
Apesar de não ter a aura mística do primeiro álbum, a força conceitual e mercadológica do Dark Side of the Moon nem a epicidade trágica e megalomaníaca do The Wall, Wish You Were Here é um dos principais álbuns do Pink Floyd – e talvez o mais importante para a própria banda. Afinal, foi nele em que os quatro souberam reconhecer sua própria importância (Dark Side of the Moon, o disco anterior, ainda foi gravado com alguma insegurança), além de celebrar a importância – e amizade – com o fundador da banda, Syd Barrett. O documentário The Story of Wish You Were Here, abaixo na íntegra, conta a história deste disco, partindo da idéia de homenagear Barrett (já presente no álbum antecessor, tanto implicitamente no título como explicitamente na faixa “Brain Damage”) à criação de cada uma das cinco faixas do disco, passando pelo dublê em chamas na capa e dúvidas em relação a se tornar uma engrenagem do sistema vendedor de discos, culminando com a tocante descrição de todos os integrantes da banda de como foi receber uma inusitada visita durante as gravações…
De chorar.


Um dos principais pensadores da música contemporânea está no Brasil projetando imagens nos Arcos da Lapa, no Rio de Janeiro, olha só:



Ficou foda. As fotos são do Pedro Kirilos, do Globo. Tem mais lá no site do jornal.

Via That Hipster Porn.

Dica do Eugênio.

E que tal Mick Jagger e Keith Richards tocando “I’ve Just Seen a Face” e “Eight Days a Week” na brinca, durante uma excursão pela Irlanda em 1965?
Muito fera. A cena é parte do documentário Charlie is My Darling, que está sendo relançado em um box set ajeitado e foi pinçada pelo Dangerous Minds.

Um dos dois integrantes da The Band ainda vivos, Garth Hudson lança um tributo à sua banda feito ao lado de artistas canadenses – e com a sua presença no teclado nas faixas. E um dos grandes momentos de A Canadian Tribute to the Band é quando Garth se reúne a Neil Young e à banda The Sadies para uma versão incendiária de “This Wheel’s on Fire”, sente só:

Não entendi quase nada desse vídeo, não acompanho essa novela (só a gritaria), mas só a sugestão que o Tatu faz pra música de abertura da novela (fora as dezenas “VAITOMARNOCUPUTAQUEOPARIUCALABOCAPORRAVAITOMARNOCU” ditos no melhor espírito do cinema brasileiro dos anos 70) já vale o vídeo.
Vi no Pattoli – que é o anfitrião da Noite Trabalho Sujo dessa sexta, hein!

