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Sister Nancy no Brasil!

Uma das principais mulheres na história do reggae, Sister Nancy vem ao Brasil mais uma vez para fazer três shows no Brasil, o primeiro deles no festival Afropunk, em Salvador, quando a diva jamaicana visita pela primeira vez a Bahia acompanhada do BaianaSystem, no dia 9 de novembro (e os ingressos já estão à venda). O festival ainda terá shows de Jorja Smith, Attooxxa, Tems, Liniker, BK’, Budah, Péricles, MC Luana, entre outros. Em São Paulo, seu show acontece no Cine Joia, com abertura da Lei Di Dai dia 11 (ingressos à venda neste link) e dia 13 ela vai pro Rio, onde apresenta-se no Kingston Club acompanhada da crew dos Digitaldubs (ingressos aqui). Vai ser pesado…  

Michael Madsen (1957-2025)

Um dos atores de estimação de Quentin Tarantino, Michael Madsen foi encontrado morto em sua casa na manhã desta quinta-feira, vítima de um ataque cardíaco .Operário-padrão de Hollywood, trabalhou em mais de 300 filmes, quase sempre interpretando personagens foras da lei, policiais e detetives. Seu papel mais conhecido é o personagem Mr. Blonde, dono de uma das principais cenas de Cães de Aluguel, o primeiro filme de Tarantino que o tornou queridinho da crítica. Depois deste, ele ainda atuou em outros filmes do diretor, como Kill Bill Volume 2, Os Oito Odiados e Era Uma Vez… Em Hollywood.

A Charanga vai à Europa!

A Charanga do França cruza o Atlântico e começa sua primeira turnê internacional neste fim de semana, quando levam o clima do carnaval paulistano para a Europa. Conversei com o fundador da banda, o maestro e manda-chuva Thiago França, em uma matéria que fiz sobre a viagem para o Toca UOL e ele comenta a possibilidade da viagem, que passa pela Inglaterra, Dinamarca e Holanda, faça as pessoas perceberem que o grupo não é uma atração de carnaval. “Assim os programadores talvez percam a resistência de achar que é muito nichado por ser instrumental ou muito sazonal, por ser carnavalesco”, me explicou na entrevista.  

Bergman na telona

O Belas Artes assumiu a curadoria do cinema do Shopping Frei Caneca e começa a mostrar as garras neste mês, quando estreiam uma Mostra Bergman que vai trazer os clássicos Persona, Monika e o Desejo e O Sétimo Selo e mais outros entre os dias 10 e 16. Eles ainda não anunciaram a programação direitinho, mas já começaram com o sarrafo lá em cima. Assim que é bom.

Amor de ver

A Lupe de Lupe pegou os tais dos visualizers que os artistas criam pra colocar como vídeos animados nas plataformas de streaming e transformou-os em curtas em câmera lenta que acompanham cada uma das quatro faixas de seu recém-lançado álbum, o excelente Amor. A frequência lenta, ambient e introspectiva compostas por paisagens quase elementais feitas por Gabriel Honzik funciona como o espaço mental perfeito para abrir os épicos intensos desse novo disco da banda. Sugiro deixar tocando na TV e embarcar na viagem sem precisar assistir tudo direto… Só deixar rolar…

Assista abaixo:  

E já temos a data do C6 Fest em 2026

O festival paulistano já se prontificou em garantir datas no calendário do ano que vem pro povo começar a marcar na agenda e fazer aquela fezinha… Quem deve vir pra São Paulo entre os dias 21 e 24 de maio do ano que vem? A primeira aposta é fácil, afinal deixaram “Anti-Glory”, do grupo Horsegirl, na trilha sonora do post

Yma em breve…

Esta quarta marcou o aniversário da Yma, que reforçou sua volta apontando o novo single “2001” como a primeira espiada em sua nova fase. Estamos aguardando…

Surf music mutante

O público que foi ao Centro da Terra no último dia do primeiro semestre de 2025 pode ter sentido que estava em um episódio de Além da Imaginação, ao entrar num universo paralelo proposto pelo encontro das guitarras de Rainer T. Pappon e Murillo Mathias com o baixo de Renato Muniz e a bateria de Carlos Camasi. A surf music proposta pelo grupo Ippon cria um universo em que o astral praiano do gênero musical sintoniza menos na cultura californiana e mais num rock mais cabeçudo da virada dos anos 70 para os 80, quando as duas guitarras solavam juntas, variando apenas na escala – uma escola que junta bandas tão diferentes quanto Thin Lizzy, Iron Maiden e a fase mais pop do King Crimson, com Adrian Belew. E o grupo emendou mais de uma hora desses estranhos mas mágicos entrelaçamentos de melodias sobre bases que, mesmo que soem como levadas puras de grupos como Ventures, Surfaris ou Bel-Airs, habitam o mesmo universo mutante setentista que mescla hard rock inglês e rock progressivo como se a psicodelia britânica dos anos 60 não tivesse se dividido nestas duas principais correntes. E o melhor é que eles fazem isso como toda banda deveria atuar no palco: se divertindo à beça, sorrisos estatelados nos rostos. O disco de estreia do quarteto paulistano sai ainda este mês…

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