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Vida Fodona #383: Uma onda meio disco music

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Esse groovezinho, essa malemolência…

Love Unlimited Orchestra – “Love’s Theme”
Daft Punk – “Lose Yourself to Dance”
Justin Timberlake – Take Back The Night
Tim Maia – “A Fim de Voltar”
Marvin Gaye – “Got to Give It Up”
Poolside – “Why You Wanna”
Claudja Barry – “Love for the Sake of Love”
Silver Connection – “Fly Robin Fly”
Rose Royce – “Car Wash”
Sister Sledge – “He’s the Greatest Dancer”
Will Smith – “Getting Jiggy with It”
Indeep – “Last Night a DJ Saved My Life”
Chemical Brothers – “Hey Boy Hey Girl”
Knife – “Heartbeats”

Vamo?

Venha para o Brasil

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O estúdio Prodigo caprichou nas referências para continuar atraindo estrangeiros para produzir filmes no Brasil.

Vi no Brainstorm 9.

Alimentando à força presos que fazem greve de fome na Baía de Guantânamo

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O rapper e ator Mos Def – que agora assina Yasiin Bey) se submeteu a uma demonstração armada pelo jornal inglês Guardian do método utilizado pelos EUA para alimentar presos que fazem greve de fome na prisão de Guantânamo, em Cuba. Não custa avisar que as cenas podem impressionar pessoas mais sensíveis (e deixar qualquer um que não seja um sociopata bem tenso…):




Noites Trabalho Sujo apresenta Sol Lingnau

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Toco mais uma vez nessa sexta e desta vez minha convidada vem de Curitiba – a Sol Lingnau é residente na festa Tied to the 90s, no clássico James, na capital paranaense e desta vez não fica presa a uma só década, como você já sabe pelo cardápio musical da melhor sexta-feira de São Paulo. Por isso tome eletrônica, indie rock, dance music, rock clássico, disco music e soul para não deixar ninguém parado. O caminho das pedras pode ser descoberto na página do evento no Facebook ou no site do Alberta, não tem erro. E para incluir seu nome na lista de desconto, mande-o para o email noitestrabalhosujo@gmail.com, mande seus até às 20h. Ah, essa noite…

Conheça: Lavoura

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Quem: Lavoura
Ouça o álbum anterior da banda, Kosmophonia

Os limites da música instrumental brasileira estão em constante expansão – e ao completar dez anos de estrada, o grupo Lavoura não é diferente. Ao lançar seu novo disco Nu Steps, o grupo de Bauru radicado em São Paulo começa uma nova fase ao buscar novos horizontes para além da música eletrônica. “Acho que o disco novo é mais mais orgânico que o anterior (Kosmophonia)”, explica o tecladista Fernando TRZ Falcoski. “É um disco mais ligado ao jazz do que à eletrônica, apesar de ela continuar diluída no conceito, rítmos e nos timbres”.

“O processo de composição do Nu Steps foi mais livre”, continua TRZ, explicando que as músicas surgiram a partir de jam sessions, onde a banda ensaia, no Atelier La Tintota, na Barra Funda, em São Paulo. No novo trabalho, as novas referências musicais ganham ares globais – e além da fusão jazzística citada pelo tecladista, pode-se ouvir referências que ecoam os timbres tristes do broken beat, os andamentos tortos do dubstep e até referências latinas eletrônicas.

“A evolução foi natural”, segue o tecladista. “Aprofundamos nossa pesquisa estética e nosso modo de tocar, interagir e compor conjuntamente, buscando uma evolução espiritual em grupo, através de nossa música, trazendo a ela níveis mais abstratos de percepção, mas claro sem perder nossa essência de levarmos a música brasileira para territórios da música urbana global, dialogando com os novos gêneros como nu-jazz, broken beats, afrobeat e dubstep”. Além de TRZ, a banda é formada por Caleb Mascarenhas (sintetizadores, monome e efeitos), Fabiano Alcântara (baixo) e Paulo Pires (bateria, bateria eletrônica e percussão).

O novo disco pode ser ouvido no canal do YouTube da banda.

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