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Built to Spill tocando “Jokerman” em um tributo aos anos 80 de Bob Dylan

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Os anos 80 de Bob Dylan são uma fase renegada por muitos fãs do bardo norte-americano. Também pudera: os requintes plásticos de produção musical e os timbres daquela década talvez sejam o extremo oposto dos valores musicais erguidos por Dylan nas duas décadas anteriores. Mas ninguém o forçou a gravar esses discos e a perspectiva histórica aos poucos vão salvando grandes canções e discos inteiros menosprezados à época (o próprio Dylan começou esta reavaliação ao dedicar páginas de seu único volume de Chronicles, sua autobiografia não-terminada, ao disco Oh Mercy, de 1989). Agora é a vez de um tributo inteirinho dedicado a esta década de Dylan (chamado, darl, Dylan in the 80s) – e reúne nomes tão improváveis quanto Elvis Perkins, Reggie Watts e uma dupla inominável formada pelo Gene do Ween e o Slash ex-Guns’n’Roses. O aperitivo que já soltaram traz nosso querido Built to Spill tocando “Jokerman”, aquela música que o Caetano tocava na turnê do Circuladô, no início dos anos 90.

Um papo com a Maria Nanquim

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Excelente essa entrevista que o Ramon fez com a Luciana Foraciepe, que é conhecida pela internet como Maria Nanquim. Ela está lançando sua primeira revista – chamada Xula, que pode ser comprada aqui – e na conversa dá uma boa idéia de como andam os quadrinhos no Brasil nestes anos 2010:

Eu acho que o cenário sempre existiu, a duras penas, mas sempre existiu. Agora, com internet, as pessoas conseguem mesmo fazer um trabalho autoral sem depender das editoras. Acho isso bom demais. Mas não sei medir ou dizer se o interesse por quadrinhos aumentou ao longo dos anos, porque eu sempre fui interessada. Posso estar dizendo uma bobagem, mas na minha opinião o cenário sempre existiu, só que antes o acesso era mais complicado. As pessoas tinham que se contentar com o que era publicado. Com o que as editoras publicavam. Hoje, com as publicações independentes e com a internet, dá pra conhecer um monte de gente boa produzindo quadrinhos. Isso é lindo. Também tem muita coisa ruim, mas aí é só não acompanhar o que não te agrada. O que tenho certeza é que ainda é complicado viver de quadrinhos no Brasil. Vejo isso pelos meus amigos quadrinistas que estão sempre duros. Muito triste. Pessoas extremamente talentosas, mas que precisam sambar muito pra pagar as contas no fim do mês.

Leia a entrevista toda no Vitralizado.

On the run #141: Chet Faker no Boiler Room

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Chet Faker é um dos principais nomes em ascensão nas pistas de hoje em dia – esse suingue manhoso, esse soul branco de voz grave e timbres tristes cada vez mais domina o zeitgeist deste início de década. Então imagina ele tocando numa cobertura num domingo de sol?

Foi isso que rolou em Melbourne, na Austrália, transmitido pelo Boiler Room. Abaixo, o vídeo:

 

Dança, Christopher Walken!

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E você achava que o talento de Christopher Walken para a dança se resumia ao clipe de “Weapon of Choice”, do Fatboy Slim, veja esse mashup com vários filmes em que o lendário ator requebra pra valer:

Vida Fodona #410: Algumas novidades

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Eu prometi, então elas seguem aí!

Silva – “Entardecer”
Bonifrate – “Horizonte Mudo”
Unknown Mortal Orchestra – “So Good at Being in Trouble”
Gilberto Gil – “Back in Bahia”
Dom L – “Chips (Controla ou Te Controlam)”
Criolo – “Duas de Cinco”
De Leve – “Largado”
Boogarins – “Doce”
Walter Franco – “Feito Gente”
Velvet Underground – “The Gift”
Strokes – “Welcom to Japan”
Rita Lee – “Lança Perfume”
Metronomy – “I’m Aquarius”
Major Lazer + Amber Coffman – “Get Free”

Vem!