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Noites Trabalho Sujo

Mais um mês de junho sem festas juninas e eu, Danilo Cabral e Luiz Pattoli puxamos a nossa memória para falar das diferenças destes tipos de festa em nossas infâncias e juventudes, deixa apara transformamos nosso papo sobre música no NTS em fenômenos regionais musicais do país e como eles se tornaram – ou não – sucesso em todo o país. E o papo foi tão bom que deve ter uma segunda – ou terceira – edição…

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Em vez de conversar sobre música, decidimos conversar sobre como escutamos música – e em mais uma edição do NTS, eu, Danilo Cabral e Luiz Pattoli revisitamos arquivos de MP3, rádios online e offline, programas de streaming, discos de vinil, fitas cassete, YouTube e televisão para falar sobre como nos acostumamos a ouvir nossos clássicos e novas canções. E você? Como você escuta música?

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Mais uma vez me reúno com meus compadres de Noites Trabalho Sujo – Luiz Pattoli e Danilo Cabral – para conversar sobre música. E desta vez puxamos papo sobre um tema que muitos se sentem desconfortáveis, mas que resolvemos atacar de frente: a vergonha de gostar de certos artistas ou músicas. Os chamados “guilty pleasures” não existem se você realmente gosta de música – e é sobre isso que conversamos nesta edição do programa.

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A pedidos, discutimos o oitentão Roberto Carlos, ícone da música brasileira que, apesar da onipresença ainda massiva, não tem mais a importância popular que um dia já teve, embora ainda seja um dos principais autores da música brasileira contemporânea. E é por aí que eu, Danilo Cabral e Luiz Pattoli embarcamos em um longo papo sobre sua carreira, sua paranoia de controle, seus especiais na rede Globo, sua discografia e suas manias, numa grande homenagem a uma das maiores unanimidades do Brasil.

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Nesta edição do NTS, programa que faço com meus compadres de Noites Trabalho Sujo Luiz Pattoli e Danilo Cabral, resolvemos não ficar em um gênero específico para falar do que a gente está ouvindo, o que pode ser um tema recorrente no programa. Assim, puxamos tanto discos deste ano – o novo do BaianaSystem, o disco de estreia da Jadsa, o do Rico Dalasam, o do Pharaoh Sanders com o Floating Points, o da Sophia Chablau, o da Arlo Parks, do Madlib e o do Nick Cave com o Warren Ellis -, além de alguns do ano passado (Kali Uchis, Taylor Swift e Dua Lipa – haja coração) e clássicos desenterrados, como Fausto Fawcett e os Robôs Efêmeros, In the Aeroplane Over the Sea e pérolas do bregroove.

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Em mais uma reunião para falar sobre música com os meus irmãos das Noites Trabalho Sujo, eu, Danilo Cabral e Luiz Pattoli atravessamos os anos 80 em busca do pop perfeito. Década que fez parte de nossas infâncias e adolescências, é um período de experimentação musical e de consolidação de artistas completamente novos no panteão mundial. E assim passamos dos gigantes Madonna, Prince e Michael Jackson pelo rock brasileiro da década, a ascensão do U2, o heavy metal daquele período, o surgimento do rap e da música eletrônica e um monte de hits que não saem de nosso inconsciente. E a gente podia ficar falando horas sobre isso…

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E mais uma vez me reúno com meus chapas de Noites Trabalho Sujo para conversar sobre música – e nesta edição do NTS, eu, Luiz Pattoli e Danilo Cabral escolhemos falar de um artista que foi importante em nossa formação – o grupo que inventou o hard rock e mudou a cara dos anos 70, Led Zeppelin. Mergulhamos nas memórias que o universo sonoro criado por Jimmy Page, John Bonham, John Paul Jones e Robert Plant em dez anos, além de comentar a biografia, ao mesmo tempo épica e trágica, e nosso encontro com a dupla que liderava o grupo em nossas adolescências.

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Mais um encontro com meus irmãos de Noites Trabalho Sujo, mais uma horinha de conversa sobre música e eu, Danilo Cabral e Luiz Pattoli puxamos trilhas sonoras como assunto. Trilhas que nos marcaram na infância, pérolas que nunca nos abandonaram, temas que todo mundo conhece e discos específicos feitos para filmes clássicos – ou não -, além de, claro, trilhas sonora de novelas. É papo que não acaba mais.

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Quem tem saudade de conversar sobre música? Eu não tenho porque é um assunto recorrente na minha vida. E não falar sobre mercado, métricas, mais vendidos e outras formalidades. Estou falando em conversar sobre discos, sobre músicas, sobre shows e o impacto disso em nossas vidas. E para estrear este novo programa em meu canal, convidei meus dois irmãos Danilo Cabral e Luiz Pattoli, que agitam as Noites Trabalho Sujo comigo há quase uma década, para falarmos sobre o que gostamos de ouvir, nosso passado musical comum e suas lembranças sonoras de diferentes épocas da vida.

Fui chamado pela Casa do Mancha para fechar a programação da Casinha dentro desta força-tarefa de DJs, produtores, festas e casas noturnas chamada Clube em Casa. Parte da programação da Virada Cultural deste ano, o evento reúne casas de diferentes portes, como o Tokyo, o Mundo Pensante, o Boteco Prato do Dia, a Casa da Luz, o Caracol, a Aparelha Luzia e a Fatiado Discos, que convidam nomes tão diferentes quanto Discopédia, KL Jay, Akin, ODD, Pilantragi, Jorge Du Peixe, Mamba Negra, Millos Kaiser, Lys Ventura, Caverna, Desculpa Qualquer Coisa, Batekoo, Mari G, Gop Tun, entre vários outros nomes para tocar a festa nestes sábado e domingo . Quem divide as picapes comigo é a Joyce Guillarducci, do blog Cansei do Mainstream, mas não vamos tocar juntos não, afinal, apesar de ser na Casa do Mancha, a frequência é reduzida à técnica da transmissão por motivos sanitários. Os trabalhos da Casinha começam às 18h, com o próprio Mancha, que chamou a Liu para discotecar com ele, seguido da festa Caverna, do Alex Correa, que convida a Juli Baldi, a partir das 20h, e a parte Trabalho Sujo da noite começa com a Joyce, às 22h, e eu entro logo em seguida para encerrar. Você encontra todas as informações sobre todo o evento, que será transmitido pela Twitch.tv da produtora Flerte, aqui.