
Danilo e Lígia fizeram bonito na discotecagem de casal na Noite Trabalho Sujo da sexta-feira passada, no Alberta, e as fotos da Bárbara, abaixo, dão uma idéia do clima. E o convidado dessa sexta é o grande Klaus K., que vem mostrar que ser moderno não implica abandonar o pop. Vamo lá?

Especulação imobiliária, muita gente vivendo de crédito, novos bairros surgindo do nada e a sensação de que uma hora ou outra essa brincadeira vai acabar e não vai ser legal…
…parece familiar?

Elas já tinham soltado um teaser do primeiro single sem o Adriano e não haviam convencido. Eis que surge a nova música da banda e…
…a música é ruim mesmo. Tão ruim que nem o Adriano aguentou e teve que dar uma sacaneada.
Adriano deixou o Cansei de Ser Sexy no ano passado e no início deste ano decidiu narrar seu afastamento da banda em tons trágicos e intimistas (como é de praxe) em um longo post em seu blog. O texto gigante é cheio de momentos vergonhalheia e facepalm, mas o texto de Adriano, que tem inevitável reflexo em seu próprio método de composição, é excelente e convida à leitura à medida que somos arrastado em uma espiral de bad vibe. Da mesma forma que até hoje espero pelo disco definitivo do Ultrassom (seu projeto solo dos idos do século passado, quando ele era garage guitar hero no circuito Vila Madalena-Pinheiros com o Butchers’ Orchestra), fico agora esperando por um livro dele, autobiográfico ou não.
Muito foda. Do ilustrador paraibano Shiko.

E o filme, hein? Quem viu? Vale a pena?


“A Bossa Nova É Foda”, “Um Abraçaço”, “Estou Triste”, “Império Da Lei”, “Quero Ser Justo”, “Um Comunista”, “Funk Melódico”, “Vinco”, “Quando O Galo Cantou”, “Parabéns” e “Gayana”. Só os títulos das músicas do próximo disco de Caetano Veloso – Abraçaço, que teve sua capa, acima, mostrada nessa segunda no Insta do cidadão – já valem discussões acalouradas em mesas de boteco, páginas de jornal e posts no Facebook. Imagina quando pintar o disco mesmo – que, ao que consta, encerra a trilogia aberta com Cê. Vi lá no Fita Bruta.

E já que estamos nessas de curtas de animação, não custa rever um clássico da Pixar.

Entre o popular e o erudito, Vítor segue traçando seu rumo, sempre experimentando: desta vez a novidade foi por todo o seu segundo disco pra download em seu site oficial. Vale conferir.

O mundo é mais bom que mau.

E a terceira edição do festival Batuque, no Sesc Santo André, traz nada menos que Deltron 3030 para o Brasil, com Del the Funky Homosapien, Dan the Automator e Rob Swift, em duas apresentações nos dois primeiros dias de dezembro. O Batuque é a encarnação mais pansônica do velho Indie Hip Hop, comandado por Rodrigo Brandão, e além dos 3030 ainda traz shows dos Sebozos Postiços, B-Negão & Os Seletores de Freqüência, Kamau, Rodrigo Campos, Projetonave, entre outros. Um finde promissor.