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Loki

4:20

A Matador twittou nesta segunda o set que a radialista Maria T, da WPRB, havia postado em seu Soundcloud, com a íntegra do segundo show do Pavement, que aconteceu no Maxwell’s, em Hoboken, Nova Jérsey, no dia 12 de agosto de 1990. A gravadora também desenterrou a resenha que o fanzine Crush fez do mesmo show, que teve músicas como “Box Elder”, “Home”, “She Believes” e “Perfect Depth”, entre outras. Um senhor achado.

Kony frito

Mais imagens do surto de Jason Russell.

Pobre coitado…

Trollado ao vivo pela própria emissora…

O mago anunciou em sua página do Facebook:

On March 20th, the Spring Equinox 2012, the title music for Lucifer Rising and Other Sound Tracks will have its premiere and release.

The title music, along with other musical pieces recorded at my home studio in the early Seventies, have been revisited, remixed and released for the first time.

This is a musical diary of avant-garde compositions and experiments, one of which was to appear on the film Lucifer Rising.

The collection has been exhumed and is now ready for public release. This will be available exclusively on the website.

There will be a standard release on heavyweight vinyl.

In addition there will be a special run of 418 numbered copies. The first 93 copies will be signed and numbered.

There are liner notes and commentary to each track. The tracks are:

Side One
1) Lucifer Rising – Main Track

Side Two

1) Incubus
2) Damask
3) Unharmonics
4) Damask – Ambient
5) Lucifer Rising – Percussive Return

Lucifer Rising foi a trilha sonora que Page fez para o filme de mesmo nome que o cineasta experimental-satanista-alucicreize Kenneth Anger fez em 1972 e que conta com uma ponta do próprio Page. A trilha sonora nunca havia sido lançada – até agora.

48 minutos de ultraviolência para crianças:

Vi no Gustavo.

Eu tou falando

Via Aljazeera.

A repórter Ana Clara Brant e o fotógrafo Túlio Santos localizaram, no interior do Rio de Janeiro, a dupla que protagoniza a capa da estréia de Milton Nascimento e Lô Borges no mundo fonográfico, o mítico Clube da Esquina, um dos melhores discos da história do Brasil.

Foram necessárias, pelo menos, 53 pessoas para chegar até os dois “garotos”. Porém, algumas tiveram um papel fundamental. O desenrolar do fio da meada se deu quando, a pedido do Estado de Minas, um jornalista de Nova Friburgo, Wanderson Nogueira, anunciou na rádio local sobre a procura. Uma ouvinte da região, a costureira Rogéria dos Santos, de 56 anos, entrou em contato com a reportagem, comunicando que nunca tinha ouvido falar da história do disco, mas conhecia muitos moradores da zona rural que poderiam auxiliar na busca.

Rogéria dos Santos nos levou até a auxiliar de produção Gilcelene Tomaz Ferreira, de 33 anos, pois muitos da cidade desconfiavam que o menino negro do Clube seria alguém da família dela, filho de Severino, um antigo lavrador. Por indicação da mãe de Gilcelene, Helena, chegamos até Erasmo Habata, floricultor da região. Com o LP na mão, assegurou: “Este pretinho não é filho do Severino. Mas este mais branquinho é filho do Laerte Rimes, um lavrador da região. E deve ser o Tonho”, frisou. Outras indicações – pistas falsas – nos levaram a checar várias pessoas, entre elas um paciente internado em clínica psiquiátrica e até um foragido da Justiça.

Vale ler a matéria toda, que ainda conta com uma galeria de fotos.

Kony WTF

Se você não entendeu o 4:20 anterior, eis a explicação: o cidadão exposto é o tal Jason Russell, narrador e autor do vídeo Kony 2012, que sucumbiu à pressão e, aparentemente, pirou e foi preso. Se liga:

Acha pouco? Além dessa “ginástica” ao ar livre, Russell ainda teria se masturbado em público e destruído alguns carros. A ONG que representa, a Invisible Children, avisou que ele já foi hospitalizado.

Isso dá margem para todo tipo de paranóia. Não bastassem as provas deixadas em vídeos anteriores da Invisible Children darem a entender que toda a campanha Kony 2012 é só uma forma de juntar missionários para uma causa cristã conservadora na África ou que a campanha visa conseguir apoio popular para a invasão norte-americana de um dos países com mais petróleo naquele continente usando de artifícios de propaganda política reversa (além de conter o avanço da China na África), a reação biruta de Russell abre ainda suspeitas contrárias, de que ele teria sido dopado por estar mexendo com os tais “powers that be”.

E parece que essa história ainda vai dar muito pano pra manga…