Mais uma Noite Trabalho Sujo sem a minha presença, mas isso não foi problema para a Babee e o Klaus, que dominaram a pista na unha – basta ver as fotos da Bárbara abaixo. E nessa sexta tem o Danilo e a Mayra… Sai de baixo!
Eles estão vindo!
Tem mais trailers aí embaixo:
A Gang é a coisa mais legal que saiu de Belém desde que a capital paraense vive seus dias de “a nova Recife” (e isso já tem uns cinco, seis anos…). E o esquema do Prata você sabe qual é – o show é de graça, às 21h, no Sesc Pompéia e os ingressos começam a ser distribuídos uma hora antes. Esse é imperdível! Abaixo o texto que escrevi sobre a apresentação:
O hype ao redor da cena paraense aconteceu antes mesmo de ela estar pronta, por isso foi possível observar sua evolução numa espécie de reality show visto à distância. O tecnobrega vem sendo festejado desde o início da década passada, mas só há pouco tempo começou a produzir artistas que conseguem sair das fronteiras do estado. E se Gaby Amarantos hoje é autora de música de abertura de novela da Globo, o principal nome para se ficar de olho é a Gang do Eletro, um projeto que começou com dois dos principais nomes da cena do tecnobrega – o MC Marcos Madeirito e o DJ Waldo Squash. Juntos, redesenharam o velho tecno como um novo eletro – que tem menos a ver com o techno de Detroit ou o electro filho instrumental do hip hop e mais com designações típicas locais. O “eletro” do grupo remete mais ao sufixo de “eletrodoméstico” do que a um gênero musical, e juntos com os MCs Keyla Gentil e William, eles apontam para a música paraense do futuro, mesmo que com bases simples e letras diretas. “Treme!”, gritam ao comandar a massa.
E os Letuce visitando Bob Marley, hein…
Smooth.
E por falar em Tame Impala, vocês viram esse mashup de “Elephant” com… Dumbo?
Demais.
E olha quem ressurgiu pra remixar o elefante do Tame Impala…
Rundgren – que começou no Nazz mas logo lançou-se em carreira solo no início dos anos 70 – é conhecido como produtor daquele rock comercial norte-americano com um pézinho no glam mas sem brilhar demais. Gravou discos do Meat Loaf (seu clássico som-pra-americano Bat Out of Hell), Patti Smith Group, o Skylarking do XTC, New York Dolls, Grand Funk Railroad (justamente We’re An American Band), The Band e Badfinger. Por isso não é propriamente estranho ele se interessar pelo Tame Impala. O curioso é justamente trabalhar com o formato remix, que vem experimentando desde o ano passado, quando remixou o Lindstrøm.









