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Noites Trabalho Sujo

A semana começou quente, mas depois baixou esse frio nada a ver e a gente só sabe combatê-lo de uma forma: se acabando! Então toma mais uma Inferninho Trabalho Sujo que vem em dose dupla de rock deste século. Quem começa a noite é a explosão de ruído e melodia dos paulistanos Os Fadas, que são seguidos logo depois pelo quarteto de Juiz de Fora André Medeiros Lanches, enfileirando mais doses de canções e barulho na cabeça dos presentes. E depois eu e a comadre Francesca Ribeiro derretemos a pista com aquela mistura quente de dance music, R&B, hip hop, rock e música brasileira (e uma pitada de Kpop, por que não?) que deixa a pista cheia até o fim da madrugada. O Picles fica no no número 1838 da Cardeal Arcoverde e se você chegar antes das 21h não paga para entrar. Vem!

Fecho o fim de semana discotecando no Bar Alto, em mais uma festa Antes da Meia-Noite, em que toco com na sequência da Dina Mesmo e da Roberta Buongermino. No som, você já sabe: músicas boas pra dançar que você provavelmente vai cantar junto – não importa se é dance music, indie rock, música brasileira, soul music ou rock clássico. O Bar Alto fica ali na Vila Madalena (no número 194 da rua Aspicuelta) e eu começo a tocar a partir das 20h. Chega mais!

Pop mundano

Lá vou eu de novo comentar sobre a festa que eu mesmo faço, mas o Picles ficou pequeno pro Xepa Sounds do Thiago França. Cheguei logo depois do show do Garotas Suecas e o bicho já estava pegando – Juka me chamou num canto e falou: “cê tá fudido Matias, eles já tocaram todas as músicas que você toca”. É que a verve mundana do projeto mais low profile do maestro da Santa Cecília toca nos mesmos pontos da minha discotecagem: é Spice Girls e Dua Lipa por um lado, Rouge e Caetano Veloso por outro e o cabra ainda terminou a noite mandando “Total Eclipse of the Heart”. Restou pra mim e pra Bamboloki a inglória tarefa de manter a pista cheia, mas depois de uma sequência nortista emendamos Wanderley Andrade com electrosummerhits, passando por RBD e Maria Bethania, Strokes e New Order, Madonna e Run DMC, Lady Gaga e Specials. Foi insano – quem foi sabe. E a próxima é no dia 7 de setembro, com DUAS bandas.

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Universos colidem nesta quinta-feira em mais uma edição do Inferninho Trabalho Sujo no Picles. A banda da vez é o trio Xepa Sounds, liderado por Thiago França e ancorado pela percussão de Pimpa e Samba Sam em uma noite de delírio pop que vai da dance music à pagodeira, só no beat e sax – e como essa edição vai pegar fogo, melhor garantir seu ingresso antes da hora pra não correr o risco de ficar de fora. Depois assumo a discotecagem até o fim da madrugada e quem me acompanha é esta que você já deve ter sonhado com ela sem saber de seu nome: Bamboloki, que traz o puro suco dos anos 2000 para a pista de dança. O Picles fica no coração de Pinheiros – enquanto ele ainda tem um – no número 1838 da Cardeal Arcoverde e se deixar o Thiago começa a tocar na hora que abre, às oito da noite. Vem!

Prontos pra mais uma festa daquelas? Mas sem excessos, somos todos adultos. Então mais uma vez me reúno à Clarice Reichstul e à Camila Yahn sob a marquise do estádio do Pacaembu no nosso querido Bubu para mais um Desaniversário. A gente não precisa completar anos pra ter motivo pra reunir os amigos e dançar até cansar – mas como ninguém quer perder o domingo, começamos cedo e terminamos cedo também. O Bubu fica na Praça Charles Miller s/n° e no som a gente promete só músicas que você gosta de dançar – e nem lembrava mais delas!

Eruditos na pista

Quem diria que uma camerata à paulistana iria cair tão bem numa pistinha? Na edição dessa sexta do Inferninho Trabalho Sujo a Filarmônica da Pasárgada subiu ao palco do Picles com fagote, acordeão, clarinete, percussão e laptop para seguir a risca de uma tradição criada no Lira Paulistana, citando inclusive Rumo, Itamar, Arrigo e companhia para celebrar a cultura da cidade. E depois, ah depois, eu e a Fran seguimos incendiando a pista enfileirando escolhas improváveis e certeiras, de Jonnata Doll a Olivia Rodrigo, passando por Rosalía e Snoop Dogg. E a pista só acaba porque chega uma hora o Picles acende a luz. Daqui a duas semanas tem mais…

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Mais uma noite acesa pelo fogo da música, desta vez numa sexta! Toco fogo em mais um Inferninho Trabalho Sujo ali no Picles, que começa com a apresentação da banda Filarmônica da Pasárgada, que toca por volta das 22h, seguida da minha discotecagem ao lado da comadre Francesa Ribeiro, aquecendo corações e quadris até a hora que acendem a luz! O Picles fica no número 1838 da Cardeal, no coração do maltratado bairro de Pinheiros e quem chegar antes das 21h não paga para entrar! Vamos!

Neste sábado discoteco mais uma vez para esquentar a chegada da Charanga do França, repetindo aquele clima de baile de carnaval das Noites Trabalho Sujo do começo do ano. E aproveitando o match musical, chamo mais uma vez a querida Francesa Ribeiro para discotecarmos só música brasileira antes da banda começar no Cineclube Cortina. A noite começa às 21h e vai saber que horas acaba… Os ingressos estão à venda neste link.

Mais uma noite quente no Picles – e nesta quinta quem começou os trabalhos no Inferninho Trabalho Sujo foi a dobradinha feita pelos shows do carioca Perdido e da pernambucana Lulina, ambos afiados para deixar tudo daquele jeito que a gente gosta. Os dois dividiram o palco ao compartilhar os vocais em uma versão synth para “Fuga pelo Miojo”, do CD-R Aos 28 Dei Reset na Minha Vida que Lu lançou há 15 anos, com sua clássica contagem regressiva para a fervura. Depois, eu e Fran seguimos costurando hits e pérolas feitas pra aquecer a madrugada (e toquei até uma do disco novo da Luiza Lian!).

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Bora tacar fogo nessa quinta-feira que neste dia 27 de julho tem mais um Inferninho Trabalho Sujo não com uma, mas com duas atrações ao vivo. O carioca Perdido abre os trabalhos ainda às 21h seguido da querida mestra indie pernambucana Lulina, que ajudam a aquecer a noite com canções que vão fazer todos arder de emoção. Depois eu e a Fran embebedamos esse incêndio com gasolina porque você sabe que quando a gente se junta a pista entra em ebulição e só termina antes do sol raiar porque a casa tem hora pra fechar (que é um pouco antes do sol raiar, diga-se de passagem). Nossa acabação feliz acontece no querido Picles (no número 1838 da Cardeal, no coração de Pinheiros) e quem chegar antes das 21h não paga pra entrar (se chegar depois é 25 contos, tá sussa, vai). Venha!