Jimmy Fallon ♥ Blur

E é claro que o Jimmy Fallon não ia deixar o Blur passar por seu programa sem tirar uma casquinha nos bastidores…

E é claro que o Jimmy Fallon não ia deixar o Blur passar por seu programa sem tirar uma casquinha nos bastidores…

E ainda falando no Blur, é tão bom ver que o grupo inglês está fazendo toda sua maratona de divulgação de seu novo Magic Whip com as músicas deste disco, em vez de usar o novo lançamento apenas como deixa para regurgitar hits do passado. Semana passada eles passaram por Paris, onde gravaram todo um show – cheio de músicas novas – para o Canal Plus francês – e a emissora disponibilizou a íntegra da apresentação do grupo no programa Album de la Semaine.
Mas eles não são xiitas do disco novo e inevitavelmente tocaram músicas do passado, como a óbvia “Girls and Boys” e a excelente “Trouble in the Message Centre”, que o grupo não tocava ao vivo desde os tempos do Parklife e parece ter voltado ao repertório no novo show.

Esse outono cinza sobre nossas cabeças pede refúgios musicais que nos transportam para regiões mais quentes, como é o caso do remix que o canadense Tep No fez para uma das minhas músicas favoritas do último disco de Lana Del Rey, “Florida Kilos” (que só aparece na edição deluxe). Esse oásis tropical em forma de música ganha um ar ainda mais caloroso com essa versão tranquila e preguiçosa.
E não custa lembrar que Lana está com disco novo na agulha que pode aparecer a qualquer minuto!
E já que estamos falando de Guerra nas Estrelas, olha essa cama Falcão Milenar que esse cara construiu pros sobrinhos dele…

Muito foda. Vi no Nerdist.

Bonitona essa versão em vinil do novo disco do Blur – que ainda conta com uma faixa-extra em sua edição japonesa, a quase experimental (e quase pop) “Y’all Doomed”, saca só:

E por falar em Guerra nas Estrelas, a clássica fotógrafa Annie Leibovitz mais uma vez visitou o set de filmagens de um filme da saga, o primeiro sob a supervisão de J.J. Abrams. Na sessão de fotos para a Vanity Fair, ela revelou uma série de novidades sobre o filme, inclusive que a personagem de Lupita Nyong’o deverá ser de computação gráfica e a primeira imagem de Adam Driver caracterizado como o vilão da vez.
Além das fotos, a revista fez um curta sobre a visita de Annie ao set de J.J.

Conversei com a Tulipa sobre seu terceiro disco, Dancê (que pode ser ouvido inteiro aqui), para uma matéria na Ilustrada de hoje.
Novo álbum de Tulipa Ruiz vai da disco dos 70 ao pop dos 80
João Donato e Lanny Gordin estão em Dancê, trabalho que a cantora lança hoje
Um disco dançante, com capa feita pelo lendário quadrinista americano Robert Crumb. Esses eram os horizontes que Tulipa Ruiz colocou para seu terceiro disco, “Dancê”, quando recebeu o sinal verde para começá-lo, no fim de 2014.
Enfiou-se no carro de Gustavo Ruiz, seu irmão, guitarrista, produtor e principal parceiro. Juntos, os dois desceram para a praia de Camburi, no litoral paulista. Foi o começo de um retiro musical que da praia foi para a cidade mineira de São Lourenço.
Passaram 15 dias enfurnados em pré-gravações no estúdio caseiro de Gustavo. Depois se encontraram com a banda num sítio perto de Campinas. Gravaram o disco no estúdio da Red Bull, no centro de São Paulo, onde a cantora recebeu a reportagem – “Dancê” será lançado nesta terça (5), em formatos físico e digital.
“Eu tinha duas certezas”, diz Tulipa. “Queria um disco dançante, mas no sentido que você quisesse celebrá-lo com o corpo, não necessariamente um disco de dance music. Sabe quando o impulso vem primeiro aqui antes de ir pra cá?”, aponta para o quadril e depois para a cabeça.
“E tinha entrado numa viagem de que a capa seria do Crumb”, gargalha, ao que o irmão sacode a cabeça, olhando pra baixo: “Pouco pretensiosa.” Ela própria ri da ingenuidade, lembrando da pergunta que fez à época: “‘Gente, e se a capa for do Crumb?”
“Cheguei falando que ele ia adorar, porque sou um desenho dele e não ia nem cobrar!” Ela conta que achou a assessora do pai da HQ underground. “E ela disse: ‘Linda, o Crumb não trabalha mais'”.
POP NA VEIA
Mas se a segunda certeza não se confirmou, a primeira é a espinha dorsal sinuosa de “Dancê”, que escorrega pela pista, puxando a transição da disco music dos anos 1970 rumo ao pop oitentista.
As referências vão do “Realce” de Gilberto Gil aos primeiros Marina Lima e Ney Matogrosso, passando por Rita Lee na fase Lincoln Olivetti, a banda Vitória Régia de Tim Maia, o “Lindo Lago do Amor” de Gonzaguinha, o “Cartaz” de Fagner e o Caetano new wave.
O disco é também o cavalo de Troia de um novo cânone musical brasileiro. À primeira audição, parece superfluamente pop, lembrando hits de mais de 30 anos atrás.
Mas “Tafetá” tem a ilustre presença de João Donato. “Expirou” convoca o “guitar hero” Lanny Gordin. O mestre da guitarrada Manoel Cordeiro e seu filho Felipe surgem em “Virou”. Contemporâneos como o trio Metá Metá (na densa “Algo Maior”) e o produtor Kassin (na fútil “Físico”, inspirada em Olivia Newton-John) ajudam a engrossar um Olimpo do nosso pop atual.
O novo disco também é análogo à própria carreira de Tulipa, que surgiu quase tímida com o singelo “Efêmera” (2010) e começou a botar suas garras de fora no intenso “Tudo Tanto” (2012), lançado dois anos depois. “Dancê” parece botar o ponto final na primeira etapa de sua carreira.
Dancê
Artista Tulipa Ruiz
Lançamento Ponmello/ Natura Musical
Quanto R$ 29,90
Na Web www.tuliparuiz.com.br
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Na mesma sessão online de perguntas e respostas em que revelou a possibilidade de alguém bancar a existência da rede de lanchonetes Pollos Hermanos, o criador de Breaking Bad, Vince Gilligan, contou que não irá participar da nova temporada de Arquivo X, o seriado em que começou a trabalhar na TV. O produtor foi perguntado sobre qual seu episódio favorito do seriado de Mulder e Scully e aproveitou para falar mais de seu envolvimento com o seriado – e seu não envolvimento nesta volta:
“Se eu tiver que escolher, eu provavelmente diria que é ‘Bad Blood’. Mas de verdade, como uma experiência, meu momento favorito de Arquivo X foi provavelmente escrever o episódio ‘Je Souhaite’, aquele com o gênio. Porque foi o primeiro episódio em que pude escrever e dirigir. E foi um ponto de virada maravilhoso em minha carreira, além de ter sido muito divertido.
Infelizmente não poderei voltar a escrever para a série, devido ao meu trabalho com Better Call Saul, que me impede de fazer isso. Fico muito triste em perder isso, mas eu adoraria me envolver na volta do Arquivo X. Foi o meu segundo melhor emprego de todos, ficando atrás apenas de Breaking Bad e Better Call Saul e eu adoraria poder voltar. Com certeza vou assistir como um fã, não vejo a hora.
Lembrei que não falei mais do Better Call Saul por aqui… Hmmm…