Pra quem ainda não entendeu o filme que colocou Christopher Nolan no mapa…
Feito pelo Greg Burney.
Nada mal, esse remix…
Vi no Camilo.
…como é bom acordar com um solzão desses.
Lucas liberou todo seu quinto disco (que eu já tinha antecipado a capa há um mês) de graça via Facebook, antes mesmo do disco físico existir propriamente (estratégia parecida com a do Criolo, no ano passado).
E não custa lembrar que o Lucas transferiu seu Diginóis para OEsquema.
E a festa na sexta passada foi de chorar de boa. Sente o drama nas fotos do Leandro Furini, logo aí embaixo.
Sigo com a minha curadoria do Prata da Casa, no Sesc Pompéia – e o show que encerra o primeiro mês de atividades é com os pernambucanos da Banda de Joseph Tourton. Abaixo segue o texto que escrevi sobre a banda para a programação:
A música instrumental brasileira vem se reinventando depois que uma geração inteira de bandas de rock descobriu que conseguiria se expressar sem necessariamente ter de usar palavras. Essa reivenção, consolidada a partir da virada do século, também acompanhou o momento da segunda fase do mangue beat, quando a cena criada por Chico Science e Fred 04 começou a pesar sobre as novas bandas. É deste cruzamento que surge a Banda de Joseph Tourton, que traz os ângulos não convencionais de bandas como Burro Morto, Hurtmold e Macaco Bong, mas temperados pelo filtro dub característico do Recife, o mesmo que os conecta ao Mombojó e ao produtor Buguinha, e pela presença de duas guitarras pesadas e de sopros lúdicos (flauta e escaleta entoam melodias sobre as ambiências propostas pelo quarteto), mesmo que o flerte instrumental ainda transite pelo jazz, krautrock, funk e, claro, música brasileira.
E na semana que vem, vamos assistir ao lançamento do primeiro disco do Max B.O.!





