Post kibado inteirinho do Buzzfeed, mas cabe perguntar – e o que mais?
E por falar em Japão, olha outra invenção dos caras…
Isso serve não apenas para matar fome (ou encher o buraco do dente), mas é também uma espécie de passatempo, tipo origami e bonsai…
“Night and Day” não é tão foda quanto “Flutes“, mas dá sinais que o disco novo deve ser bonito…
Rolou nessa terça à noite, em Londres, mas como o fuso horário tá ao nosso favor, já dá para assistir…
Nem acho essa das melhores do disco novo, mas ela comanda de qualquer forma…
Jotabê entrou numa pilha de encontrar o mestre enquanto ele estava no Rio de Janeiro – e acabou encontrando-o. E de touca!
Pouco antes das 16h, saída pela esquerda, já abastecido de uma refeição que custava metade do couvert do Fasano, tomando o rumo da Avenida Nossa Senhora de Copacabana, para o táxi final antes do show. Ao menos no show ele dará as caras, e a torcida é para que essa noite promova novamente um encontro com a sua música mutante que inaugurou uma nova perspectiva para a arte contemporânea. “Aquele cara de touca e casaco ali parece o Dylan”, ela diz, desencanadamente. Só o que me faltava, um sósia a essa hora, eu pensei. Mas aí o sujeito se virou para a avenida e o sangue gelou nas veias.
“A máquina! A máquina! A máquina! É ele! É ele MESMO!” Os segundos pareciam horas, a avenida parecia mais larga, e Dylan olhava para um lado e para o outro sem se decidir, parado na frente da banca de jornais da Rua Inhangá. “No direction home”, como sempre. Se for para o outro lado, vai pegar mal correr atrás dele, pensei. Mas aí ele veio para o nosso lado, tranquilamente, como se fosse parte da paisagem, sem causar nenhuma curiosidade dos velhinhos e dos cães de estimação de Copacabana. Caminhando resoluto, com as mãos nos bolsos. Fez uma careta quando viu a máquina fotográfica, mas não parou, continuou andando na direção da lente, e passou por nós aceleradamente.
Continua lá.
E por falar em t-girls, olha esse tumblr dedicado a gatas usando camisetas dos Ramones… Saca só aí embaixo:
Aproveitando a turnê de 15 anos do quarteto carioca, a Polysom anunciou que irá lançar toda a discografia do grupo em vinil…
Agora é torcer pros discos não custarem aquela facada tradicional que custam os vinis brasileiros… Vi no Tenho Mais Discos Que Amigos.
























