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Loki

Lana Del Rey x RAC

Mais um remix da nossa querida Lana… E os caras do RAC não brincam em serviço.

E o tal My Dirty Fingers – parceria da Marina (ex-Bonde do Rolê) com o Adriano (ex-Cansei de Ser Sexy) – evoluiu para o Madrid (acrônimo dos dois nomes, sacou?) – e, com a mudança, uma nova vertente, menos despretensiosa que o que ouvimos anteriormente, com Adriano voltando para o piano, que não toca desde os tempos do Ultrasom. Promete.

E encerrando o segundo mês da minha curadoria no Prata da Casa, tenho o prazer de apresentar uma mestra de um gênero – Dona Cila do Coco vai comandar o baile na choperia nessa terça – e promete ser memorável. Abaixo, o texto que escrevi apresentando-a para o projeto:

Cecília Maria de Oliveira é dessas lendas vivas da música nordestina. Com quase 80 anos e há décadas carregando o cetro do coco, ela só tem um disco lançado. Mas isso é secundário em sua carreira, pois o coco – um dos gêneros tradicionais mais antigos da cultura pernambucano e um dos poucos que já ultrapassa mais de um século de tradição – pertence a um universo necessariamente oral e qualquer tentativa de capturar seu espetáculo acústico de ritmo e melodia falha, justamente por perder a essência viva da tradição que a nobre senhora representa. Sua presença é o carisma personificado e a força intensa do seu cantar – familiar e expansivo ao mesmo tempo – conduz o público a uma utopia pré-industrial, de estrada de terra batida e lampiões a gás. Um espetáculo esplendoroso e enraizado, forte, feminino e doce, que parece tocar a apresentação como uma conversa de comadres, mas que aponta para o sublime.

E os cariocas do Dorgas fizeram mais uma ótima apresentação em São Paulo no Prata da Casa da semana passada, evitando “Fez-se Cristo” e encerrando o show com o “hit” “Loxhanxha”.


Dorgas – “Loxhanxha”

Veja mais vídeos que fiz aí embaixo.

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Galhos secos? Banda Êxodus? Não estranhe: você conhece essa música. Aperte play e cante junto.

Nos galhos secos de uma árvore qualquer,
Onde ninguém jamais,
Pudesse imaginar;
O criador vê uma flor a brotar,
Olhai, olhai, olhai,
Os lírios cresceram no campo,
E o Senhor nosso Deus,
Os tem alimentado para nossa alegria,
Para a nossa alegria, para nossa alegria

4:20

Até o Zico aparece!

E o pior é que não é ruim…

Se parasse nisso, tudo bem, mas essa banda Rosebud ainda regravou “Money” e “Have a Cigar” nesta mesmíssima pegada, dá uma sacada aí embaixo…

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4:20

Mad Men voltou essa semana (quem sabe eu entre na onda da série, preciso retomá-la) e a Newsweek aproveitou a deixa para voltar seu projeto gráfico para 1965, incluindo aí, como não, a publicidade…

Bem massa. Vi no Das Bancas.