E por falar na Gi, ela viu algumas cenas do novo filme do Homem-Aranha lá em Londres e avisou pra gente ficar tranquilo que o filme tá ficando foda. Abaixo, o relato que ela mandou com exclusividade pra cá. Valeu, Gi!
Ufa – The Amazing Spider-Man tá ficando… Incrível
Por Giovana Ruaro
The Amazing Spider-Man chega aos cinemas apenas seis anos depois do último filme da trilogia de Sam Mendes Raimi. Seria mesmo necessário um reboot da franchise que fez US$ 2,5 bilhões nos cinemas? Os dois primeiros filmes eram realmente muito bons e o terceiro – aquele do Homem-Aranha emo que dançava, eca – foi uma decepção. Mas mesmo assim: por que queremos um novo filme sobre Peter Parker em um ano que teremos The Avengers, Dark Knight Rises, The Hobbit e Prometheus nos cinemas?
O primeiro trailer era promissor, mas não mostrava muito. O hype ao redor do Homem-Aranha não era dos melhores, então a Sony resolveu contra-atacar e chamou alguns jornalistas e vários fãs do herói para uma espiada no novo filme no mesmo dia que o segundo trailer era lançado.
Chegando ao cinema, a estrutura era grande: várias câmeras filmando tudo, fotógrafos e um clima de segredo. Logo via-se que não era apenas uma preview comum – e não foi mesmo. O evento estava sendo transmitido ao vivo para 20 cidades, e em quatro delas tinham apresentadores: Londres, Los Angeles, Rio de Janeiro e, claro, a cidade onde o filme se passa, Nova York. Em Los Angeles estava o diretor Marc Webb, no Rio a gatinha da Emma Stone desfilava um visual super acabei-de-sair-da-praia e estava acompanhada dos produtores, em Londres tínhamos a prata da casa Rhys Ifans e em NY podíamos ver a estrela da noite – Andrew Garfield.
Emma falou sobre Gwen Stacey e como a relação dela com Peter é diferente. “Mary Jane se apaixonou pelo Homem-Aranha, a diferença de Gwen é que ela se apaixonou por Peter”. O pai de Gwen é um policial que está em busca do herói-vigilante: “Gwen tem uma relação muito próxima com o pai – de novo, o oposto de Mary Jane – e isto vai causar um conflito de sentimentos no filme”.
Andrew Garfield não falou muito sobre o filme, apenas agradeceu aos fãs por estarem neste evento mundial e disse que era uma honra ser o novo Aranha. Quando perguntaram porque ele aceitou o papel, Garfield respondeu na lata: “Eu não sou idiota, né?”
Em Londres, Ifans falava com seu sotaque carregado: “O Lizard é diferente de todos os outros vilões do Homem-Aranha porque há um elemento emocional nunca explorado antes – o Lizard e o pai de Peter Parker eram amigos e trabalhavam juntos. Isso vai mexer com a cabeça de Peter”.
Depois de todas as perguntas respondidas, foram apresentado oito minutos do filme em 2D – já que os efeitos especiais em 3D ainda não estão finalizados. “Não se preocupem, o filme foi feito com câmeras 3D, aquelas bem grandes e difíceis de usar. Os efeitos vão ser 3D de verdade”, disse Webb, tranquilizando a audiência.
Se quiser evitar spoilers, pule os próximos dois parágrafos.
Uma das cenas que vimos foi o primeiro encontro de Gwen e Peter nos corredores do colégio. “Que tal a gente fazer alguma coisa um dia desses, ou talvez um outro treco, sei lá.” Gwen diz que ok, bora lá. Peter sai de cena saltitando. Esse estilo de romance da vida real vem da experiência em comédias românticas de Webb – (500) dias de Homem-Aranha? O romance é um gancho muito importante no filme, como podemos ver na cena em que Peter vai jantar na casa de Gwen para conhecer os pais dela e nos outros momentos da transformação de Peter em Spidey.
O momento em que Peter descobre seus novos poderes é muito diferente da versão de Raimi, mais natural, desajeitado e engraçado. Depois mostraram várias sequencias do homem-Aranha pulando de prédio em prédio, lutando contra bandidos, correndo em pontes (alguns momentos ainda com a tela azul atrás dos atores) e – surpresa – várias falas e cenas engraçadas! É uma nova maneira mais ‘vida real’ de mostrar um adolescente que, erm… sobe em paredes.
Final dos spoilers.
Conclusão: tá ficando massa. Andrew Garfield é bem mais charmoso e natural do que Toby Maguire – e o cabelo dele é um sonho (N. do Matias: “kkkkkkkkk”). Webb é descolado e divertido, aliás se a trilha sonora for semelhante a de 500 dias de Verão vai ser um bônus. Emma Stone está linda e engraçada como sempre. Rhys como vilão foi um acerto na mosca – nada como um vilão charmoso a la Magneto em X-Men: First Class. O filme está se vendendo como “a história do Homem-Aranha nunca antes contada” – já que eles vão tratar da relação de Peter Parker com seus falecidos pais.
Interessante… Ou seja, bring it on. O Aranha voltou ao topo da lista de filmes para ver em 2012 junto com o Morcego, a liga dos Avengers e os seres da Terra Média. O meio do ano promete!
Consegue identificar todos os filmes?
Há tempos já associo a ida ao cinema a ir a um brinquedo de parque de diversões. Claro que o cinema segue independente desta mudança – boas histórias ainda serão contadas em uma grande tela por muito tempo -, mas a experiência de fechar-se em uma sala escura para entregar-se à visão de um diretor, para mim, hoje em dia tem um efeito mais sensorial do que propriamente narrativo, principalmente a partir da forma que o som conduz a narrativa deste cinema de explosão. E aí vem este vídeo-ensaio do alemão Matthias Stork chamado Cinemacaos, que explica como o atual cinema de ação abandonou completamente a edição lógica da narrativa visual para deixar esta lógica por conta do som. Bem didático.
O Museum of Modern Arts de Nova York conseguiu reunir, em uma mesma semana, oito shows seguidos do Kraftwerk, tocando a íntegra de sua discografia numa celebração à influência do grupo alemão. Em cada um dos shows da série Retrospective 1 2 3 4 5 6 7 8, que acontece em abril, o grupo alemão tocará cada um de seus discos a partir de Autobahn, de 1974, até o disco mais recente do grupo, a versão 2003 de Tour de France. O calendário dos shows começa dia 10 de abril e segue assim:
Terça, 10 de abril, Autobahn (1974)
Quarta, 11 de abril, Radio-Activity (1975)
Quinta, 12 de abril, Trans Europe Express (1977)
Sexta, 13 de abril, The Man-Machine (1978)
Sábado, 14 de abril, Computer World (1981)
Domingo, 15 de abril, Techno Pop (1986)
Segunda, 16 de abril, The Mix (1991)
Terça, 17 de abril, Tour de France (2003)
Os ingressos começam a ser vendidos online na próxima quarta-feira e só poderão ser comprados dois ingressos por pessoa. E aí, alguém vai encarar?
Confesso que quando li o nome do disco de B-sides do Bonde do Rolê cogitei a possibilidade de ser um projeto deles de soul branco anos 80, um Bonde do Rolê meets Chromeo. Mas é só o velho e sujo Bonde do Rolê chafurdando no lamaçal que eles mesmos criaram. Pra quem gosta, é um prato cheio. Dá pra baixar lá no site da Avalanche Tropical.
O clássico blaxploitation jamaicano tá na íntegra no YouTube. Assista enquanto é tempo:
Não é mais boato: o mestre reaparece por aqui para fazer nada menos que seis shows em abril. Olha as datas:
15 de abril – Rio de Janeiro (Citibank Hall)
17 de abril – Brasília (Ginásio Nilson Nelson)
19 de abril – Belo Horizonte (Chevrolet Hall)
21 e 22 de abril – São Paulo (Credicard Hall)
24 de abril Porto Alegre (Pepsi On Stage)
Resta saber o quanto vão cobrar por esses shows… Não vai ser barato, fato. De repente, o plano era ir pra Buenos Aires de novo, afinal passagem, hotel e ingresso costumam ficar mais em conta do que só o preço do ingresso aqui (sem levar em consideração preço de bebida, estacionamento e afins…).
Essa imagem aí em cima eu achei no Feice…
A Céu tá agilizando de lançar o vinil do disco novo dela, mas pra isso rolar ela tem que conseguir 2 mil likes nesse post. Curte aê! Enquanto isso, olha a música que fecha o disco dela…
Rolou hoje:
Her music sounds, to our untrained ears anyway, like a mashup of 90s Euro rave, moombahton, cumbia, and the kind of Hispanic electro-pop you hear in discos on holiday when you’re out of your mind on budget cocktails. Like Gloria Estefan with techno knobs on – or rather, Glozzer in a clinch with Technotronic. In Brazil, it has its own genre name – “tecnobrega” – which literally translates as “techno-naff”, and is a modern electronic version of the sort of tacky romantic music that has been big in the north of Brazil since the 70s.








