Hoje medio um papo misturado com jam session (só vendo…) entre alguns dos nomes mais legais da música de São Paulo hoje: Takara, Emicida, Anvil FX, Maurício Fleury, Blubell, Bruno Morais, Yellow P, Guizado e Zegon. O evento é fechado pra convidados, por isso o anúncio em cima da hora – é mais pra não passar batido. Se pans, rolam uns vídeos depois.
Baixei quarta passada no +Soma e esses tais Marginals estavam tocando: jazzeira pesada com o Thiago França, que também toca sax e flauta na banda de Lurdez (até filmei o show dela, preciso postar aqui), o Marcelo Cabral no contrabaixo acústico e o Tony Gordin (irmão do Lanny) na bateria. O show tinha um público pequeno (quarta-feira, chuva ameaçando, free jazz), mas isso não impediu os caras se soltarem perdidos rumo a fronteiras sônicas desconhecidas, em improvisos de temas que não têm título. O show faz parte de uma temporada que sempre traz um convidado para a banda e o dessa semana foi o músico Thomas Rohrer, que, com sua rabeca, ajudou o trio a desbravar o desconhecido. O som dos vídeos tá baixinho (o segundo em especial começa quase mudo, só com o baixo), mas vale ver.
Teria curtido mais se não tivessem me afanado meu celular. Poizé, em plena Pachá (e, não, não era um “anexo da Pachá”, era a própria Pachá disfarçada pra não queimar seu filme com aquele bando de hipsters ou pros hipsters transitarem tranquilos sem ter vergonha de estar na Pachá). E quando o segurança tá mais preocupado em ver se o seu cigarro tá aceso do que dar alguma satisfação sobre um furto dentro das dependências (a maioria só pode dar de ombros e soltar um risinho do tipo “fazer o que, né?”), só resta uma alternativa: nunca mais pisar num buraco desses.