Trabalho Sujo - Home

Loki

Força!

Onuinu lançou vídeo para sua ótima “Happy Home”, que melhora a cada audição.

Clipe novo da Mallu, mas não gostei desse não… Muita direção de arte, parece editorial de moda, sei lá…

Responsável pela cara que filmes que encantaram gerações de fãs de cinema, o ilustrador Drew Struzan ganha um documentário para celebrar sua importância. Olha só o trailer do filme:

Vi no Bleeding Cool.

Conhece o Iconili?

Vem de BH e colide jazz com música africana. Coisa fina.

Mais uma Noite Trabalho Sujo memorável – e a primeira vez que Arnaldo comanda uma pista na vida (só fui descobrir no almoço do dia seguinte). E as foto da Bárbara, abaixo, mostram como foi o estrago… E nessa sexta a festa continua, dessa vez com a minha querida Bia Carminati.

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Mahmundi é um dos novos nomes do Rio de Janeiro e fico muito feliz de tê-la escolhido para a edição de hoje do Prata da Casa. O Prata começa às 21h e uma hora antes os ingressos começam a ser distribuídos (é de graça). O Prata da Casa acontece toda terça-feira, no Sesc Pompéia. Abaixo, o texto que escrevi para a programação do projeto. Vamo lá!

Há um novo verão no Rio de Janeiro em 2012 – e ele não lembra nem aquele da bossa nova, nem o das dunas da Gal, o da Lata, nem o de Fausto Fawecett ou do do funk carioca. O parentesco direto é com o início dos anos 80, quando uma geração de artistas saía aos poucos da sombra da MPB para metamorfosear-se no que ficou conhecido posteriormente como o rock brasileiro dos anos 80. Mas naquele meinho de 70 com 80, na virada da década antes de “Você Não Soube Me Amar” da Blitz conquistar o Brasil, o pop e a MPB eram um bicho híbrido, que reunia Lulu Santos com A Cor do Som, o Noites Tropicais de Nelson Motta com a nova carreira solo de Rita Lee, Guilherme Arantes com Ritchie, Metrô com Boca Livre. É deste universo sonoro – de onde também vêm o Silva e Cícero, que já tocaram no Prata deste ano – que também vem a carioca Mahmundi, acenando para o Chromeo e Hall & Oates ao mesmo tempo em que aprecia a vista da noite sob os Arcos da Lapa.

Lembra que eu falei outro dia, né?

A descrição do título é do Io9, muito boa – e valeria acrescentar uma pitada de lens flare do JJ Abrams e uma camada subtextual de Tron. Não se assuste com os sete minutos – os dois minutos finais são apenas os créditos do clipe.

Aproveitando essa vibe, que tal revisitar Death Race 2000 com a groovezeira do Gilgamesh por cima?

“Aaaah… Don’t stop!”

4:20