
Toda semana, o Comic Book Resources lança um desafio para seus leitores que desenham, na seção The Line It Is Drawn, e, na semana seguinte, publicam o resultado do desafio. No do final do mês passado, eles pediram para seus leitores misturar super-heróis com capas de discos, e o resultado segue abaixo:

O bardo esquizofrênico se apresentaria em São Paulo agora neste fim de semana, mas, antes de embarcar para a pequena turnê com shows no Chile, na Argentina e no Brasil, sentiu-se mal e decidiu adiar a vinda. O Lucio dá mais detalhes…


…no Beco, longe do Lollapalooza? Os ingressos já estão à venda…

Se você assina Netflix e assistiria um filme do Nicolas Cage apenas pelo fato de ele estar presente no elenco (mesmo que seja O Motoqueiro Fantasma 2 ou o remake de Wicked Man), esse site foi feito para você.

Ou como disse o Pattoli, ao linkar a entrevista ao Palm Beach Illustrated: vamos à parte que interessa.
Disney is going to continue the Star Wars saga, producing movies set to hit theaters starting in 2015. Can you confirm whether you’ll reprise the role of Princess Leia?
Yes.
AE PORRA!
Era tudo uma piada, me esclarece a Liv. Aposto que foi aquela piada que podia ser desculpada com o velho “não fui eu, foi meu eu lírico”, mas fico com a impressão de que ela falou antes da hora o que não podia dizer em contrato (ou usaram o histórico da Carrie pra ela pagar de doidona e “testar as redes sociais” – não duvide de nada…). Até parece que vão deixar de lado a possibilidade de uma rainha Leia…

Numa realidade paralela, o primeiro papel de mercenário futurista de Kurt Russell não foi o de Snake Plissen – e sim o de Han Solo! Pois Russell foi um dos atores a tentar a chance no papel – veja o teste dele logo após o de Mark Hammill e o de Carrie Fisher, logo abaixo:

Mas, para não perder a deixa, a Disney confirmou que, além da trilogia dos próximos Episódios VII, VIII e IX, irá produzir filmes com histórias de personagens da série na paralela – como os famigerados webisódios cogitados pelas séries na década passada, só que numa escala macro, afinal estamos falando não é apenas a maior franquia pop da história do cinema, como da marca que reinventou Hollywood para este século. Mas o CEO da Disney Bob Iger não falou sobre quais personagens e em que épocas esses filmes se passariam, o que levou um monte de fãs a pirar em possibilidades tão diversas quanto um filme meio 007 com Boba Fett como protagonista, um outro de máfia com o submundo controlado por Jabba, um de guerra do ponto de vista do Império, as aventuras de Han Solo e Chewbacca antes de conhecer Luke ou o treinamento Jedi do jovem Yoda. Mas não custa lembrar que o único filme não-canônico da série até hoje são as aventuras dos Ewoks na lua de Endor de Caravana da Coragem e a outra vez que os personagens foram utilizados com os mesmos atores além dos seis filmes oficiais foi no fatídico e até outro dia negado por George Lucas especial de natal de Guerra nas Estrelas para a emissora CBS, que contou com uma festa de natal da família de Chewbacca, entre outras coisas ainda mais rídiculas – veja abaixo. Mas veja até o fim – é impagável.

E pra encerrar a série de posts sobre Guerra nas Estrelas, eis o pianista norte-americano Richard Grayson recriando a Marcha Imperial que John Williams compôs para a saga de George Lucas como se Beethoven a tivesse composto.
E se o tema principal da série de filmes fosse uma composição barroca?
Grayson (sim, homônimo do primeiro Robin) é um ás do piano e do humor erudito – e esta paródia acima é só uma de muitas das estrepolias que faz ao piano, sempre improvisando a partir de pedidos do público. Ele também toca o tema Cantando na Chuva como se fosse uma valsa de Chopin, o tema da Pantera Cor de Rosa como se fosse Bach, Pequeno Mundo como se fosse Mozart, “Parabéns a Você” como se fosse Debussy, o coral da Nona Sinfonia de Beethoven como se fosse um tango, o tema dos Muppets como se fosse uma fuga de Bach, “Smoke Gets in Your Eyes” como se fosse Schubert, “Good Vibrations” como se fosse Bartók e por aí vai, veja abaixo…

Ao voltar-se para a sétima arte, o mestre dos quadrinhos confirma a má fase e mostra seu lado mais brega possível. O que era possibilidade em Sin City e virou tragédia em Spirit, agora virou um mero comercial de TV bem palha.
Que ainda rendeu uma versão do Friendly Fires para o maior hit do Depeche Mode, “Strangelove”.
Ficou bem mais ou menos – mas ficou melhor que o comercial. A versão da Bat for Lashes, pra mesma música e campanha, ficou melhor que a do Friendly Fires: