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Loki

Enquanto isso, em Florianópolis…

Vi no DC.

Vaidade felina

Basta dar um espelho e…

Robertinho do Recife sorri em algum lugar.

E, de repente, o mundo gira de um jeito completamente diferente.

Podem falar o que quiser, mas sigo otimista: o fato de uma geração inteira talvez parar de ler Crepúsculo para começar a ler Kerouac já é motivo suficiente para festejar Walter Salles. E, pelo trailer, o filme não parece estar longe da proposta do livro, hein…

Flávia mandou muito bem na sexta passada – e o público foi ao delírio, como dá pra sacar nas fotos do Leandro Furini, abaixo.

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Era só o que me faltava…

Helô que me mostrou.

4:20

Semana passada não pude assistir a todo o show do Max B.O. no Prata da Casa porque tinha de entrar cedaço no hospital no dia seguinte (nada grave, mas enfim), mas em momento algum tive dúvida de seu desempenho na noite. Conheço Max de outros carnavais e metade da graça de seu show está no fato de ele encarnar o proverbial “mestre de cerimônias” da genealogia hip hop – não é apenas um MC disparando rimas, mas um showman que domina o público com seu canto-fala. E mesmo que tenha transformado seu show em uma oportunidade de apresentar os amigos (Lívia Cruz cantou sozinha após o dueto com Max e a banda de apoio de todo o show, Os Opalas, tiveram duas músicas inteiras à disposição – eu achei bem fraco), não deixou a bola cair quando o microfone passava para sua mão, desfilando todas as músicas de seu primeiro disco de estréia, Ensaio, do ano passado. Fiz uns vídeos aí embaixo, saca só:

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