Bob Dylan vai lançar disco novo, chamado enigmaticamente de Tempest (a última peça de Shakespeare, e o último disco de Renato Russo também – não que Dylan saiba disso, mas enfim).

Há uma versão à venda que traz um pôster, o disco e uma… gaita! Personalizada com a grife Dylan, por quê não?
E o comediante Tim Heidecker, do Tim & Eric Awesome Show, Great Job!, ouviu falar que uma das músicas do novo disco era um épico de 14 minutos sobre a épica tragédia do navio que “nem Deus poderia afundar” e resolveu bater o mestre em seu próprio jogo, antecipando a canção na versão abaixo.
A letra segue abaixo e é uma homenagem impagável – principalmente no final.
Protetor solar fator 1000, em uma foto desenterrada pelo Dangerous Minds.
Fica a dúvida em relação ao companheiro de foto e se a praia é no Brasil (parece litoral paulista, repara).
Hoje à noite promete! Aproveitando o clima de veranico nesse inverno, chamei o compadre Danilo Cabral pra esquentar ainda mais a pistinha do Alberta – isso significa hits atrás de hits, de clássicos do rock a groovezeiras PESADAS. E você sabe como essas coisas funcionam numa noite dessas, né? Para quem não conhece o esquema da festa, basta checar no site do Alberta ou na página do evento no Facebook que o caminho das pedras está todo lá. E para quem quiser pôr o nome na lista de desconto, basta mandar email para o noitestrabalhosujo@gmail.com, que eu coloco na lista. A melhor sexta de São Paulo não pode parar!
Normalzinho, valeu mais pela tentativa…
Que momento! O entusiasmo do Brian é de chorar.
Isso sem contar a duração do vídeo. Bom dia.
Comemorar o aniversário de 69 anos só vale de verdade quando é de uma pessoa próxima, mas o Dangerous Minds aproveitou que hoje Mick Jagger completa idade para resgatar essa pérola do meio de Performance:
Tudo foda. Mick Jagger não é Mick Jagger à toa.
E por falar em Mick Jagger, vou puxar a sardinha pro Brasil pra lembrar do clássico episódio em que Caetano Veloso entrevistou o vocalista dos Rolling Stones para a TV Manchete, nos anos 80. O surgimento da Manchete, lançada numa década em que só haviam três ou quatro canais da TV (internet? hahaahahah), foi saudado na época mais ou menos como o lançamento da revista Piauí no mercado editorial brasileiro. Além de revelar novos talentos (Angélica e Xuxa são crias de lá) e explorar novos rumos para a telenovela (culminando na épica e memorável Pantanal), a emissora também investia no telejornalismo em diferentes frentes – de um lado havia o Documento Especial, que apresentava o submundo da cidade grande para o resto do Brasil, do outro o Conexão Internacional, programa de entrevistas capitaneado pelo Roberto D’Ávila, que abriu uma edição do programa para Caetano Veloso entrevistar Mick Jagger. Só achei esse trecho da entrevista no YouTube, que a descrição diz ser do filme Cinema Falado, do próprio Caetano Veloso (que nunca tive coragem de assistir).
Devia ter na íntegra, ninguém sabe onde tem isso?
A entrevista é clássica por ter dado origem a uma das principais polêmicas cultivadas pela Ilustrada, na Folha de S. Paulo, o embate memorável de Paulo Francis e Caetano Veloso. Afinal, olha como Francis tratou a entrevista de Caetano em sua coluna:
“É evidente, por exemplo, que Mick Jagger zombou várias vezes de Caetano na entrevista na TV Manchete. O pior momento foi aquele em que Caetano disse que Jagger era tolerante e Jagger disse que era tolerante com latino-americanos (sic), uma humilhação docemente engolida pelo nosso representante no vídeo.”
Além de ter tripudiado da ingênua pergunta de Caetano sobre a importância do rock para a história da música:
“Essa pergunta simplesmente não se faz em televisão, ou até em jornal. É de um amadorismo total. Só serve para seminários de ‘comunicação’ no interior da Bahia. Não é uma pergunta jornalística. Jagger começou a debochar aí.”
Caetano ficou putaço, chamou Francis de “bicha amarga” e Francis não deixou barato:
“Duas sorridentes cascavéis deste caderno me comunicaram hoje que Caetano Veloso me agrediu numa coletiva. Outro tema de debate: cantor de samba fazendo show vale uma coletiva? Por quê? Bem, fiz críticas culturais ao estilo de personalidade de Caetano, o flagelado milionário de ‘boutique’, servil como um escravo diante do condescendente Mick Jagger. São críticas, certas ou não, mas culturais. Qual é a resposta de Caetano? Diz que sou uma bicha amarga e recalcada. É puro Brasil. Ao argumento crítico, o insulto pessoal. Mas o insulto é o próprio Caetano. Afinal, o que ele quer dizer é que sexualmente sou igual a ele, e usa isso como insulto.”
A história virou pauta em que o intelectualismo cultural brasileiro foi submetido à enquete “Paulo Francis ou Caetano Veloso?” – e essa história está toda contada melhor aqui.
Em tempo, eu sou time Caetano.
E por falar no Caetano, que versão horrorosa essa que os Magic Numbers fizeram pra faixa que abre o Transa…
E eu até acredito que a intenção seja boa, mas ficou bem palha.
A produtora curitibana Balaclava filmou a apresentação que o Madrid fez na cidade-natal de Marina Vello.
Eles também entrevistaram a dupla Adriano e Marina, que falam abaixo sobre a história da parceria e como o recente passado dance music foi crucial para reinventarem-se na canção tradicional.








