregue-se à dança enquanto eu entrego-me à folga.
Daft Punk – “Lose Yourself to Dance”
David Bowie – “Golden Years”
Stevie Wonder – “Superstition”
Beijo AA Força – “Primeira Aula de Cartografia Aplicada”
Kylie Minogue – “Love is the Drug”
Cerrone – “Supernature”
Holy Ghost! – “Dumb Disco Ideas”
Ratatat – “Lex”
Sebastien Tellier – “Sexual Sportswear (Sebastian Remix)”
Stephen Malkmus – “Vitamin C”
Blondie – “Rapture”
Canyons – “Apples and Pears”
Beastie Boys – “Hey Ladies”



Impossível não ficar com a mesma cara do Jack White aí em cima.
O Carlos que lembrou dessa outra cena do It Might Get Loud, depois que eu linkei a de “Kashmir” (que é extra do DVD, acredite).

A edição atual da revista Juxtapoz lembra o primeiro ano após a morte de Adam Yauch celebrando a arte dos discos, pôsters e clipes dos Beastie Boys, em uma edição com várias entrevistas com artistas, ilustradores, grafiteiros, fotógrafos e designers que ajudaram o trio nova-iorquino a criar sua imagem anárquica e poética.

Como eu curto essa versão…