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Olivia Rodrigo virou Lego

Era inevitável: quando um artista chega a um determinado nível de fama acaba chegando à sua versão Lego e isso acaba de acontecer com Olivia Rodrigo, que viu-se transformada em cinco conjuntos de tijolos de plástico montáveis a partir de momentos de sua discografia. Os conjuntos começam a ser vendidos a partir do dia primeiro de agosto, mas a pré-venda já está aberta no site da empresa dinamarquesa.

Mais uma da Olivia Rodrigo: Um festival só com artistas mulheres

Olivia Rodrigo não para e ao mesmo tempo que, com seu recém-lançado You Seem Pretty Sad for a Girl So in Love, se tornou a primeira artista a estrear no topo da parada de vendas da Billboard com seus três primeiros álbuns, acaba de anunciar um festival formado inteiramente por artistas mulheres – e não é pouca coisa! O festival Daisy Chain Fields acontece em apenas um dia (dia 29 de agosto) no Great Park da cidade de Irvine, na Califórnia, e reúne artistas de peso como Bikini Kill, Mitski, Breeders, Garbage, Katseye, Santigold, Doechii, Not For Radio, Chappell Roan e artistas menores como Die Spitz, Rachel Chinouriri, Quiet Light e Eli, além de trazer três ícones como “convidadas especiais”: ninguém menos que Stevie Nicks, Sarah McLachlan e Karen O dos Yeah Yeah Yeahs. Como se não bastasse tudo isso, ela ainda se compromete a repassar toda a renda do festival para entidades que ajudam mulheres e meninas. As vendas começam nesta quarta-feira no site oficial do evento e já deu pra ver que Olivia não está pra brincadeira…

No Doubt ♥ Olivia Rodrigo

Todo mundo sabe que Olivia Rodrigo é fãzaça de No Doubt – inclusive já tocou músicas da banda de Gwen Stefani em suas apresenções, além de ter dado entrevistas falando o quanto ela foi um dos primeiros exemplos de “uma artista de verdade” que ela teve, antes de começar a pensar em fazer música. E depois de se juntar à banda em seu show de retorno no Coachella de 2024, ela subiu ao palco do grupo mais uma vez neste sábado – e de forma completamente espontânea. O No Doubt estava encerrando sua temporada na famosa Sphere em Las Vegas, nos EUA, quando Gwen viu uma garota bem na primeira fileira do show segurando um cartaz que dizia “Eu sou só uma garota que só quer o último abraço no último show na Sphere”, em referência ao número que a vocalista do grupo repetiu durante toda a temporada, quando escolhia alguém do público para dar um abraço. Stefani não acreditou quando reconheceu Olivia Rodrigo – bem no fim de semana de lançamento de seu terceiro álbum – e gritou: “É a Olivia Rodrigo? Pelamordedeus, chamem ela aqui, o disco novo dela acabou de sair!”, mas infelizmente o encontro ficou só no abraço e as duas não cantaram juntas mais uma vez.

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Olivia Rodrigo ♥ Robert Smith

É oficial: mais do que amigos, Robert Smith e Olivia Rodrigo agora são parceiros – e o chá de revelação aconteceu de surpresa, no palco, quando depois de anunciar que iria cantar uma música nova, batizada de “What’s Wrong With Me”, ela atravessou a primeira parte dela acompanhada apenas de sua banda, para chamar o convidado no palco, num grito de susto: “Senhoras e senhores, deem as boas vindas para Robert Smith”, gritou quase sem acreditar, para ver o senhor The Cure assumir os vocais e dividi-lo com ela num dueto fofo (odeio esse adjetivo, mas não tem outro nome pra isso). E ao mesmo tempo em que é delicioso perceber que, além de suas as duas vozes se encaixam quase como mágica, a composição reúne duas tradições cancioneiras – a música pop para rádio dos EUA (um legado literalmente secular) e as improváveis doces canções do pós-punk inglês (uma escola de quatro décadas crucial para o surgimento do que chamamos hoje de indie). E é essa confluência, que pode traduzir-se em novos fãs para os dois lados, que torna a canção tão singular – e reforça ainda mais a expectativa para o próximo disco de Olivia, que será lançado na sexta-feira.

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Olivia Rodrigo ♥ CMAT

A irlandesa CMAT teve um ótimo ano em 2025, quando seu terceiro disco Euro-Country a elevou a um patamar para além de revelação musical – e agora acaba de ganhar um endosso que a vai fazer crescer ainda mais, quando Olivia Rodrigo, em sua passagem pelo programa Live Lounge, da rádio inglesa BBC 1, escolheu o hit “When A Good Man Cries” para cantar como sua versão escolhida para a apresentação. E a reação da própria CMAT ao ouvi-la mencionar o nome da minúscula cidade que cresceu (Dunboyne, na Irlanda, que tem cinco mil habitantes e onde ela é obviamente uma heroína local) é impagável.

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Dois discos num só

A menos de um mês do lançamento de seu terceiro álbum, Olivia Rodrigo revelou nesta terça os títulos das músicas e um pequeno detalhe sobre seu novo disco – ele tem dupla personalidade! Na verdade, You Seem Pretty Sad for a Girl So in Love revela-se vintage como toda a tradição pop que ela vem afagando desde que começou a falar do disco e divide-se em duas metades como bem quer o conceito de álbum, forjado numa época em que os discos tinham dois lados e que a duração de cada metade não passava muito além dos 20 minutos. E como vários antes dela, Olivia aproveita essa divisão conceitual para mostrar que o título do disco carrega duas metades distintas: o lado A chama-se Girl So In Love (Garota Tão Apaixonada), que abre com a “Drop Dead” que lançou como primeiro single, e o lado B chama-se You Seem Pretty Sad (Você Parece Bem Triste), abrindo com o segundo single, revelado semana passada, “The Cure”. Assim, o título – Você Parece Bem Triste para uma Garota Tão Apaixonada – não é só um estado de espírito único, mas partes distintas de um processo – e isso se reflete também no título das músicas: “Honey bee”, “U + Me = <3” e “My Way” no lado A, “What’s Wrong With Me”, “Less” e “Cigarette Smoke” no lado B.

Olivia Rodrigo: “I thought I found the antidote…”

Quem deu o segundo passo de um novo disco nesta sexta-feira foi Olivia Rodrigo, que revelou sua “The Cure” como novo degrau – para baixo – de seu vindouro terceiro disco, You Seem Pretty Sad for a Girl So in Love. E depois de filmar “Drop Dead” no Palácio de Versailles como uma princesa Disney – símbolo do pop perfeito -, ela começa a descida rumo à tristeza enunciada em seu título em uma ode folk emoldurada em um hospital dos anos 50 nos Estados Unidos, em que, fantasiada de enfermeira de publicidade, vai mostrando suas vísceras como um personagem de desenho animado num filme de terror. Ao batizar a faixa com o nome da banda de seu ídolo e agora camarada Robert Smith, ela sintoniza a melancolia agridoce do papa do gótico pop ao mesmo tempo em que acena para a geração seguinte à do Cure, imediatamente influenciada por eles, a quem ela vem tateando contato, do rock alternativo dos anos 90, soando como uma balada acústica de bandas tão diferentes quanto Smashing Pumpkins, Hole, Weezer e Foo Fighters. Resta saber se este será o disco em que ela, de uma vez, abraçará o rock, tornando-se um improvável ícone para o gênero. Mas ao final do clipe, ela revela que o hospital vintage que é o cenário do clipe é (como era o palácio do clipe anterior) uma ilusão, pisada por ela mesma ao mostrar-se sem fantasias numa casa encaixotada, como se tivesse acabado de chegar de uma mudança. Vamos ver o que ela nos mostrará a seguir…

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Descendo a ladeira da tristeza

Olivia Rodrigo participou do Saturday Night Live neste fim de semana e, além de participar de alguns quadros e cantar mais uma vez “Drop Dead”, primeiro single de seu próximo álbum, You Seem Pretty Sad for a Girl so in Love, revelou mais uma música, a primeira que dá o tom do adjetivo que parece ser central no novo disco. A triste balada “Begged” é a mesma que ela cantou ao lado de Weyes Blood num show fechado que fez em Los Angeles no outro fim de semana, e mais uma vez Natalie Mering estava ao seu lado, só que como apenas uma das integrantes dos grupo dos vocais de apoio, frisando sua participação como coadjuvante. E parece que a tristeza do título é real.

Assista abaixo:  

Olivia Rodrigo + Weyes Blood?!

Logo após o lançamento do single alto astral que inaugura a nova fase de Olivia Rodrigo e de Weyes Blood vir a público dizer que está vindo com disco novo, as duas se reuniram no palco do The Echo para cantar uma música inédita em uma apresentação intimista que Olivia fez na casa de shows em Los Angeles, nos EUA. A apresentação aconteceu nesta sexta-feira, quando Olivia convidou poucos fãs e amigos para o show, em que todos tiveram que guardar seus celulares e que ela tocou músicas de seus dois discos, o novo single “Drop Dead” duas vezes e uma música ainda sem título, considerada pelas testemunhas sua música mais emocionalmente devastadora e que a própria Olivia disse que é boa para o karaokê se você estiver triste. E para esta música nova ela convidou Weyes Blood para fazer os vocais de apoio, mas não confirmou se ela estará no disco. E seguimos esperando…

“Drop Dead” é um cavalo de Troia

Além da vontade de ouvi-la só mais uma vez (e outra e outra), “Drop Dead”, primeiro single do novo disco de Olivia Rodrigo, me parece mais um cavalo de Troia do que uma amostra do que será seu novo álbum. Especificamente por não espelhar a tristeza presa em seu título: You Seem Pretty Sad for a Girl So in Love, que traduz-se por “você parece bem triste para uma garota tão apaixonada” e, apesar de seu título (que pode ser traduzido livremente como “Morra”), a nova música vem carregada de uma felicidade rara nos discos anteriores de Olivia, fazendo-a literalmente dançar como uma princesa num palácio (e qual deles senão o mais famoso do mundo?). A impressão é que ela está empolgando seu público para uma descida emocional ainda mais profunda e dolorida que a dos outros discos, agora ciente que sua estatura como estrela pop ultrapassou as proporções do modismo passageiro. É como se, inclusive ao citar Cure e mostrar aparelhos do passado (o laptop e o fone de ouvido com fio) no clipe, ela tivesse consciência de que está fazendo seu primeiro disco clássico. E que época foda é essa que uma garota de 23 anos pode ter a disposição de fazer isso, diz aí…

Assista abaixo: