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Loki

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No entanto…

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thisiscoffee

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Eis o primeiro sinal de vida do disco de estréia do projeto paralelo de Thom Yorke, Atoms for Peace. “Judge Jury and Executioner” (ouça-a abaixo) faz parte do disco Amok, que dá as caras para o resto do muno no mês que vem. Além de Yorke, o Atoms for Peace ainda conta com o Flea dos Red Hot Chili Peppers, o produtor Nigel Godrich, Joey Waronker que toca com o Beck e o percussionista Mauro Refosco.

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E Inside Llewyn Davis, o novo filme dos Coen que se passa na cena folk de Nova York do início dos anos 60 e acompanha a rotina de um jovem ídolo, já tem trailer…

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E é sempre assim com gêmeos, já reparou? Um faz tudo direitinho, imitando certinho, enquanto o outro tá só pela farra, ahahahhaha

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peito

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Em março deste ano completo vinte anos fora de Brasília. Mudei para Campinas em março de 1993, quando comecei a estudar Ciências Sociais na Unicamp e, aos poucos, vi-me puxado pelo vórtex do jornalismo. Nove anos depois, mudei-me para São Paulo pois parecia inevitável – Campinas havia ficado pequena demais, Brasília não era uma opção de futuro próximo e a megalópole me confrontava como um desafio. Vim morar em uma cidade que não gostava como muitos da minha geração e tenho plena convicção de que o êxodo de pessoas de outras cidades para São Paulo fez que a cidade começasse a melhorar em muitos aspectos neste século 21. São Paulo era uma cidade carrancuda, egoísta e cinza, mas esses defeitos foram desanuviando com o tempo. Pessoas ainda são espancadas na rua por suas opções sexuais, ainda existem taxistas malufistas, o trânsito é dos piores do mundo, a especulação imobiliária é fora da realidade e o crime organizado paira sobre todos como uma sombra maldita, mas a cidade aprendeu a gostar de si mesma, a abrir-se ao outro, a convidar os outros a desfrutá-la. Hoje posso dizer tranquilamente que gosto de São Paulo, sem remorso. Quero morar em outros lugares do mundo, claro, mas esta é uma cidade em que me sinto bem. Não custa, portanto, celebrá-la em seu aniversário.

(O desenho que ilustra este post é do Marcos Müller, de uma matéria sobre o aniversário da cidade que saiu no Estadão.)

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Vocês devem ter visto a matéria em que o produtor Jack Endino comentava que achava ruim que as bandas brasileiras compusessem e gravassem em inglês, não? Uma bobagem (cada um grava como quer do jeito que quer), mas um cidadão teve a paciência e pachorra de reunir num tumblr os melhores momentos do inglês macarrônico que comentaristas brasileiros foram fazer no perfil do Facebook do produtor, que só é alguém na vida porque um dia produziu o primeiro disco de uma banda chamda Nirvana. Veja outros exemplos abaixo:

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Resolvi comemorar o aniversário de São Paulo chamando dois cariocas pra fazer a Noite Trabalho Sujo chacoalhar: Bruno Correia – também conhecido com o Cavalo Correia – pertencia ao coletivo carioca Hang the DJ e volta às pistas com toda seu dandimalandrismo típico. Já Tiago, o homem que transformou o Trenzinho Carreta Furacão em hit da internet graças a um mashup com uma música do Phoenix, é bissexto nos CDJs, mas irá nos brindar com seu bom gosto de baixo calão. E eu medio essa conversa de malucos numa daquelas noites que prometem pegar fogo – afinal, também é dia de comemorar a sexta vez consecutiva em que o Trabalho Sujo é eleito o melhor blog do Brasil! Para quem ainda não sabe como é o esquema da festa, tá tudo detalhado na página do evento no Facebook ou no site do Alberta – e dá pra mandar nomes pra lista de desconto para o email noitestrabalhosujo@gmail.com até às 20h. E como hoje é feriado, o Alberta só abre às 22h. Nos vemos lá!

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Isso é sério? DJ Cremoso e tecnobrega influenciando os Strokes? Cuma?

E por falar em Strokes, tem uma promoção de vinil deles em um dos melhores segredos (e melhores idéias nos últimos tempos) da indústria fonográfica, o Popmarket. Os quatro discos deles em vinil tão saindo por pouco mais de cem dólares, sem frete, pro mundo todo. Vai lá.